Livros - Autorais  
   
 
 
 
 
 
 
 
 



"Anel de Barbante de Flávio Paiva é um excelente texto, verdadeiro exercício onde as passagens e relações, ancoradas nos suportes da memória, vencem o esquecimento"
(José Borzacchiello da Silva)

"Em Mobilização Social, o relato de Flávio Paiva nos conta como, num Estado politizado como o Ceará, os cidadãos tornaram-se os mais vigilantes fiscais do futuro que se avizinha" (Maria Cristina Fernandes)

"Recebi amigos de Paris – marinheiros de primeira viagem no Ceará. Nem o Ceará nem eu podíamos fazer feio... Tantas belezas para desfrutar... e só 20 dias. No lugar da baguete, colocamos o Guia de Praias do Ceará debaixo do braço e botamos o pé na estrada. Descobrimos lugares fantásticos" (Marie Dayras)

"O livro Os 5 Elementos atrai o leitor pela novidade que está sendo chamada de Gestão Compartilhada. Ao invés de gerenciar interesses, projetos ou iniciativas específicas, o Pacto se propõe atuar na gestão do que é comum, ou seja, no espaço das tangências" (Tânia Bacelar de Araújo)

"Em Como Braços de Equilibristas Flávio Paiva procura extrair de cada evento um sentido, expandindo sua reflexão que freqüentemente alcança o Ceará, o Brasil e o cenário mundial, desnudando o que o retrato ou discurso bem comportado trata de ocultar" (Paul Singer)

"Li o Retirantes na Apartação entre emocionado e envergonhado. Esta nossa triste realidade, tão bem retratada nestas páginas, é uma das muitas lutas que devem ser travadas pelos que sonham com um Brasil melhor" (Herbert de Souza/Betinho)

"Vendo a imensa obra que foi construída pelo Pacto de Cooperação, e que está relatada no livro Gestão Compartilhada, sentimos a essência da cidadania tão bem exercitada pelos cearenses, os natos e os de coração" (Edson Vaz Musa)

"Em A Face Viva da Ilusão o autor possui a inspiração poética, um bom domínio da língua, revelado aqui e ali na palavra necessária ou na frase expressiva" (Moreira Campos)

 
 
 
 
  Toinzinho & Socorro - uma intensa e fervorosa flor  

Toinzinho e Socorro -
uma intensa e fervorosa flor
2011

    Eu era assim -
Infância, Cultura e Consumismo

Cortez Editora, 2009
 
 
       
  Anel de Barbante
Ensaios de Cultura e Cidadania

Omni Editora, 2005.
    Mobilização Social no Ceará -
16 anos de tentativas e 1 promessa
de diálogo.

Edições Demócrito Rocha, 2002.
 
       
       
hh   Guia de Praias.
Edições Demócrito Rocha, 2003.
         
       

 

 

     
  Os 5 elementos.
A essência da gestão compartinhada
no pacto de cooperação do Ceará.

Qualitymark Editora, 2001.
  Como Braços de Equilibristas -
O Livro dos Artigos.

Edições UFC, 2001.
 
   
       
  Retirantes na Apartação.
Qualitymark Editora, 1995.
  Gestão Compartinhada -
O Pacto do Ceará.

Qualitymark Editora, 1994.
 
   
  Livros - Organizações, Coordenações Editoriais e Participações  
       
  Guia Brasileiro de Produção Cultural 2010-2011  

Texto em coletânea

Guia Brasileiro de Produção Cultural 2010-2011
Edições SESC SP , 2010

 
 

Organização

Parece que foi amanhã -
as ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo

Omni Editora, 2009

 
     
   
   

A Face Viva da Ilusão.
Paulo Peroba Promoções Culturais do Nordeste, 1982

   

Texto em coletânea

Era Uma Vez... Mil e uma Histórias
Memória da VII Bienal Internacional do Livro do Ceará - Fortaleza: Secult, 2006

 
     
       
 

.Texto em coletânea

Rumos_Brasil da música: pensamentos e reflexões
São Paulo: Itaú Cultural, 2006, Ensaios

 

Coordenação Editorial.

Terra Feita de Gente - Uma História de Emancipação Social no Ceará.
Raiz e Antena Editora. 2003
.

 
   
       
 

Texto em coletânea

ONGs no Brasil -
Perfil de um mundo em Mudança.

Fundação Konrad Adenauer / ABONG, 2003.

 

Texto em coletânea

Ceará de Corpo e Alma -
Um Olhar Contemporâneo sobre a Terra da Luz.

Editora Relume Dumará, 2002.

 
   
       
 

Texto em coletânea

Caderno de Cultura
Fortaleza - Ceará - Junho/1987 - Ano II - Nº 2
Centro de Referência Cultural - CERES / Secretaria de Cultura, Turismo e Lazer do Estado do Ceará, 1987

   

 

 
   
   
"Durante a adolescência eu escrevia às escondidas. Tinha vergonha. Não conhecia pessoalmente ninguém que fizesse aquilo. Segui a intuição e um dia descobri que não era pecado nem nada gostar de expressar sentimentos e de compartilhar experimentações da vida através da palavra escrita" (Flávio Paiva)
 
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