Infância  
   
 
 
 
 
 
 
 
    Livro Flor de Maravilha
Música, Jogos e Brincadeiras.
Versão Didático-pedagógica
Plural de Cultura, 2001.
 
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Lançamento do Livro Flor de Maravilha no Parque do Cocó (outubro, 2001)
Clique na foto pra ampliar.

 

Nice Firmeza e as ilustrações do livro Flor de Maravilha



 
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> Prêmio Jabuti (por Hildegard Angel)
Jornal O Globo, Segundo Caderno, 15/03/2002
> Respeito à Infância
Revista Abigraf, Nov/Dez de 2001
> Volta às raízes
Revista Fale!, Cultura/Livros, FEV/MAR 2002
> Coisa de criança
Revista Marketing Cultural, Cesta Cultural, 11/2001
> Flor de Maravilha
FUNDESCOLA, 2002
> Show de música e lançamento de livro reúnem crianças no Cocó
Revista Marketing Cultural, Cesta Cultural, 11/2001
> Diálogos pertinentes (por Eleuda de Carvalho)
Jornal O Povo, Vida & Arte, 13/03/2002
> Pra brincar e ninar (por André Marinho)
Diário do Nordeste, Caderno 3, 06/10/2001
> Livro infantil concorre ao Jabuti
Diário do Nordeste, Caderno 3, 11/03/2002
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> Flor de Maravilha
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> Música ao vivo
O Povo, 06/10/2001
> Veja os indicados ao Jabuti...
Folha Online, Ilustrada, 25/02/2002
> Flor de Maravilha
O Povo, Sábado, 06/10/2001
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Revista Educação, Música, 02/2002
> Alto Nível
Diário do Nordeste - coluna "É...", 05/10/2001
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Revista Seu Filho e Você, Mundo da Criança, 02/2002
> Mundo infantil
O Povo, 05/10/2001
> Histórias para cantar
Revista Cláudia, Criança & Adolescente, 12/2001
> & MAIS
O Povo, Sábado, 03/10/2001
       

 

 

Jornal O Globo - Segundo Caderno - 15/03/2002
Hildegard Angel

O COMPOSITOR, escritor e jornalista cearense Flávio Paiva é um dos finalistas do Prêmio Jabuti 2002 por seu livro "Flor de Maravilha", na categoria Melhor Livro Didático, ao lado de Ruth Rocha, Anna Flora e Boris Fausto. "Flor de Maravilha" também virou espetáculo infantil com músicas do tempo de vovó mocinha...

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Revista Fale! - Cultura/Livros - Fev/Mar 2002

Volta às raízes
Livro recupera a tradição das velhas cantigas de roda para serem trabalhadas de maneira educativa

Eu ia passando, Flor de Maravilha/ Meu amor chamou, Flor de Maravilha/ Meu chapéu caiu, Flor de Maravilha. Para as crianças e os jovens adultos de hoje, talvez esses versos não façam o menor sentido. Mas, para o jornalista, escritor e compositor Flávio Paiva, essa foi uma das antigas cantigas de roda que marcaram sua infância na cidade de Independência, no sertão do Ceará. Tanto que ele resolveu batizar seu mais novo trabalho editorial com esse nome. Flor de Maravilha (Plural de Cultura, 108 págs.) é um apoio didático aos dois CDs (inclusos no livro) de músicas infantis lançados por Paiva - Samba-le-lê e Bamba-la-lão - por ocasião do nascimento de seus filhos. "Esses termos são arquétipos do universo musical infantil que eu tomei como um guarda-chuva para as outras composições", explica.

O livro, patrocinado pela Companhia Energética do Ceará (Coelce), pode ser adquirido gratuitamente com o autor (flaviopaiva@fortalnet.com.br). Embora todo desenhado como uma autêntica obra para o público infantil, destina-se aos pais das crianças, e traz as letras e as cifras das músicas dos CDs acompanhadas de uma brincadeira ou atividade pedagógica criadas ou adaptadas pelo próprio Paiva para serem executadas junto com a canção. A idéia de transpor para o papel as composições veio a reboque do sucesso dos CDs. Uma sugestão da secretária de educação do Rio Grande do Sul, Lúcia Camine, chamou a atenção para a necessidade de se contextualizar músicas como Festa em Independência, que faz referência à alegria que toma conta da cidade nos dias chuvosos. "No Sul, os dias de chuva são tidos como dias monótonos, sem graça. Ela disse que seria muito legal se junto dos discos viesse a explicação dos versos".

A sugestão foi atendida, e Paiva associou a cada canção alguns motivos que o levaram a compor a música, além das atividades lúdicas. O trabalho não teve a colaboração de nenhum pedagogo. Com exceção para a conhecidíssima brincadeira da amarelinha, tudo saiu da cabeça do jornalista. "Até cogitei a possibilidade de contratar um profissional, mas depois pensei que fui criança também e que esse seria um trabalho intuitivo, não encomendado", diz. "Fiz uso do que eu chamo de 'paternidade criadora', da vontade de transmitir para os filhos essa vivência. Essa forma instintiva gerou o material". Assim, ele descreve suas experiências infantis e incentiva a repeti-las sob forma de exercício. As brincadeiras acompanham os ritmos das composições, que variam desde o xote até algo meio estranho para uma cantiga de roda como um rap funkeado. A variedade dos ritmos foi mais uma adequação à pluralidade da música brasileira do que uma tentativa de didatismo musical. "Se temos a vantagem de possuir tantos ritmos, temos que aproveitar isso. O funk é a expressão de uma dor, e a questão da exclusão deve ser tratada desde a infância. Só assim teremos essa percepção".


Depoimento: A infância vale a pena
A principal marca deste trabalho é a honestidade dos sentimentos interligados pela dinâmica das letras, músicas, jogos e brincadeiras espalhadas em suas páginas e discos. São emoções que encantam os olhos pelas imagens apaixonadas que revelam em múltiplas combinações de significados; que dão água na boca, pelo sabor de infância das suas expressões largadas; que recorrem à habilidade inventiva, pelo calor que só as mãos conseguem captar nas cotidianas de quem quer crescer; que revolvem paisagens, pelo cheiro fascinante guardado na memória renovadora do nariz, exalando impressões de eterna esperança; que concebe metáforas, pelos sons que tocam cada ouvido, reverberando sonoridades de um mundo desenhado pelos traços livres do imaginário. Tudo isso, com a colaboração imprescindível dos sentimentos adicionais que a intuição arranca do fundo do coração de quem ama. É uma obra de realidades manifestadas e colhidas na vida infantil, com o propósito de se colocar em função das crianças, dos pais, amigos, tios avós, educadores, babás, enfim, de todas as pessoas que acreditam que a infância vale a pena. (Flávio Paiva)



Flor de Maravilha é o primeiro trabalho editorial dedicado ao público infantil de Flávio Paiva, um jornalista que cedo se dedicou a trabalhos com ONGs, e produções independentes relacionadas com o jornalismo e as artes. Embora o primeiro CD para crianças tenha saído só em 1999, ele diz que sempre se interessou pelu universo infantil. "Não tinha feito nada antes porque uma coisa é você se interessar pelo assunto como uma coisa racional, outra coisa é você trabalhar de uma forma mais estética". O trabalho estético só foi possível após o nascimento do primeiro filho, Lucas, naquele ano. Já no segundo, em 2001, ele pôde sentir os efeitos da sensação de ser pai. "As letras são diferentes, contêm minha relação com o Lucas. Jamais poderia fazer isso sem um filho". Apesar do caráter recente da obra, Paiva já larga com alguns méritos. O primeiro é dar um alento à produção independente das composições infantis, ofuscada pelo marketing milionário de Xuxas e Elianas. O segundo é fugir do lugar-comum desse tipo de produção, que freqüentemente apela para adaptações de fábulas e contos já demasiadamente explorados.

Por último, tenta desviar as atenções do vídeogame e jogos de computador para as velhas cantigas de roda, que dão ensinamentos de convivência e não esbarram no erotismo precoce. Para Paiva, atividades tradicionais ainda encontram espaço mesmo com a força cada vez maior da indústria de brinquedos eletrônicos. "Não sou contra duas horas de vídeogame, mas essas brincadeiras de grupo são instrumentos milenares de educação. Nelas, as crianças aprendem a respeitar a vez do outro, enquanto a geração eletrônica perdeu esse sentimento. São crianças agressivas porque não tiveram a oportunidade de respeitar os outros". Pelo menos entre os pais, o livro com as cantigas está tendo boa recepção. Paiva tem recebido correspondências e e-mails de pessoas e educadores que já usam o livro em suas atividades e inclusive propõem alguns acréscimos às futuras edições. Mas a maoir recompensa vem mesmo das crianças, quando os pais o apontam como autor das músicas ou quando elas ligam para ele falando e perguntando sobre o livro. O jornalista sentiu a emoção à flor da pele quando flagrou o coral de dois colégios de Fortaleza interpretando suas músicas. Parece que os vídeogames não estão mais tão atraentes assim.

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FUNDESCOLA (Fundo de Fortalecimento da Escola, Ministério da Educação, Banco Mundial)
Boletim Técnico 55 - 2002

Flor de Maravilha
Está disponível para os professores que usam a música para ensinar e divertir seus alunos o livro "Flor de Maravilha", do jornalista e compositor cearense Flávio Paiva. A publicação, com sugestões de atividades didáticas e pedagógicas, traz as letras e as cifras para violões das 21 canções infantis compostas pelo autor para os seus filhos Lucas e Artur e gravadas nos CDs "Samba-le-lê" e "Bamba-la-lão", que encartam o livro. Mais do que um cancioneiro familiar, o belo "Flor de Maravilha" prima por "despertar o interesse pela música e pela leitura, estimular a criatividade e chamar a atenção para traços relevantes da nossa cultura", explica Flávio Paiva.

O livro publicado graças à lei estadual de apoio à cultura foi distribuído para escolas e entidades com projetos infantis no Ceará e está sendo oferecido gratuitamente a outras escolas e educadores. Interessados podem solicitá-lo diretamente ao autor, por meio do fax (85) 272.8091 ou do endereço eletrônico flaviopaiva@fortalnet.com.br. Para isso, será necessário fazer exposição do trabalho que está sendo desenvolvido e pagar despesas com o correio.

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O Povo - Vida & Arte - 13/03/2002

Prêmio Jabuti
Em categorias distintas, dois cearenses concorrem à 44ª edição do Prêmio Jabuti de Literatura: Manfredo Oliveira e Flávio Paiva.

Jabuti - Diálogos pertinentes
Eleuda de Carvalho

Manfredo Oliveira (com o livro Desafios Éticos da Globalização) e Flávio Paiva (com Flor de Maravilha), concorrem à 44ª edição do Prêmio Jabuti, que será entregue durante a 17ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. O prêmio destaca obras publicadas em 2001, indicadas para 16 categorias

Dois escritores cearenses são finalistas para o Prêmio Jabuti, criado em 1959 pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). Na categoria Ciências Humanas, concorre o professor e filósofo Manfredo Araújo de Oliveira, com a obra Desafios Éticos da Globalização. O jornalista e escritor Flávio Paiva é um dos indicados para Melhor Livro Didático, com Flor de Maravilha. O Prêmio Jabuti será entregue na noite de abertura da 17ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontecerá entre os dias 25 de abril e 5 de maio, no ExpoCenter Norte.

São 16 categorias contempladas pelo Jabuti, com obras indicadas pelas editoras. No último dia 26, a equipe de julgamento e seleção da CBI listou os dez finalistas por categoria, de um total de 1.700 inscritos. De cada dez indicados, três serão escolhidos pelo júri para a noite de premiação. Todos os classificados para a final concorrem ao Livro do Ano (ficção e não-ficção).

O filósofo Manfredo Oliveira e o escritor Flávio Paiva, cada qual a sua maneira, fazem um "diálogo" pertinente entre suas obras e o público leitor. Em Desafios Éticos da Globalização (edições Paulinas), Manfredo trata questões como liberdade, ética, trabalho, educação e saúde, numa perspectiva planetária. Segundo suas palavras: "A própria configuração do mundo constitui um problema ético para o ser humano. Os problemas fundamentais do nosso tempo dizem respeito à humanidade enquanto tal".

Já Flávio Paiva fez uma obra destinada especialmente aos professores e alunos das séries fundamentais, mas cuja dimensão ultrapassa o âmbito da escola e o puramente didático (e lúdico), para alcançar a vida. Em Flor de Maravilha (Plural de Cultura), ele reúne texto, letras, pautas musicais e delicadas ilustrações (desenhos de Dim e bordados de Nice Firmeza) para dar novos sentidos aos seus discos Samba-le-lê e Bamba-la-lão, encartados no livro. A brincadeira de roda, os folguedos da infância, solidariedade e criatividade são palavras-chaves de Flor de Maravilha, que deixa a gente com vontade de deixar vir pulando de dentro aquela criança que nos habita, apesar de.

Outras obras indicadas ao Jabuti 2002 reúnem os pesos-pesados Zélia Gattai (na categoria não-ficção, por Códigos de Família), Fernando Sabino (conto-crônica, por Livro Aberto), José Paulo Paes (com Socráticas) e Manoel de Barros (O Fazedor de Amanhecer), ambos na categoria poesia, e o poeta Haroldo de Campos, por sua tradução-recriação da Ilíada de Homero. O Jabuti também concede prêmios para produção gráfica, capa e ilustração. Para saber mais sobre esta edição do Prêmio Jabuti e a Bienal do Livro, acesse a página da Câmara Brasileira do Livro no endereço: www.cbl.org.br.

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Diário do Nordeste - Caderno 3 - 11/03/2002

Livro infantil concorre ao Jabuti

O jornalista, compositor e escritor cearense Flávio Paiva concorre em abril na cidade de São Paulo ao prêmio Jabuti, maior comenda da literatura brasileira pelo livro infantil "Flor de Maravilha"

O compositor, escritor e jornalista cearense Flávio Paiva é um dos finalistas do Prêmio Jabuti 2002 por seu livro "Flor de Maravilha". O anúncio foi feito pela Câmara Brasileira do Livro e Paiva concorre na categoria Melhor Livro Didático de 1º e 2º grau ao lado de escritores como Ruth Rocha, Anna Flora e Boris Fausto.

"Flor de Maravilha" foi selecionado de uma avaliação de 1.700 trabalhos, feita pelas comissões específicas da Câmara Brasileira do Livro. Dos 10 indicados, apenas três serão premiados. O resultado será conhecido durante a 17ª Bienal Internacional do Livro que acontece em São Paulo de 25 de abril a 5 de maio. O livro "Flor de Maravilha" foi editado pela Plural de Cultura com o apoio da Coelce, através da Lei Estadual de Incentivo a Cultura.

Lançado no ano passado, "Flor de Maravilha" ganhou espetáculo infantil em outubro no Parque do Cocó. Ao som de músicas dos CDs "Samba-le-lê e "Bamba-la-lão" que acompanham o livro, o show foi uma boa oportunidade da molecada de hoje entrar em contato com brincadeiras a muito esquecidas.

As músicas dos dois discos trazem os arranjos de Tarcísio Sardinha e as interpretações da cantora Olga Ribeiro e de um coral de crianças. Segundo Flávio Paiva, "Flor de Maravilha" é destinado, além dos arte-educadores, aos pais, parentes, professores e estabelecimentos informais de educação.

No livro são encontrados ainda textos explicativos sobre as brincadeiras e sugestões para cada canção. As ilustrações são do "engenheiro de brinquedos" Dim e da artista plástica Nice Firmeza. Além de cifradas para violão, as músicas trazem ainda suas melodias originais, o que permite por exemplo que sejam utilizadas no canto coral.

O Prêmio Jabuti é concedido anualmente pela Câmara Brasileira do Livro e é o mais tradicional prêmio literário do Brasil. Seu primeiro ganhador foi o escritor baiano Jorge Amado por "Gabriela Cravo e Canela" em 1959. De lá para cada vários nomes da literatura nacional já foram outorgados com o troféu entre eles a escritora cearense Rachel de Queiroz, o compositor Chico Buarque de Hollanda e os jornalistas Caco Barcellos e Gilberto Dimenstein.

Ao todo são 16 categorias que concorrem ao prêmio, divididas entre romance, literatura infantil e juvenil além de produção gráfica, capa, tradução e ilustração. Os primeiros colocados em cada categoria recebem R$ 1.000,00 e os finalistas concorrem à categoria "Livro do Ano" nas áreas de ficção e não ficção. O prêmio para cada um dos vencedores é de R$ 12.000,00.

Amarelinha
Essa atividade pode ser iniciada com a reunião das crianças para desenharem no chão o diagrama da macaca, ou se for o caso, para montar casa a casa, com os respectivos números, as peças prontas para o jogo de amarelinha.
A construção em grupo propicia a prática da cooperação e gera condições favoráveis para a intensificação dos laços interpessoais.
Cantar a música durante a brincadeira, substituindo os nomes do refrão original pelos nomes dos brincantes, serve de mecanismo de identificação e dá um saudável ar de integração.
Por conta do envolvimento que este tipo de atividade proporciona, torna-se indispensável aproveitar a oportunidade para falar de outros divertimentos infantis. "Cabra-cega", "Boca de forno" e "Passa o anel" merecem perfeitamente ser praticados de forma descontraída e prazerosa.

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CRP Informa 11– Ano V, nº 24, jan/fev/mar/2002

FLOR DE MARAVILHA
Músicas infantis, jogos, brincadeiras, com dois CDs grátis. FLOR DE MARAVILHA, do cearense Flávio Paiva, finalista do prêmio Jabuti 2002, na categoria de melhor livro didático de 1º e 2º graus.


Folha Online - Ilustrada - 25/02/2002 - 13h34

Veja os indicados ao Jabuti de reportagem e biografia e aos técnicos
da Folha Online

Saiba quem foram os livros indicados ao Prêmio Jabuti 2002 nas categorias Reportagem e Biografia, Didático de 1º e 2º Grau, Tradução, Capa, Produção Editorial e Ilustração Infantil e Juvenil.

...

Didático de 1º e 2º Grau
Atlas Geográfico Escolar de Juiz de Fora (Valéria Trevizani Burla de Aguiar), UFJF

Biologia (Armenio Uzunian e Ernesto Birner), Habra

Escrever e Criar... uma nova proposta (Ruth Rocha e Anna Flora Quinteto), Editorial

Flor de maravilha (Flávio Paiva), Plural de Cultura

Geografia Crítica (José William Vesentini, Vânia Vlach), Ática

História Concisa do Brasil (Boris Fausto), Imprensa Oficial/Edusp

Jeitos de ser criança (Cláudia Sapag Ricci, Lorene dos Santos e Célio Augusto da Cunha Horta), Formato

New Happy Book (Tânia Moraes Gaspar), Scipione

Nossa Gente Brasileira (Jurandir Malerba e Mauro Bertoni), Papirus

Pensar e Construir - Português (Mª Amália Forte Banzato, Mª Cristina Portugal Godinho e Rosana Correa Pereira El-Kadri), Scipione

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u21589.shtml

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Revista Educação - Música - Fevereiro de 2002

Pais e Filhos
por Alexandre Pavan

CDs infantis alternativos divertem todas as gerações

O poeta José Paulo Paes, um dos grandes nomes da poesia infantil brasileira, costumava citar o escritor russo Maximo Gorki para explicar o sucesso de sua arte com os pequenos: "Deve-se escrever para crianças como se escreve para adultos, só que melhor". Com a música acontece a mesma coisa.

Na última década, devido aos avanços tecnológicos, ficou fácil e relativamente barato gravar CDs. E, enquanto as grandes empresas fonográficas investiam no público infantil apostando apenas nos artistas cujo sucesso estava vinculado à televisão - vide os discos de apresentadoras -, começaram a surgir compositores com uma proposta "alternativa". O principal exemplo é o de Sandra Peres e Paulo Tatit, fundadores do Selo Palavra Cantada, que se tornou referência em disco para crianças.

Outros compositores, a maioria produzindo seus trabalhos de forma independente, também vêm se arriscando nessa seara musical. Temos como exemplo três trabalhos distintos, lançados nos últimos meses: Toda Família, de Roseli Novak; Flor de Maravilha, de Flávio Paiva; e Do Fundo do Baú, de Fernanda da Costa Pereira.

No primeiro, aproveitando sua experiência de 12 anos como educadora musical, Roseli Novak criou um CD de primeira, valorizando os sons acústicos das três famílias dos instrumentos: sopros, cordas e percussão. Todas as músicas são de sua autoria, com letras divertidas, melodias bem construídas e ritmos envolventes.

Flor de Maravilha é um projeto maior, que envolve música, jogos e brincadeiras - são dois CDs interpretados pela cantora Olga Ribeiro (Samba-le-lê e Bamba-la-lão) e um livro que reúne historinhas, ilustrações, letras e partituras das músicas dos discos. O cearense Flávio Paiva é jornalista e estreou no mundo das canções para crianças em 1994, com o CD Rolimã (Camerati). Compõe com muita desenvoltura, de um jeito que o ouvinte fica com a impressão que fazer música é uma coisa fácil. O disco Bamba-la-lão, gravado em 2001, é uma espécie de continuação do Samba-le-lê, de 1999, álbum que já foi tema desta coluna.

Do Fundo do Baú é um livro-CD interessante. Mostra o resultado do trabalho musical que o Instituto Educacional Stagium, de Diadema (SP), desenvolveu em 2001 com seus alunos da educação infantil e primeira série do ensino fundamental. Os estudantes pesquisaram cantigas, trava-línguas, parlendas e brincadeiras do folclore brasileiro, para depois cantá-las em disco e registrá-las em livro. O projeto só deixa a desejar na concepção dos arranjos, que soam muito artificiais. Mas o Stagium soube levar a música para a sala de aula de uma maneira atraente para seus alunos.

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Revista Seu Filho e Você - Mundo da Criança - Fevereiro de 2002

Música, jogos e brincadeiras em um único livro
Está aqui um livro que não pode faltar na escola de seu filho. Flor de Maravilha - Músicas, Jogos e Brincadeiras é inovador: traz encartados dois CDs com 21 cantigas do jornalista e compositor cearense Flávio Paiva, e reúne, em suas 108 páginas, as letras das músicas cifradas para violão e atividades didático-pedagógicas inspiradas nas composições. Publicado com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura, está sendo distribuído gratuitamente a escolas e entidades que desenvolvam projetos infantis. Para solicitá-lo, os educadores devem mandar um e-mail para flaviopaiva@fortalnet.com.br. Informações através dos tels.: (0XX85) 272-8091 e 266-8224.

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Revista Cláudia - Criança & Adolescente - Dezembro de 2001

Histórias para cantar
Três lançamentos que combinam livro e CD vão fazer a criançada soltar a voz com harmonia e animação.

- Músicas Daqui Ritmos do Mundo, de Zezinho Mutarelli e Gilles Eduar (Fábrica, 45 págs., 32 reais), traz canções interpretadas por diversos artistas, como Carlos Lyra.

- Em Flor de Maravilha (Plural de Cultura, 106 págs.*), de Flávio Paiva, cada canção é acompanhada por jogos, brincadeiras e cifras para violão.

- O Tesouro das Cantigas para Crianças (Nova Fronteira, 95 págs., 29 reais), de Ana Maria Machado, é uma seleção de canções folclóricas e lendas infantis.

*Distribuído gratuitamente para escolas. Solicitar pelo e-mail: flaviopaiva@fortalnet.com.br

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Revista Abigraf (Associação Brasileira da Indústria Gráfica) - Nov/Dez de 2001

Respeito à Infância
O repertório da produção musical infantil brasileira ganhou um reforço este ano. Em agosto foi publicado o livro Flor de Maravilha, do jornalista e compositor cearense Flávio Paiva. Acompanhado de dois CDs - Samba-le-lê e Bamba-la-lão, do próprio autor, interpretados pela cantora Olga Ribeiro -, o livro sugere atividades didático-pedagógicas ou simplesmente dá o ponto de partida em jogos e brincadeiras.

O livro, impresso pela Gráfica Editora R. Esteves Tiprogresso Ltda., de Fortaleza, traz em suas 108 páginas as letras das músicas cifradas para violão e das partituras com a melodia original das 21 composições que integram os CDs. A tiragem inicial de 1.500 exemplares da obra, publicada com o apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, por meio da Companhia Energética do Ceará, Coelce, destina-se a escolas e entidades que desenvolvem projetos infantis. Os primeiros 500 livros foram repassados como ferramenta de trabalho para educadores do Encontro Estadual de Arte-Educação do Ceará, realizado em Fortaleza por ocasião da Semana da Criança. Outros 300 ficaram com a empresa apoiadora para aplicação no projeto Coelce nas Escolas. O restante está sendo enviado às escolas educadores que solicitam o livro diretamente ao autor, através do e-mail flaviopaiva@fortalnet.com.br

Para 2002, o autor pretende estabelecer parceria com alguma editora e tornar a edição de Flor de Maravilha disponível comercialmente nas livrarias.

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Revista Marketing Cultural - Cesta Cultural - Novembro de 2001

Coisa de criança
Com tiragem de 1.500 exemplares, patrocinado pela Companhia Energética do Ceará (Coelce), com o apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, o livro Flor de Maravilha traz dois CDs (Samba-le-lê e Bamba-la-lão), ambos com cantigas do jornalista cearense Flávio Paiva, interpretadas pela cantora Olga Ribeiro. A obra fornece ainda as letras das músicas, cifradas para violão, e as partituras. Os primeiros 500 livros foram repassados, como ferramenta de trabalho, para os arte-educadores do Encontro Estadual de Arte-Educação do Ceará, que aconteceu em Fortaleza, no mês passado. Outros 300 ficaram com a empresa apoiadora, para o projeto Coelce nas Escolas. O restante será enviado às escolas e educadores que solicitarem o livro diretamente ao autor, através de e-mail. Para isso, é necessário fazer uma exposição sintética dos trabalhos que realiza e pagar as despesas dos Correios. flaviopaiva@fortalnet.com.br

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DIÁRIO DO NORDESTE. Segunda-feira, 8 de outubro de 2001

Show de música e lançamento de livro reúnem crianças no Cocó

Ao som de músicas dos CDs "Samba-le-lê" e "Bamba-la-lão" a criançada dançou e brincou nas dependências do parque

O show “Flor de Maravilha” reuniu crianças, pais e vovós ao redor de músicas dos CDs “Samba-le-lê” e “Bamba-la-lão”. Entre músicas e brincadeiras, o palhaço Lambinha apresentou a todos o livro que dá título ao espetáculo. Tudo em clima de entardecer, sábado último, no anfiteatro do Parque do Cocó.

As músicas foram interpretadas pela cantora Olga Ribeiro, acompanhada por um coro de 16 vozes, composto por crianças de 5 a 12 anos. O livro e as 21 composições são de autoria do jornalista Flávio Paiva.

O espetáculo infantil é apenas uma das formas de utilização das músicas dos CDs encartados no livro, explica Flávio Paiva. Na verdade, o livro nasceu destinado aos arte-educadores. Sejam pais, parentes, professores, facilitadores de aprendizagem em creches e estabelecimentos informais de educação.

Paiva esclarece, entretanto, que não se trata de um livro didático em sentido restrito. Suas aplicações podem ocorrer no ambiente de casa, sem maiores pretensões, quando o que se quer mesmo é a pura diversão.

No livro, para cada música consta um texto a sugerir usos para a canção. Há uma ilustração exclusiva, ora do mestre em engenharia de brinquedos Antonio Jáder (Dim), ora da artista plástica Nice Firmeza, cujas criações originais são bordados sobre cambraia de linho. As músicas estão cifradas para violão, mas o livro contém ainda a melodia principal. Isso facilita seu uso por corais.

Cem exemplares do livro estão sendo colocados em estabelecimentos integrantes do projeto Coelce nas Escolas. A concessionária de eletricidade editou o livro com base na lei estadual de incentivo à cultura. O palhaço Lambinha foi criado para levar às escolas a idéia de consumir eletricidade sem riscos e com economia.

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Diário do Nordeste - Caderno 3 - 06/10/2001

Pra brincar e ninar
Por André Marinho

Uma ode à infância, numa celebração de música, brincadeiras e jogos. Hoje o Parque do Cocó, às 16h30min, estará iluminado. Não só pelo sol, mas pelo resultado musical e lúdico de dois discos e um livro produzidos pelo jornalista Flávio Paiva, "Flor de Maravilha".

A experiência de ser pai tocou fundo o jornalista e produtor cultural Flávio Paiva em 1999. Da inspiração do nascimento do garoto Lucas, veio também o primeiro rebento musical, "Samba-le-lê", um trabalho surpreendentemente lúdico, em meio á erotização infantil a que os pequeninos estão submetidos, diariamente, a todo momento.

Dois anos depois, veio o segundo filho. Natural e, digamos, fonográfico também - Artur e "Bamba-la-lão", respectivamente. O disco deu continuidade ao trabalho iniciado em 1999. "Flor de Maravilha", produto que contém os dois discos e um livro, nasceu da necessidade e da "cobrança saudável" de alguns educadores no sentido de como usar as músicas de forma didática. "Existia essa cobrança e resolvi dar referências de uso, onde contextualizo e sugiro formas de trabalhar criativamente as músicas", diz Paiva.

Não é para menos. Os CDs saíram das fronteiras cearenses e ganharam escolas do Sul do País, na capital paulista, no interior de São Paulo, Minas Gerais e até nas fronteiras do Rio Grande do Sul.

Hoje, a festa começa com o grupo ViVação, fazendo brincadeiras para "aquecer" as crianças. Depois sobe ao palco a banda e a cantora Olga Ribeiro, que interpreta as letras cheias de referências infantis e nordestinas de Paiva. Um coro de 12 crianças, com faixa etária de cinco a 12 anos também compõem o espetáculo.

A formação da banda traz os músicos Adelson (acordeon e teclados), Oto Jr. (percussão), Márcio Resende (sax), Ricardo Leite (baixo), Cristiano Pinho (guitarra), Tarcisio Sardinha (violão e direção musical).

A resposta ao trabalho tem surpreendido e enchido de orgulho e emoção o jornalista. Na semana passada, por exemplo, num encontro de corais infantis, no Colégio Santo Inácio, dois corais cantaram músicas de "Samba-le-lê". O arrepio do autor foi imediato. Noutra feita, ao chegar na escola do filho Lucas, encontrou todas as crianças da sala fazendo cafuné umas nas outras, ao som da bela melodia de "Cafuné". "É impossível não se emocionar com momentos como esses", diz ele.

Além desse feed-back, o que também impressiona Paiva é a participação de crianças, que chegam, inclusive, a ligar para ele, questionando e perguntando sobre o significado de algumas músicas.

A busca por uma infância onde a imaginação, a brincadeira interativa, onde as cantigas exercem uma função fundamental no imaginário da construção do ser é o mote que Flávio Paiva colocou como objetivo nesses trabalhos. "Despertar o interesse pela música e pela leitura, estimular a criatividade, chamar a atenção para traços relevantes da nossa cultura e facilitar as relações interpessoais são alguns dos princípios que movem este propósito", defende.

Músicas como "Amarelinha", "A Semetinha", "Pra Ninar o Carneirinho", "Xacundum no Tum-Tum do Papai", "Curupira e Boitatá", "Bolhas de Sabão", "Pinóquio e Emília" resgatam uma infância ingênua, diferente do bombardeio de informações, desenhos violentos e a já citada erotização precoce dos "baixinhos".

Flávio Paiva prefere evitar a palavra "resgate", mas sim o de dar ao presente a possibilidade de acesso a valores culturais que são fundamentais na formação do ser humano na infância: a fuga do concreto para o sutil, com naturalidade, estimulando o respeito, o cuidado e a afetividade com o próximo. "Fazer naturalmente, pelo prazer de fazer", explica.

Muito disso vem da infância feliz de Flávio, no sertão de Independência, interior do estado, onde viveu até completar 16 anos. Criado com liberdade, brincou pra valer, só conhecendo a tv aos dez anos. "Tudo isso refletiu nesse trabalho, mas a vivência de ser pai também", garante o jornalista.

Por isso, ele não critica a indústria cultural e o consumismo exacerbado a que são expostos as crianças. "Os pais deveriam dar mais atenção aos filhos, fazer um esforço mínimo para mostrar exemplos bons, a brincadeira com liberdade, o estímulo à imaginação", diz. E cita Confúcio quando perguntado se rema contra a maré: "Prefiro acender uma vela que amaldiçoar a escuridão".

Com uma tiragem limitada de 1.500 exemplares, 500 deles repassados a arte-educadores cearenses que participam do Seminário de Arte-Educação que está acontecendo, por enquanto "Flor de Maravilha" não será vendido em lojas. Mas Flávio Paiva se coloca à disposição de outros educadores interessados via e-mail (flaviopaiva@fortalnet.com.br), desde que eles façam uma explanação do tipo de projeto educativo que desenvolve, para que ele avalie. Cerca de 150 mil crianças de várias escolas públicas cearenses serão beneficiadas com a iniciativa, que contou com o apoio cultural da Coelce.

Já os dois discos serão vendidos na tarde de hoje, ao preço promocional de R$ 10,00, cada um, pelos meninos da Associação Curumins, no Parque do Cocó. Os CDs também estão sendo comercializados na livraria Nobel, do Shopping Del Paseo e na loja de brinquedos infantis Cuca Legaç, na rua Osvaldo Cruz, 1306.

Para concluir, Flávio faz uma síntese do que representa "Flor de Maravilha": "É uma aposta no homem, na crença de que é possível evoluir, desde que se trabalhe com honestidade de sentimentos". Iniciativas como essa emocionam, frente à desordem atual da humanidade.

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Diário do Nordeste, Caderno 3 - coluna Regina Marshall, 06/10/2001

Flashes
(...) O jornalista Flávio Paiva lança às 16h30min, no Parque do Cocó, o livro infantil "Flor de Maravilha". Na ocasião, Olga Ribeiro e Banda apresentarão músicas dos CDs Samba-le-lê e Bamba-la-lão.

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O POVO, 06/10/2001

Música ao vivo
Quem quiser conferir, ao vivo e a cores, as músicas dos CDs "Samba-le-lê" e "Bamba-la-lão" esá convidado para o show que acontece hoje, às 16h30min, no anfiteatro do Parque do Cocó. As músicas de Flávio Paiva serão interpretadas por Olga Ribeiro e banda, além de um grupo de crianças que também participa dos CDs. O evento marca o lançamento do livro "Flor de Maravilha", também do jornalista Flávio Paiva, que reúne textos com sugestões de atividades didático-pedagógicas a partir das letras dos dois CDs. o livro traz ainda letras de músicas cifradas para violão, partituras e ilustrações exclusivas dos artistas Dim (Antônio Jader Pereira dos Santos) e Nice Firmeza.

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O POVO. Sábado, 6 de outubro de 2001

Flor de Maravilha
A cantora Olga Ribeiro, acompanhada de banda, apresenta as músicas do livro Flor de Maravilha, hoje, no anfiteatro do Parque Ecológico do Cocó, às 16h30min. O show apresenta as canções contidas nos CD's Samba-le-lê e Bamba-la-lão (encartados no livro), ambos de autoria de Flávio Paiva, além de contar com a participação do grupo de crianças que as interpretam no CD. Flor de Maravilha (Editora Plural de Cultura) reúne músicas, jogos e brincadeiras, sendo destinado a educadores. O apoio é da Coelce, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. Por conta dos shows, as crianças da Associação Curumins estarão vendendo os dois CD's ao preço de R$ 10,00. A entrada é franca.

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Diário do Nordeste - coluna "É...", 05/01/2001
Por Neno Cavalcante

Alto Nível - O jornalista, escritor e compositor Flávio Paiva lança amanhã, às quatro e meia da tarde, no Parque do Cocó, o livro Flor de Maravilha, com brincadeiras, jogos e músicas. Acompanhado de dois CDs infantis de Olga Ribeiro, é uma peça da qual os que têm criança em casa não podem prescindir.

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O POVO. 05/10/2001

Mundo Infantil
jornalista Flávio Paiva lançará amanhã, às 17 horas, durante show no Parque do Cocó, o livro infantil Flor da Maravilha. Com apoio da Coelce, tendo ainda como atração a cantora Olga Ribeiro.

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O POVO. Sábado, 3 de outubro de 2001

& MAIS
O jornalista Flávio Paiva lança, esta tarde (às 4 ½), no anfiteatro do Parque Ecológico do Cocó, seu superlindo livro infantil “Flor de Maravilha”. No recheio: textos sugerindo atividades de intenções didático-pedagógicas, letras de músicas cifradas para violão, partituras e ilustrações exclusivas dos artistas naif Dim e Nice Firmeza. E mais: o livro traz como encarte os CDs Samba-le-lê e BA,BA-la-lão com 21 cantigas de Flávio Paiva, interpretadas por Olga Ribeiro.

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