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Livro Flor de Maravilha |
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| Sobre o Livro | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Ilustrações: Dim e Nice Firmeza Assuntos: cultura popular – contos – música Sugestões de atividades
São 20 (vinte) histórias e 20 (vinte) músicas, cada qual especificamente na sua linguagem que, num processo de intertextualidade, brotam de 20 (vinte) TEMAS ESSENCIALMENTE COTIDIANOS (que falam do dia-a-dia das crianças, de suas brincadeiras, amizades, das pessoas, dos animais, de manifestações da cultura popular, enfim, da vida). Entre histórias e canções do Flor de Maravilha, as crianças vão conviver com 'A menina do pé pulador'; 'O susto da sereia dorminhoca'; 'O piolho ciumento'; 'O tocador de pratos'; 'A primeira adivinhação do mundo'; 'O abraço do pingo de gente'; e outras tantas, para ler, sonhar, cantar e brincar. As histórias podem ser lidas pelos adultos ou pelas crianças e as cantigas podem ser cantadas por todos. Na sua proposta de AMPLIAÇÃO
DAS POSSIBILIDADES DE LEITURA, o autor, Flávio Paiva (jornalista,
compositor e escritor cearense, 45 anos), além de contar com
as BELAS ILUSTRAÇÕES dos artistas plásticos Dim
(acrílica sobre eucatex) e Nice Firmeza (bordados em cambraia
de linho), traz as PARTITURAS das canções transcritas
pelo maestro Tarcísio José de Lima, tendo as letras
de todas as FAIXAS CIFRADAS pelo violonista Tarcísio Sardinha.
A obra é acompanhada por um cd com as músicas de Flávio
Paiva cantadas por Olga Ribeiro, TODO GRAVADO COM INSTRUMENTOS E MÚSICOS
REAIS. |
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| Imagens e Vídeos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Semana da Criança 2004 |
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| Alcance | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
"Flor de Maravilha" é um livro delicioso, do Flávio Paiva, publicado pela Cortez. Mistura de música e histórias, com ilustrações deliciosas, totalmente infantis, de Dim e Nice Firmeza. A menina do pé pulador, O piolho ciumento, Cafuné, O susto da sereia dorminhoca, O palhacinho chorão... Está tudo no livro" http://www.rubemalves.com.br/textohome.htm
Histórias para ler, sonhar e cantar. Esta é a proposta deste livro que contêm vinte pequenas histórias inéditas acompanhadas de vinte cantigas que falam do dia-a-dia das crianças, de suas brincadeiras, amizades, pessoas, animais, enfim, da vida. O livro Flor de Maravilha, de Flávio Paiva — jornalista, escritor e compositor cearense — além de contar com as belas ilustrações dos artistas plásticos Dim e Nice Firmeza, traz as partituras das canções (a obra é acompanhada de um cd com as músicas de Flávio Paiva cantadas por Olga Ribeiro) transcritas pelo maestro Tarcísio José de Lima, tendo as letras de todas as faixas cifradas pelo violonista Tarcísio Sardinha. Entre histórias e canções, as crianças vão conviver com ‘A menina do pé pulador’; ‘O susto da sereia dorminhoca’; ‘O piolho ciumento’; ‘O tocador de pratos’; ‘A primeira adivinhação do mundo’; ‘O abraço do pingo de gente’; e outras tantas, para brincar e sonhar. As histórias podem ser lidas pelos adultos ou pelas crianças e as cantigas podem ser cantadas por todos. Colégio Santa Cecília Flavio Paiva na Semana do Livro Flavio Paiva é autor de alguns dos nossos melhores livros infantis como Flor de Maravilha, uma bela combinação da música com a literatura. “Ler e cantar é receber do jogo dos sons e das palavras a oportunidade de produzir visões. Nossa consciência é formada na dimensão lúdica. Por isso, produzir para crianças é um exercício de extrema sinceridade”, escreveu o autor. http://www.santacecilia.com.br/scnovo/scNoticias.asp?boxKey=38924¬iciaKey=73134 Vida Simples - Edição 25 LIVROS por Leantro Sarmatz Ciranda Musical http://vidasimples.abril.com.br/biblioteca/resenhas/158.shtml Prateleira Flor de Maravilha - Flávio Paiva Entre histórias e canções do Flor de Maravilha, as crianças vão conviver com 'A menina do pé pulador'; 'O susto da sereia dorminhoca'; 'O piolho ciumento '; 'O tocador de pratos'; 'A primeira adivinhação do mundo'; 'O abraço do pingo de gente'; e outras tantas, para ler, sonhar, cantar e brincar. As histórias podem ser lidas pelos adultos ou pelas crianças e as cantigas podem ser cantadas por todos. Na sua proposta de ampliação das possibilidades de leitura, o autor, Flávio Paiva (jornalista, compositor e escritor cearense, 45 anos), além de contar com as belas ilustrações dos artistas plásticos Dim (acrílica sobre eucatex) e Nice Firmeza (bordados em cambraia de linho), traz as partituras das canções transcritas pelo maestro Tarcísio José de Lima, tendo as letras de todas as faixas cifradas pelo violonista Tarcísio Sardinha. A obra é acompanhada por um cd com as músicas de Flávio Paiva cantadas por Olga Ribeiro, todo gravado com instrumentos e músicos reais. http://www.carladias.com/prateleira.htm Tribuna Impressa - Tô Ligado Flor de Maravilha Livro-CD que combina música e literatura em uma fantástica expedição de descoberta de sons, palavras, imagens e visões a partir de cantos e músicas do cancioneiro popular infantil. O Povo - Cotidiano EU DOEI Tribuna Impressa - Tribuninha Do livro Flor de Maravilha, da editora Cortez. O Povo - Vida & Arte
Uma viagem sensível e penetrante ao mundo da infância é o que nos traz o escritor, compositor e jornalista Flávio Paiva, nesta sua maravilha de livro. Um convite à fantasia, ao encantamento, através de uma composição primorosa de textos, sons e cores, que, em profusão, envolvem o leitor/ouvinte em travessias fantásticas por tempos e espaços, realidades próximas e distantes, mundos da vida e do sonho. Em um cenário no qual a vasta produção cultural para a criança prefere valorizar sonhos de povos estrangeiros, repletos de reis e rainhas, sempre brancos e belos, em castelos encantados, ricos em ouro e diamante, o livro Flor de Maravilha se diferencia ao revelar o mundo da vida e do sonho da nossa gente, nossas matas e nossos bichos. Distante do apelo publicitário das grandes corporações, que visualiza a criança sobretudo na condição de consumidora, levando-a a buscar sua satisfação no mundo do consumo, aqui a criança é valorizada como ser humano, estimulada em sua inteligência e sensibilidade, chamada a descobrir o sentido de expressões como a amizade, a tolerância, a diversidade, entre outras. Neste mundo, a criança descobre que "nem sempre para brincar é preciso ter brinquedo" e que a felicidade pode ser encontrada num barquinho de papel a flutuar nas águas que descem das bocas de jacaré em dias de chuva ou no prazer de contar com amigos nas brincadeiras de roda ou amarelinha. Afinal, "é mais alegre a alegria quando tem muitos brincantes". É esta felicidade genuína que se pode sentir ao ouvir a algazarra da meninada, o barulho do rói-rói, o canto da passarada do sertão ou os sons do xote, da valsinha, do rap funkeado presentes no CD que acompanha o livro. Nas histórias encantadas, que valorizam a noção de pertencimento, há lugar para uma infinidade de bichos: o sabiá, o rouxinol, o preá, o marreco, o papagaio, o tucano, até mesmo o piolho, por que não? Descortina-se uma enorme variedade de mundos, onde a criança pode encontrar seres tão diversos como os habitantes do coco-verde, a bolha teimosa, o turista fujão, o tocador de pratos e os maravilhosos personagens da nossa cultura popular, tais como o Curupira e o Boitatá. Assim, no terreno do lúdico, as crianças são levadas a fazer contato com uma realidade apaixonante, encantadora que, constitutiva do nosso imaginário coletivo, é por elas, muitas vezes, desconhecida. Nós, leitores, grandes ou pequenos, só podemos agradecer ao escritor, compositores e ilustradores por esse belíssimo trabalho de celebração da vida! *Inês Vitorino é professora do Curso de Comunicação Social da UFC e autora do livro Televisão, Publicidade e Infância (Ed. Anablume) Meu Nenê - Pequenas emoções Para ler e ouvir (por Mariana Viktor) O árduo caminho do reconhecimento nacional Em Pernambuco e no Ceará, o difícil acesso aos principais centros de distribuição do país Isabela Martin e Leticia Lins, FORTALEZA e RECIFE
Ao longo do século XX, Pernambuco revelou um time de poetas e escritores cuja obra é conhecida em todo o país e até no exterior: Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Gilberto Freyre. Hoje, no entanto, conta com escritores premiados e consagrados no estado mas pouco conhecidos no Sul do país, como os romancistas e contistas Luzilá Ferreira Gonçalves, Cláudio Aguiar, Gilvan Lemos, Marcelino Freire e Ronaldo Brito, entre outros. Como se isso não bastasse, o estado vem revelando gerações sucessivas de bons poetas, muitos dos quais se firmaram a partir da década de 60, mas que só agora começam a publicar por editoras maiores do Sul do país. Coleções abrigam parte do universo poético de Recife — Temos nomes na “Geração 65” com grande qualidade poética, mas que nunca extrapolaram Pernambuco. Alguns, como Alberto Cunha Melo, só agora estão conseguindo publicar por editoras nacionais. São poetas que têm grande talento, mas que são mal publicados sempre — afirma o crítico pernambucano Mário Hélio. Os anos 70, por sua vez, revelam poetas como Pedro Américo (já publicado no exterior) e Wilson Souza Araújo, que, segundo o primeiro, “é uma tonelada de poesia”. Ao longo das últimas duas décadas, começou a surgir uma outra geração, os chamados independentes, e por fim os marginais. Mas são tantos que a Fundação de Cultura da Prefeitura do Recife terminou lançando mão de coleções destinadas a abrigar parte do universo poético da capital, como as coletâneas “Marginal Recife”, “Invenção Recife” e “Estação Recife”, que revelaram nomes que começam a se firmar no cenário nacional, como é o caso de Micheliny Verunschk, autora do livro “Geografia íntima do deserto”, que está entre os finalistas do Prêmio Portugal Telecom. Segundo a diretora do Departamento de Literatura e Editoração da Fundação de Cultura do Recife, Heloísa Arcoverde, a prefeitura recebe uma profusão de pedidos de publicação de poetas recifenses. — A nossa proposta não é operar milagre editorial, mas mapear a poesia da cidade — diz Heloísa. Na Bienal do Ceará, dezenas de obras de autores locais A oportunidade de ter um livro publicado por uma editora nacional é uma conquista de poucos. O jornalista Lira Neto, com “Castello” (Contexto), e o sociólogo Ruy Câmara, com “Cantos de outono” (Record), são exemplos de cearenses que conseguiram transpor a cerca e pular para outra esfera que lhes deu mais notoriedade, até junto aos conterrâneos. Isso foi possível ao colocarem os pés nos principais centros de produção e distribuição cultural do país. Há oito anos ocupando a cadeira 19 da Academia Cearense de Letras, o professor e poeta Juarez Leitão tem 28 livros publicados por quatro editoras regionais. Ele se lançou na literatura com o livro de poesia “Urubu Rosado” (1981), que tirou o segundo lugar num concurso patrocinado pela secretaria de Cultura do Estado. Mas foi com “Tangenciais” (1987) que conseguiu chamar atenção da crítica literária. Dos contatos feitos na Bienal pode surgir a chance de ver seu mais novo livro publicado por uma editora “de fora”. Estar sempre fazendo coisas diferentes, como histórias em quadrinhos, matérias jornalísticas, música ou literatura infantil, parece ter ajudado o jornalista e escritor Flávio Paiva a transpor algumas barreiras. Ele lançou na Bienal “Flor de Maravilha”. Uma das mais novas apostas da Editora Cortez, de São Paulo, que só recentemente resolveu investir no segmento infantil, “Flor de Maravilha” é uma “superprodução” cearense — o livro é acompanhado de um CD e partituras. Não é o primeiro livro de Paiva. Mas ao receber em mãos, aos 45 anos, “Flor de Maravilha”, impecável plasticamente, o autor ficou surpreso: O POVO, Clubinho, 5 a 11 de setembro de 2004 Flor de Maravilha Entre histórias e Canções CHAMADA
Mais um capítulo na obra dedicada pelo jornalista Flávio Paiva ao público infantil. Reunindo histórias e canções especialmente preparadas para a meninada, “Flor de Maravilha - Música e Histórias Infanto-Juvenis” será lançado hoje, com direito a debate, na 6a. Bienal Internacional do Livro do Ceará “Nossa consciência é formada na dimensão lúdica. Por isso produzir para crianças é um ato de extrema sinceridade”. A avaliação é do jornalista, escritor e compositor cearense Flávio Paiva, que hoje, às 18h, no Auditório Cervantes (B2) do Centro de Convenções Edson Queiroz, apresenta ao público sua mais recente empreitada pelos caminhos do diálogo com o público infantil: “Flor de Maravilha”, projeto que inclui um livro com 20 histórias inéditas e um CD com uma canção referente a cada narrativa. O trabalho inclui ilustrações assinadas pelos artistas plásticos Dim e Nice Firmeza, bem como partituras das canções, transcritas pelo maestro Tarcísio José de Lima, além das letras de todas as faixas, cifradas pelo violonista Tarcísio Sardinha. A interpretação das canções ficou por conta da cantora Olga Ribeiro, que já trabalhara com Flávio Paiva em projetos semelhantes, voltados à molecada, tão carente de boas opções do gênero, nos caminhos mais óbvios da babá-televisão. Entre as histórias, narrativas como “A menina do pé pulador”, “O susto da sereia dorminhoca”, “O piolho ciumento”, “O carneirinho medroso” e “Elói cara de rói-rói” oferecem sugestões à fantasia infantil, com textos suscintos e entremeados por diálogos. “Na combinação da música com a literatura, sinto uma das mais fantásticas expedições de descoberta, no sentido da vida. Ler e cantar é receber do jogo dos sons e das palavras a oportunidade de receber visões”, diz o autor, sobre a lida de descobrir e verbalizar encantos - literários, musicais e também imagéticos - para as crianças. Um trabalho pelo qual Flávio Paiva já recebeu várias mostras de reconhecimento, tanto de escolas que adotaram seus livros, quanto de prêmios como o Nelsons (da música cearense, de melhor compositor de música infantil e melhor disco da área) e o Jabuti, de literatura, do qual em 2002 foi finalista, na categoria livro didático, com a primeira versão de “Flor de Maravilha”, publicada em 2001, trazendo música, jogos e brincadeiras. As canções que fazem parte de “Flor de Maravilha” foram compostas pelo próprio Flávio, sozinho ou em parceria com Tarcísio Sardinha, João Monteiro Vasconcelos, Alberto Lima e Ângela Linhares. Além da esposa do autor, Andréa Pinheiro, com quem ele assina “Lucas” e “Artur”, em homenagem a seus filhos, de cinco e três anos de idade, respectivamente. Assim, o autor pode dizer que mais recentemente aborda o universo infantil com pleno conhecimento de causa, uma vez que já incursiona pelo gênero pelo menos desde 1994. De lá para cá, concebeu os discos “Rolimã”, “Terra do Nunca”, “Samba-le-lê” e “Bamba-la-lão”. Para marcar o lançamento do novo livro-disco, a partir das 18h, na Bienal, será realizado um debate, contando com a participação das professoras da Universidade Federal do Ceará Inês Sampaio e Solange Kate e da estudante do ensino fundamental Ana Luiza Ferreira. Fica a dica para um programa de domingo diferente, para pais e filhos, entre histórias e canções especialmente preparadas para a criançada. Segundo domingo da Bienal Domingo é o dia ideal para pegar a família ou convidar seu melhor amigo, e juntos dar umas voltas entre os estandes montados no Centro de Convenções para conferir a programação da 6ª Bienal Internacional do Livro de Fortaleza. Em sua reta final, o evento continua com uma programação agitada. |
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| Onde Encontrar | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Livraria Nobel do Shopping Aldeota: |
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