Infância - Giroflê  
   
 
 
 
 
 
 
 
 

   
 
 
    Aqui você encontra a repercussão dos trabalhos
infanto-juvenis de Flávio Paiva
 
  Vídeos
 

Confira no vídeo a participação de Flávio Paiva no documentário "Criança, a alma do negócio", produção que trata das relações existentes entre a publicidade e o consumo infantil.

"Criança, a alma do negócio" (Maria Farinha produções) é um documentário sobre publicidade, consumo e infância, com depoimentos de pais e crianças e a participação de pesquisadores do assunto, tais como José Eduardo Romão (Advogado e mestre em Direito Constitucional), Ana Lucia Villela (presidente do Instituto Alana e mestre em Educação), Flávio Paiva (Escritor e Jornalista) Clóvis de Barros Filho (Doutor em Ciências da Comunicação ECA-USP), Yves de La Taille (Professor titular do Instituto de Psicologia da USP), Pedrinho Guareschi (Sociólogo e Doutor em Psicologia), Claudia Armando (Pedagoga), Solange Jobin e Souza (Doutora em Educação e mestre em Psicologia Clínica) e Ana Olmos (Psicanalista).

Direção:
Estela Renner
Produção Executiva: Marcos Nisti


Criança, a alma do negócio
"Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que meu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que eu comprei maquiagem para mnha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?

Este documentário reflete sobre questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real, este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância."


  Certificado de Reconhecimento pela Obra Infantil



Clique para ver a foto ampliada.




 
 

 

Diário do Nordeste
Fortaleza, CEARÁ, TERÇA-FEIRA, 26 DE MAIO DE 2009 - Caderno Regional, pág. 2

PRÊMIO LITERÁRIO
Concurso homenageia escritor

Equipe da ONG
História Viva,
Com o escritor
Flávio Paiva.
Foto: Andréa Pinheiro

O escritor, jornalista e colunista do Diário do Nordeste, Flávio Paiva, está sendo homenageado em sua terra natal, o município de Independência. Como forma de incentivo à leitura e à valorização de novos escritores, foi lançado o Prêmio Literário Escritor Flávio Paiva. A coordenação do prêmio está sendo realizada pela Organização Não Governamental (ONG) História Viva, uma entidade filantrópica.

O tema do primeiro concurso é “Independência, minha inspiração”. Os textos podem ser ficção ou não-ficção, desde que abordem aspectos da cultura, da memória e da história do município. As inscrições — de alunos das escolas públicas e particulares da cidade, entre 12 e 17 anos — já foram encerradas. Agora, os estudantes se preparam para, até o dia 30 de junho, entregarem os trabalhos.

As categorias do prêmio são: Crônica, Conto, Poesia e Literatura de Cordel, como forma de estímulo à liberdade criativa, podendo a premiação do 1º, 2º e 3º lugares serem em uma só categoria ou em categorias variadas, de acordo com a decisão irrevogável do júri.

A comissão julgadora — composta por cinco profissionais reconhecidos no meio literário e professores de Língua Portuguesa — poderá decidir até o dia 15 de julho. No dia 1º de agosto, será divulgado os dez melhores alunos, no site da ONG. E, no dia 8 de agosto, será realizada a entrega dos prêmios — pelas mãos do escritor Flávio Paiva —, na sede da entidade, às 19 horas.

Premiação
O primeiro colocado do concurso ganhará um computador, certificado de participação e um livro autografado pelo escritor; ao segundo colocado será entregue um DVD, certificado de participação e livro autografado pelo jornalista; e o terceiro, um MP3, além de certificado e livro.

Mais informações:
ONG História Viva - Casa da Memória e Estação Leitura
Rua Cícero Justino, S/N, Centro – Independência – 63640-000
www.onghistoriaviva.blogspot.com

 

 

COMUNICAÇÃO - Boletim Informativo do Colégio Santa Isabel
Ano VII nº2 - Junho de 2008

Chamada:
Flor de Maravilha -
Infantil 4 se diverte com atividades relacionadas às histórias do livro de Flávio Paiva



Flor de Maravilha

O "Carneirinho medroso", "O mistério da rede amarela" e "A menina do pé pulador" foram algumas das histórias que nortearam o dia-a-dia das crianças do Infantil 4 durante o primeiro semestre. essas histórias são parte do livro Flor de Maravilha, do autor cearense Flávio Paiva, e que deu nome ao projeto dessa turminha. "A escolha do Flor de Maravilha se deu pela união das histórias com músicas, o que nos permitiria um leque de possibilidades e sabíamos que as crianças iriam aprovar", destacou a professora Raquel David.

As professoras acertaram em cheio e a criançada adorou a idéia. A cada dia era trabalhada uma história do livro e sua respectiva música. As atividades ultrapassaram a simples leitura e estimularam a imaginação da garotada. Com a historinha "O diário da bolha teimosa", as crianças fizeram a festa no pátio, soltando bolhas de sabão. Já com "O menino que deu um pulo no mundo" foi a vez das pipas ganharem o céu.

O projeto conquistou não somente o seu público alvo, mas também as outras professoras da educação Infantil. Marli Mendes assumiu uma turma do Infantil 4 durante o semestre e confessa que já paquerava com o projeto antes de trabalhá-lo com seus alunos. "Estou apaixonada pelo Flor de Maravilha e a cada dia que passa você percebe que os alunos ficam mais envolvidos com as histórias", conta.

Para a turminha é difícil eleger a história preferida. "Gosto da historinha que tem a borboleta, porque ela voa e eu queria poder voar e ir lá no céu procurar Jesus", fala entusiasmado, Antônio Perilo, alundo da turma A. "Vi que o capitão rapadura é um verdadeiro herói porque ele deu um picolé de manjericão para o sol", destaca Saymon Gomes, aluno da turma B.

Outro sucesso do projeto foi o "Baú do Flor de Maravilha". A idéia surgiu depois do primeiro encontro com os pais e a necessidade de ter um retorno sobre o projeto. Cada criança levou o baú para casa e brincou com os objetos (peteca, bola de gude, amarelinha, pipa, barco de papel, rói-rói etc.) junto com sua família. Os pais ficaram encarregados de registrar esse momento no livro de registro. "No baú queríamos reunir objetos relacionados às histórias do livro e também resgatar as brincadeiras antigas", explica Raquel.

A culminância do projeto foi realizada dia 13 de junho com apresentações de dança e música. Além da presença, ilustre, do autor Flávio Paiva que foi homenageado pelas crianças.

Um jornalista mergulhado na fantasia infantil

De casa em casa, o baú do Flor de Maravilha conquistou a todos os familiares dos alunos do Infantil 4. O autor não podia ficar de fora e ganhou de presente, como mesmo denominou, um "bauzão". Nele, além dos brinquedos já conhecidos pelos alunos, junto estava um livro de registro com os melhores depoimentos dos pais, escolhidos pelas professoras. Flávio Paiva elogiou muito a idéia, mas quem se divertiu mesmo com o presente foram seus dois filhos, Artur e Lucas. Confira a seguir a entrevista realizada por e-mail com o jornalista:

Comunicação - Por que dentre os livros publicados escolher também o público infantil?

Flávio Paiva - Não foi bem uma escolha, foi o que costumo chamar de efeito da paternidade criadora. Escrevo e componho primeiramente para os meus filhos Lucas e Artur. Tenho uma satisfação muito grande de compartilhar com eles aspectos memoráveis da minha infância e da fantástica experiência de universo infantil que tenho vivido na companhia deles. Dessa situação fundamentalmente caseira, para chegar aos livros que, de forma caprichada, a Editora Cortez tem editado e que, de maneira afetuosa, crianças, pais e educadoras de todo o Brasil vêm acolhendo em suas brincadeiras de ler e cantar, é uma questão de amor transbordante.

C- Você também gosta muito de trabalhar com canções infantis, de onde surgiu a idéia de casar textos com cantigas?

F.P. - Por mim, todo o meu trabalho literário teria ilustrações sonoras. Isso não tem sido possível porque é muito caro produzir os cds que são encartados nos livros, com uma qualidade técnica e artística que respeite a quem chega para participar da história. E não procuro fazer esse tipo de associação apenas no caso de produção literária. Quando os meus pais fizeram 50 anos de casados, compus para eles uma Missa Sanfonada. Lembro que na ocasião a pessoa que cuidou do cerimonial ficou espantada porque eu havia combinado com os meus irmãos que a igreja não seria decorada com flores. Falei para ela que a ornamentação seria sonora. Deu trabalho para ela aceitar, mas, tenho certeza de que ela mudou de idéia na hora da celebração. Quando Andréa e eu casamos, também fiz a composição de uma música tema para a cerimônia da nossa união. Óbvio que quando os meninos nasceram, cada qual ganhou um disco de presente, com as nossas boas-vindas ao mundo.

C- O que achou da iniciativa das professoras do Colégio Santa Isabel em trabalhar com um projeto a partir de uma obra sua?

F.P. - Fiquei maravilhado com esse trabalho. Quando a professora Raquel me entregou o "Baú do Flor de Maravilha" e me mostrou os depoimentos das crianças, das mães, dos pais, muitos deles com a presença de primos, tias, avós e amigos, falei para ela que ações pedagógicas com esse alcance, com essa nítida manifestação de sensibilidade educativa, realimentam o meu otimismo de que, apesar da crise de significados que o mundo atravessa, temos muito o que oferecer aos nossos filhos e filhas. As anotações cuidadosamente trabalhadas com desenhos, bordados, flores artesanais, lantejoulas e fotos, feitas pelas famílias falam por si, dizem do quanto a leitura é encantadora, quando a meninada tem a oportunidade de pegar um livro para ler porque está com vontade de se encontrar em sua fantasia. O que o Colégio Santa Isabel está fazendo com o "Baú do Flor de Maravilha" é criando situações de vivências literárias, socializadas com brinquedos e músicas. Este sim, é um projeto criativo e eficaz de formação de leitores e de preparação para a dinâmica da vida em sua dimensão mais plena.

C- O que você e seus filhos acharam do baú com itens das histórias do livro Flor de Maravilha e dos depoimentos feitos pelos pais?

F.P. - Meus filhos amaram aquele bauzão cheio de brinquedos, envolto na atmosfera das histórias e das músicas que eles me inspiraram a escrever e a compor. Eles gostam dessas coisas que sugerem surpresas e lembranças boas. Cada um tem uma pequena de madeira decorada, que eles chamam de "maleta de objetos pessoais", que ganharam de presente do nosso amigo Abidoral Jamacaru, um admirável compositor caririense. Percebo que, lembrando ou não do que guardam dentro delas, seus olhos brilham toda vez que as abrem. Imagine como não foi para eles abrir e escarafunchar o "Baú do Flor de Maravilha". Este baú é uma metáfora do próprio livro/cd, uma metáfora que dá pra pegar, para sentir de perto. E isso é fabuloso.

C- Há projeto para novas publicações voltadas para esse público?

F.P.- Além do Flor de Maravilha, a Cortez já editou de minha autoria outros dois livros/cds, o Benedito Bacurau (O Pássaro que não nasceu de um ovo) e A Festa do Saci. Editou também o Titico Achou um Anzol (Aventuras com aves e animais da Caatinga) e o Fortaleza (De Dunas Andantes a Cidade Banhada de Sol). É o que temos feito. Não sei falar do que poderá surgir em termos de novas publicações, só sei dizer que na nossa casa a aventura continua.

 

 

DILETOS LEITORES
Revista Interatividade - Colégio Santa Cecília

"Um bom livro em mãos é sempre janela aberta à imaginação. À cata de bons devoradores de livros, garimpamos na biblioteca Agathe Verhelle, do Santa Cecília, leitores que não perdem a oportunidade de levar alguma coisa nova para casa ou dedicam um tempinho entre uma aula e outra para passar os olhos nesse mundo mágico de palavras impressas no papel. (...)"

APROVEITE AS DICAS DOS NOSSOS LEITORES
"Jesus Cristo - o mestre da sensibilidade" (Augusto Cury)
"Nunca desista dos seus sonhos (Augusto Cury)
"Flor de Maravilha" (Flávio Paiva)
"Capitães de Areia" (Jorge Amado)
"A droga da obediência" (Pedro Bandeira)

 

 

VIII FESTIVAL DE ARTE E CULTURA COLÉGIO MARIA ESTER:
Brinquedos e brincadeiras – Boneca de pano, Cavalo de pau
2007

APRESENTAÇÃO
O VIII Festival de Arte e Cultura do Colégio Maria Ester é resultado do Projeto vivenciado pelos alunos nos meses de setembro, outubro e novembro de 2007 cujo tema: Brinquedos e Brincadeiras - Boneca de pano, Cavalo de pau, possibilitou um resgate dos brinquedos e brincadeiras antigos, além de contribuir para a quebra de paradigmas impostos pela sociedade consumista, onde as crianças estão sendo constantemente assediadas pela mídia para o uso dos brinquedos industrializados.

Qual não é a surpresa dos pais quando o filho chega da escola cantando uma canção muito antiga ou sugerindo uma brincadeira que eles ainda guardam na memória? O Colégio Maria Ester especialmente nos projetos educacionais que privilegiam o folclore brasileiro, muitas brincadeiras da infância dos avós ou bisavós são resgatadas desde a canção Ciranda, Cirandinha até pular amarelinha, muitas das brincadeiras que as crianças atualmente curtem, já encantavam crianças há mais de um século.

Dentre os autores que nos inspiraram para a realização desse projeto destacamos o escritor cearense FLÁVIO PAIVA com a obra FLOR DE MARAVILHA, homenageado por ocasião do VII FESTIVAL DE ARTE E CULTURA COLÉGIO MARIA ESTER.

O livro Brinquedos e Brincadeiras da autora Nereide Schilar Santa Rosa também foi base para o nosso projeto.

2º ATO

(...)

Amarelinha (Jazz Infantil)

A amarelinha é um jogo muito antigo e teve origem em Portugal, onde é conhecida como jogo da macaca.
 
"Joga a pedra numa casa
Pula na ponta do pé
Joga a pedra noutra casa
Faz palminha de Guiné"

Rói, Rói (grupo de dança - Avançado)

Os fabricantes de brinquedos populares costumam utilizar materiais típicos das regiões em que vivem. Um exemplo é o Rói-rói, feito de bambu ou de barro.

 

 

 

 

 

 

 

(...)

Fonte: Folheto do evento

 
 

PROJETO DE ESTUDO: Vida e Obra de Flávio Paiva
Setembro/2005

Casa de Criança: Escola-Creche

I - Identificação:
Projeto de Estudo: "Vida e Obra de Flávio Paiva"
Período de Realização: agosto e setembro/2005
Grupo Envolvido: Educadoras e crianças do Infantil 6 "A" e "C"
Educadora Responsável: Isabel Cristina
Coordenação do Projeto: Ana Ásia Almeida

 

 

 

 

II - Apresentação:
Desenvolver o hábito de ler é essencial na formação dos nossos alunos. Tornamo-nos leitores, quando nos apropriamos da língua como um sistema que representa o meio social.

O contato com diversos tipos de portadores de textos como: revistas, embalagens de produtos, cartazes, histórias em quadrinhos, contos e poesias favorece à criança o desenvolvimento de suas potencialidades criativa, artística, crítica afetiva e cognitiva. Desafiar a imaginação a favor da história, criando personagens e situações fantásticas faz com que a criança sinta-se protagonista do mundo letrado.

Assim, visando contribuir ainda mais com o desenvolvimento do grupo, estamos realizando o projeto literário "Vida e Obra de Flávio Paiva", no intuito de estimular cada vez mais o gosto pela leitura e escrita através das poesias e histórias.

III - Objetivos Específicos:

Flávio Paiva com crianças na Casa de Criança

- Estimular a criatividade;
- Conhecer vida e obras de Flávio Paiva;
- Desenvolver o interesse pela poesia;
- Favorecer a construção da leitura e escrita.

IV - Situações de Aprendizagem:
- Contar histórias;
- Produção de textos coletivos;
- Dramatização de histórias;
- Exibição de filmes;
- Produção de desenhos, pinturas e fantoches;
- Ler e interpretar gravuras.

V - Desenvolvimento:
As atividades serão realizadas a partir do interesse da turma e do conhecimento prévio que têm as crianças, respeitando também o ritmo de cada uma delas. Serão desenvolvidas vivências atraves de gravuras, histórias, confecções de murais, pesquisas, criações de textos coletivos, artes, músicas diversas, dramatizações enfatizando o tema em questão.

VI - Avaliação:
Crianças e educadores socializarão suas opiniões ressaltando os aspectos positivos e o que precisa ser redimensionado durante e após o projeto.

VII - Culminância:
A culminância acontecerá com o 2º Salão Literário, no qual terá a exposição dos livros produzidos pelas crianças no decorrer do projeto.

VIII - Resultado Esperado:
Esperamos que, ao final deste projeto, as crianças tenham conhecido todas as obras de Flávio Paiva tendo também despertado o gosto pela leitura.

 
     
 

HISTÓRIAS AO REDOR DO MUNDO
Colégio Nossa Senhora das Graças

Livreto com as redações dos alunos
Acompanha CD-ROM interativo com a música "Amarelinha", de Flávio Paiva


 

 
     
 
REPINTANDO FLOR DE MARAVILHA
2004

Escola Espaço Vida com Arte
Projeto de Artes - 2004


As crianças da Educação Infantil
repintaram as ilustrações de Nice Firmeza e Dim do livro Flor de Maravilha, do jornalista Flávio Paiva.

 
 

Fique por dentro
O Povo, Clubinho, 25/01/2003

Brincar de Brincadeira
Na rua dó-ré-mi
A meninada canta fá
A bandinha sol-lá-si
Vai tocando sem parar
Engatinha o Zé-pereira
É bom brincar de brincadeira
Cambalhota e guaraná
Brincar, brincar, brincar

Brinca o vento
Brinca o céu
Brinca o tempo
O condão da fada
Brinca a nuvem
Brinca o anjo
No ninho da banda
Sorrindo pra nada.

Essa poesia que você acabou de ler é na verdade uma música. Mas não é uma música qualquer não. Ela foi feita por duas pessoas que têm verdadeira paixão pela magia do brincar e pela beleza que existe nas coisas simples da vida. Uma dessas pessoas é daqui mesmo, o compositor Flávio Paiva, que já lançou dois CDs infantis: o Samba-le-lê e o Bamba-la-lão. A outra é a Bia Bedran, do Rio de Janeiro, uma compositora, cantora e contadora de histórias como ninguém.

Pois não é que esses dois meninos, disfarçados de adultos, se juntaram para conversar sobre o brincar e deram letra e melodia a essa poesia!!! Quem esteve na manhã do sábado passado no Centro de Convenções, durante o Festival Vida & Arte, pôde ouvir pela primeira vez a música, cantada pela Bia. Um lançamento nacional inesquecível!

Aliás, quem gosta da Bia Bedran deve ficar com as antenas ligadas. Em breve ela vai lançar o CD “Qual é a cor” que está em fase de produção. É esperar para ouvir e brincar de brincadeira.

 
 

O melhor de Bia Bedran
O Povo, Clubinho, 18/01/2003

Retornando à Fortaleza pela oitava vez, a arte-educadora, escritora, cantora e compositora Bia Bedran revela ao Clubinho que é uma apaixonada pela cidade. Com trabalhos feitos em parceria com amigos cearenses, ela conta que tem ''uma grande relação afetiva e cultural com o Ceará''. Tanto carinho, ela pretende demonstrar no show que apresenta hoje no Festival Vida & Arte. ''Vou levar uma surpresa'', promete.

O POVO - Como é o show que você está trazendo à Fortaleza?
Bia Bedran - Vai ser bem diferente do show ''Melhor de Bia'' (apresentado em outubro do ano passado no Centro Cultural Banco do Nordeste), apesar de algumas músicas em comum. O show tem uma hora e meia e vou levar os músicos, os bonecos e uma surpresa para Fortaleza.

OP - Alguma música nova?
BB - Sim, vai ter músicas dos dois CDs, que vou gravar em março e que devem sair no segundo semestre.

OP - Dois CDs!?
BB - É. O ''Qual é a Cor?, com músicas inéditas para as crianças. Inclusive, a música que dá nome ao CD eu vou lançar no festival. Vai ser a primeira vez que vou cantá-la para o público. E o outro é o ''Brinquedos Cantados do Brasil'', que vai ter danças para pais e professores ensinarem às crianças. Quero resgatar as danças de roda de todos os estados brasileiros, pelo menos uma de cada um.

OP - Você sempre busca fazer uma música bem brasileira...
BB - Busco a poesia e melodias simples, mas ricas e bem brasileiras. Seja a marcha, o samba, a ciranda... É importante trazer as variedades brasileiras e fazer um resgate da nossa cultura. Eu quero que cada criança se sinta brincando comigo e que isso desperte a leitura e a arte.

OP - Não é a primeira vez que você vem à Fortaleza...
BB - Não, não é. Eu fui pela primeira vez em 1988 para um show no Parque do Cocó. Depois fui várias vezes. Essa agora é a oitava vez. Eu tenho uma grande relação afetiva e cultural com o Ceará. Tenho grandes amigos aí: o Luiz Fidélis, até escrevi um livro com ele (''Segredos da Clave de Sol''), o Flávio Paiva, o Calé Alencar (cantores e compositores cearenses)...

 
 

ENCONTRO DE CORAIS INFANTIS
Colégio Santo Inácio

"O colégio Santo Inácio acolhe com um carinho todo especial os participantes do Encontro de Corais Infantis. Dois motivos especiais nos movem neste evento: a valorização da música como expressão cultural e o incentivo ao talento das crianças que integram as instituições que aqui se apresentam."
(Pe. Pedro Vicente Ferreira, SJ - Diretor)

PROGRAMAÇÃO

Coral Infantil do Colégio Santo Inácio

Regente: Vera Barros*
Repertório: 1) Xacundum no tum-tum do papai (Flávio Paiva)

2) Pato Injuriado (Bia Bedran)

3) Quintal (Bia Bedran)

4) A Pulga (Vinícius de Moraes)

 

 

 

 

*Vera Barros é Assistente Social, concluiu o Curso de Extensão em Música da UFC e freqüenta o Curso Superior de Música da UECE. Atualmente é Orientadora vocal do Coral Moenda de canto, regente do Coral Arte em Canto, integrante do Coral da UFC e do Grupo Vocal Cinco em Ponto.

Coral Infantil CORDIMARIANO

Regente: Erwin Schrader*
Repertório: 1) Rói-Rói (Flávio Paiva)

2) Vamos passear pela cidade (Ângela Linhares / Flávio Paiva)

3) Festa em Independência (Flávio Paiva)

 

 

 

 

*Erwin Schrader: Licenciado em Música pela Universidade Estadual do Ceará em 1997. Foi regente assistente do Coral da Faculdade de Educação (FACED/UFC) sob a regência da Maestrina Izaíra Silvino, regente Fundador do Coral dos Estudantes da Faculdade de Direito/UFC, do Coral Infantil e Juvenil do Colégio Juvenal de Carvalho (JUVA), do Coral Vozesdo Iplance, do Coral Melodia (MARPE - Recursos humanos), em parceria com o Regente Márcio Mattos, do Coral das Águas (CAGECE) em parceria com o regente Luís Carlos Prata e do Coral do DCE/UFC onde gravou o CD "Pra Gente Ser Feliz".

Fonte: Folheto do evento

 
 

I FESTIVAL DE CORAIS SANTA CECÍLIA
Novembro/2001

Coral do Colégio Nossa Senhora das Graças

Regente: Erwin Schrader*
Repertório: 1) Rói-Rói (Flávio Paiva)

2) Ave-Maria (J.S. Bach / Gounod)

3) Festa em Independência (Flávio Paiva / Tarcísio Sardinha)

 

 

 

 
 

I FESTIVAL DE CORAIS SANTA CECÍLIA
Novembro/2001

Coral do Colégio Nossa Senhora das Graças

Regente: Erwin Schrader*
Repertório: 1) Rói-Rói (Flávio Paiva)

2) Ave-Maria (J.S. Bach / Gounod)

3) Festa em Independência (Flávio Paiva / Tarcísio Sardinha)

 

 

 

 
 

Coral do CRESS
Repertório

RÓI RÓI
(Flávio Paiva)

Esse menino não tá com fome

Não quer mamar, não quer chorar

Não atende pelo nome

Que coisa estranha

Ai, meu Deus! Será que dói?

Tava brincando, tá resmungando

Acho que engoliu um rói rói

Rói Rói Rói

Gira no breu

Rói Rói Rói

Faz som no barro

Rói Rói Rói

Tem um barbante

Rói Rói Rói

Nas mãos desse gigante

http://www.coraldocress.hpg.ig.com.br/roi.htm

 
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