Musicais - Participação em Coletânea  
   
 
 
 
 
 
 
 
    Estroboscópica (Flávio Paiva,
Cristiano Oinho, Kátia Freitas)

Grandes Compositores e Intérpretes
(CD+), 1999.
 
    Repertório | Letra | Alcance  
  Repertório    
 

CD1

Ceará
Celinho Barros

Rural II
Neo pi Neo

Tatuagem
Rita de Cássia

Vaqueiro Valente
Artur Neto

Bom é chamegar
Chico Bezerra

Se eu errei
Márcia Perazo

Me seduz
Sivaldo Dias/ Ezequias

Escandalosa
Djalma Esteves/ Moacir Silva

Vaca estrela e Boi fubá
Patativa do Assaré

A releitura de motivos populares e a atração
pela urbanidade, feitas pelo viésis do gênero
mpb e do pop, revelou uma apreciável
alteração na linha evolutiva da nossa música.
Flávio Paiva

Brasil de Dentro
Eugênio Leandro

Outro ar
Jabuti/ Amaro Pena

Descobertas
Amaro Pena/ Roberto Pinho

Felicidade Agora
Calé Alencar

Cantares
Pingo de Fortaleza/ Fernando Néri

Carruagem
Rodger Rogério/ clodo

Solitudine
Chico Pio/ Totonho Laprovitera

O que não foi, nem será...
Humberto Pinho


CD2

Cordão de Isolamento
David Duarte

Estroboscópica
Flávio Paiva, Cristiano Oinho, Kátia Freitas

Parto
Paulo Façanha/ Beto Paiva

Temporal
Edmar Gonçalves

Barbara de Alencar
Lily Alcalay

Descontrole
Isaac Cândido/ Marcus Dias

BEm me Quer (onde anda você)
Mona Gadelha/ Sigbert Frankilin

Um Nordestino no concreto
Fernando Catatau

Estranhos Terrestres
Valery Mesquita

E daí?
Chuistianne Gomtos

Manifesto neo marxsista liberal
Ricardo Kelmer/ Toinho Martan

Cachoeira das moças
Manassés

Sará um funk?
Nelio Costa

Setembro
Marcílio Homem

Amolando a faca
Cristiana Pinho

Cavalos Selvagens
Alex Holanda

 
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Estroboscópica
Kátia Freitas / Cristiano Pinho / Flávio Paiva)

Se você for esperar o dia
Em que eu me tornar perfeito
Direito demais
Como você pensa que não quero ser
Pode mudar de vaidade
Que só o amor não é verdade
Neste mundo...

Meu bem
Cuide dessa indecisão
Ela gira nosso amor pra trás
Como as rodas das carruagens
Na tela do cinema

Veja bem
Esse ar fluorescente
Pára corpo, pára dengo, paranóia
Paralaxe
É devaneio...

E eu não consigo mais
Segurar esses monstrinhos
Do meu zôo colonial
Você precisa acostumar
Eles não mordem
Mas lhe querem nua, toda rua, toda lua
Sem ficção, sem script, afinal

Esse cheiro que é só seu
É meu
Esse brilho dos seus olhos
Também, meu bem
Reluz, seduz, ano-luz
Zune no espaço sideral


 

 

 

 
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