Livros - Autorais  
   
 
 
 
 
 
 
 
    Guia de Praias.
Edições Demócrito Rocha, 2003.
 
     

"Recebi amigos de Paris – marinheiros de primeira viagem no Ceará. Nem o Ceará nem eu podíamos fazer feio... Tantas belezas para desfrutar... e só 20 dias. No lugar da baguete, colocamos o Guia de Praias do Ceará debaixo do braço e botamos o pé na estrada. Descobrimos lugares fantásticos" (Marie Dayras)

 
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ANÚNCIOS DE DIVULGAÇÃO DAS TRÊS EDIÇÕES DO GUIA DE PRAIAS
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Seja qual for a sua praia, este é o seu guia (1999)

 

A mina... o mapa (1999)

 
Para ler o Ceará (1999) Kit Férias (2001) Chega de conhecer as belezas
do litoral cearense... (2002)
   
Nas férias com você (2003)  
 

 


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Jornal O POVO, Turismo – Viagem do Leitor
Fortaleza, 22/08/2002

Guia de Praias na bagagem
Sol, mar, areia. Para quem gosta dessa mistura, o Ceará é o destino certo. Além das belas paisagens, as praias cearenses esperam o visitante com um povo hospitaleiro e uma culinária deliciosa à base de frutos do mar.

Se o litoral do Ceará já e um dos maiores do Brasil, com 573 quilômetros de praias, imagine percorrer essa distância mais de 60 vezes. O casal Ana e Adelmir Jucá fez isso nos últimos três anos. De carro, eles viajaram mais de 35 mil quilômetros conhecendo as praias do Estado. Sempre depois de uma semana cheia de trabalho e preocupações (os dois trabalham na área educacional), o casal resolve pegar o carro e sair no fim de semana passeando pelo litoral cearense.

No início, eles não tinham muita orientação. Ao chegarem nas praias mais distantes perguntavam para os nativos os nomes e as histórias dos locais. Num das viagens, o casal, sem querer, acabou conhecendo a praia de Galinhos, no Rio Grande do Norte. Quando a primeira edição do Guia de Praias do Ceará, Edições Demócrito Rocha, chegou às bancas em 1997, Adelmir decidiu comprá-lo.

Com o mapa, as dicas de serviços e as informações turístico-culturais do livro, os passeios do casal ficaram melhor orientados. “Conhecendo o guia, passamos a marcar no mapa todas as praias por onde passávamos”, diz Adelmir. Não é à toa que hoje, de tanto manuseio mais o desgaste da água e do vento, o mapa mais parece um quebra-cabeça. Além das indicações de localização, o casal também consultou o guia para obter dicas de pousadas.Alguns locais, no entanto, foram sugestões de amigos. “Ao invés de termos uma casa de praia resolvemos ter uma casa em cada praia”, diz Ana.

Histórias não faltam para contar. Como a infra-estrutura hoteleira não suficientemente boa em todo litoral cearense, o casal já teve de dormir na varanda da casa de particulares e até em uma pousada familiar com um só quarto. “para ter idéia o café da manhã era servido na cozinha da Lúcia, a dona da pousada”, lembra Ana com todo bom humor.

E bom humor é o que não falta para o casal. O objetivo dos passeios é justamente não se preocupar e não seguir uma programação rígida. Se a conversa com o dono de um bar está interessante ou se encontra um turista pedindo orientações, o casal dá uma pausa na viagem seja por quanto tempo for. Quando viajam no sábado, eles já tiram o relógio do pulso. O celular fica ligado para alguma emergência, mas com um detalhe. “Se me ligam para resolver um probleminha de trabalho ou outra coisa, eu digo que estou no Icaraí de Amontada (praia do Litoral Oeste a 246 quilômetros de Fortaleza) e a pessoa já sabe que não vou poder voltar e resolve ela mesma o problema”, diz.

Se para muitos, fazer uma viagem dirigindo um carro já significa cansaço, para Adelmir faz parte de um bom passeio. Eles já visitaram alguns lugares mais de uma vez, inclusive praias mais isoladas. “Já chegamos a sair no sábado, só para dormir em Jericoacoara e voltar”, diz Ana. A praia, distante 341 quilômetros de Fortaleza, é uma das preferidas e destino certo da família (o casal tem dois filhos) nas festas de reveillon. Outros locais que recomendam são as dunas do Cauípe, as praias de Tremembé, Redonda, Icapuí e a deserta Almofala. Desde que começaram o roteiro de praias, o casal não visita as serras. É só areia, sol e mar.

O roteiro raramente é definido com antecipação. Eles contam que chega sexta-feira e um pergunta para o outro: vamos para onde? No fim de semana passado, no entanto, a viagem já estava programada. Ana e Adelmir queriam mostrar para um casal carioca que estava passando uns dias no Ceará, as belezas das dunas do Cauípe.

Dirigir, velejar e saborear
O início das viagens de Ana e Adelmir coincidiu também com o começo de uma outra paixão: a prática do windsurf. No Cauípe, litoral oeste, o casal fez um curso básico e sempre tenta praticar o esporte nas praias que conhece. O equipamento vai na bagagem ou é alugado no destino. E por falar em bagagem, o casal viaja preparado. Kit de primeiros socorros, equipamentos e ferramentas para o carro, lanches, água, cadeiras plásticas dobráveis e até uma churrasqueira improvisada (com quatro estacas, grelha e carvão) para ser montada na areia mesmo. Outra preocupação do casal é sempre viajar com um depósito para colocar lixo. O importante é manter as praias sem sujeira.

Com tantas viagens, o casal tem boas recomendações sobre a gastronomia do litoral. Na praia de Barro Preto, por exemplo, a 39 quilômetros da Capital, eles destacam o caranguejo do Tatá. “É o melhor do mundo”, avalia Adelmir. Na Taíba, distante 77 quilômetros de Fortaleza, a dica é conferir os pratos à base de peixe. Outra boa lembrança é a hospitalidade do povo cearense. Principalmente nas praias mais desertas, típicas vilas de pescadores, tratar bem o visitante é um instinto natural, daquels que nem sabem direito o que é hospitalidade. Ana conta que numa dessas praias, quando já iam dormir, um menino bateu à porta dizendo: “Meu pai está chamando vocês”. Quando chegaram no casebre, encontraram o pescador torrando peixinhos num latão cheio de carvão.

Mas restam também algumas críticas. Para eles, falta sinalização nas estradas e indicações turísticas. Quanto à infra-estrutura hoteleira, eles acreditam que muitos locais ainda deixam a desejar, principalmente para turista estrangeiros, que são mais exigentes e querem mesmo é conhecer bonitas paisagens em um hotel confortável. “Infelizmente ainda perdemos para litorais como o de Pernambuco”, reconhece Adelmir. Ele lembra também que em muitos locais são crescentes os empreendimentos de estrangeiros principalmente italianos, portugueses e suíços.

E por falar em estrangeiros, foi quando se hospedaram numa pousada de um suíço que eles vivenciaram uma engraçada história. O dono costumava fechar cedo e o casal não sabia. Quando chegaram na pousada, às 22 horas, o restaurante estava fechado. Acabaram num botequim, jantando sardinha com refrigerante de caju. “São tantas as emoções”, brinca Ana.

Agora que compraram a nova edição do Guia de Praias do Ceará, o casal quer passar tudo “a limpo”, refazendo as viagens. “Falta ainda conhecermos as praias já próximas ao Piauí”, afirma Adelmir.

VALOR ECONÔMICO, Eu & Consumo – Meu Guia
Segunda-feira, 12/08/2002

TOMANDO RUMO EM TERRA E MAR NO CEARÁ
Os autores Flávio Paiva e Miguel Macedo, garantem que a versão atualizada do seu “Guia de Praias do Ceará” (Edições Demócrito Rocha, 232 páginas, R$ 15) nada tem a ver com a mais nova “onda Ciro Gomes” – nascido em São Paulo, mas criado no Estado nordestino. Mas foi com igual expectativa de sucesso (e) leitor brasileiro que eles mapearam 573 Km de mar, dunas, falésias e coqueirais ao longo de 12 dias inteiros, viajando das 6h30 às 2030 a bordo de um Mazda 4x4.

A edição recém lançada da obra, desta vez escrita somente em língua portuguesa, foi pautada para quem igualmente estiver com fôlego (e gasolina) suficiente para desbravar as praias de carro. As instruções sobre como chegar, no rodapé de cada página, o que não significa letras miúdas, são as mais detalhadas possíveis, com indicação de semáforos, trilhos, atalhos, postos de gasolina, vias mais ou menos estreitas e por aí vai. Os autores se preocuparam até mesmo em alertar o leitor sobre as ruas que mudam de nome no meio do caminho. Impossível se perder. A própria organização do guia segue essa lógica, e os viajantes devem ter como ponto de partida, ou como definem os autores, na estátua de Iracema, na Praia de Mucuripe.

Paralelamente à objetividade do pé de página, os autores se deram a liberdade de fazer prosa e poesia a respeito de cada localidade, em textos escritos em cima das fotos, que chegam a ocupar mais de três quartos de quase todas as folhas. Um aspecto pitoresco é a página “souvenir musical”, onde o leitor encontra doze sugestões sobre músicos e intérpretes cearenses - duas delas são de autoria do próprio Paiva.

A dupla também usa e abusa de regionalismos, como a expressão “mangando nos outros”, usada para descrever a mesma Mucuripe: “Assumimos a nossa parcialidade e subjetividade, muito maior que um critério técnico ou turístico”, reconhece Paiva.

O autor observa que o caráter autora do guia também lhes permitiu fazer algumas observações críticas, ainda que sutis, como em relação à notória Jericoacoara: “...essas e outras dunas de Jeri precisam da atenção permanente (...) antes que a fúria dos tratores da especulação provoque surpresas indesejáveis.

Encerrando a obra, um anexo de serviços com dicas de hotéis, pousadas, flats e restaurantes, organizados por faixa de preço, e divididas na Fortaleza do leste e do oeste e no litoral, de direções idem. Pelo menos nesse caso, o (e) leitor vai saber para onde ir.

Jornal O POVO, Coluna Vertical S/A
Fortaleza, 15/07/2002

Por Jocélio Leal

O GUIA DE PRAIAS DO CEARÁ
O desafio era ousado. Produzir um guia que era capaz de servir como orientador para completos desinformados sobre o litoral cearense. Noutras palavras, um autêntico navegador silencioso. O ano era 1997. A missão foi cumprida e repetida em 1999. Em ambas as edições, o Guia de Praias do Ceará (Edições Demócrito Rocha, R$ 15) causou boa impressão. Demarcando cada referência dos diversos caminhos que levam à Costa, conseguiu superar de longe todas as publicações já produzidas na área. Agora, na terceira edição, que acaba de chegar às bancas e livrarias de Fortaleza, o Guia assinado pelos jornalistas Flávio Paiva e Miguel Macedo agregou mais conteúdo. Nessa nova edição, uma decisão editorial deu mais agilidade. O texto descritivo foi separado das opiniões. Entraram também referências culturais de cada praia. Sobre Paracuru, por exemplo, entra o compositor cearense Fausto Nilo, que não é de lá, mas cita a praia em música composta com o baiano Armandinho. Em Itapipoca citam a banda Dona Zefinha. Todas as informações foram atualizadas em duas semanas de deslocamentos pelos 573 km de litoral. Distância percorrida em carro tracionado seguidas vezes, num total de 2.600 km , pois todos os percursos apresentados foram feitos tomando a Estátua de Iracema, na Beira Mar, como marco zero.

OCUPAÇÃO A QUALQUER CUSTO
Há algo que só a nova edição do Guia de Praias do Ceará traz. Está presente nos textos autorais, onde Flávio e Miguel concentraram suas impressões pessoais. Diz respeito a uma característica dos processos de desenvolvimento turístico sem sustentabilidade. Nessa terceira série de viagens pelas praias, os autores puderam comparar o que viram com o que já conheciam e constaram, como nunca, a degradação ambiental. Exemplos os mais diversos: uma duna loteada na Praia do Iguape, com direito até a arruamento;na bela Praia da Lagoinha, numa área chamada Praia do Porto, parte do terreno de marinha já dividido em lotes pertencentes a empresários e celebridades; próximo à Praia da Baleia, casos de ocupação irregular, entre outros. Casos que possuem em comum o mesmo efeito: a comunidade local perdendo o direito ao acesso ao mar, principal fonte de renda para muitos. Miguel Macedo atribui o aumento da incidência das irregularidades à valorização que novos investimentos turísticos têm dado às praias. “A geografia é outra. Antes a briga era de peixe miúdo, com o advento dos novos investimentos, logo que ficam sabendo do interesse dos investidores correm e ocupam”, denuncia Macedo. Um dado obscuro que se esconde atrás das belezas cearenses.

Jornal O POVO, Turismo - Estante
Fortaleza, 04/07/2002

ROTA DAS PRAIAS COM O NOVO GUIA
O Guia de Praias do Ceará, em sua terceira edição, totalmente reformulada, chega às livrarias e bancas de jornais e revistas na próxima semana. Os jornalistas Miguel Macedo e Flávio Paiva voltaram a percorrer todos os 573 Km do litoral cearense, que vai do Piauí ao Rio Grande do Norte. Novos destinos e fotos abertas são algumas das inovações, mas “o importante é o aspecto autoral do trabalho, a emoção que conseguimos transferir para o texto”, observou Paiva. A edição da Fundação Demócrito Rocha.

“A maioria dos guias é feito por empresas, impessoal, o nosso é autoral. São dois jornalistas que assumem a responsabilidade pela informação, emprestam o seu olhar para que o turista se sinta acompanhado nos locais”, destaca Flávio Paiva. O Guia tem outra característica: a da democratização dos acessos. Todos os destinos praianos estão contidos nele. Praias famosas, desconhecidas, já exploradas turisticamente, as selvagens o Guia é um mosaico do que o Ceará tem para oferecer aos que buscam sol e mar. “Tem sentimento. O impacto estético influi no resultado da redação. Passamos nossa emoção para o texto”, acrescenta o jornalista.

Miguel Macedo, co-autor, ressalta, entre as novidades, a escolha de apenas uma saída para o litoral oeste, através da via estruturante (a estrada do sol poente), e uma para o leste, que é a CE 040. A partir delas é que o viajante vai encontrar o destino desejado. “Agregamos novas informações e novos destinos. É importante que as pessoas saibam que cada lugar indicado, cada posto de gasolina, restaurante, hotel, pousada, banco, hospital, tudo foi reconhecido, in loco, por nós. O fato de ser um trabalho autoral aumenta a credibilidade”, afirma.

Estão esgotadas as duas edições anteriores, bilíngües, de 1997 2 1999. O trabalho que agora chega às bancas e livrarias de Fortaleza, tem cerca de 200 páginas. Ele traz indicações de mais de 220 localidades. São 573 km de sol, mar, dunas, falésias, mangues e coqueirais. Percursos foram refeitos nos 12 dias de viagens. A nova edição traz descobertas como a Praia do Boi Choco, entre Dois Coqueiros e Pacheco, no município de Caucaia.

A imagem da pedra furada, de Jericoacoara, conhecida internacionalmente, é capa do novo Guia de Praias. O trabalho de Macedo e Paiva inclui as principais informações que interessam ao turista, como telefones de serviços, como se deslocar do aeroporto à Beira-Mar, e vice-versa, um mapa da costa cearense com todas as 220 localidades, com indicações de estradas federais, estaduais, asfaltadas, em pedra tosca, de terra, distância entre localidades, vila ou distrito e até a sede do município. O ponto zero é a estátua de Iracema, em Fortaleza.

O Povo - Turismo
Fortaleza-Ce, quinta-feira, 28/03/2002

ESTANTE
Guia de Praias tem nova edição

Uma obra autoral, é como definem os jornalistas Flávio Paiva e Miguel Macedo a terceira edição do Guia de Praias do Ceará, totalmente reformulado. Deve ser lançado na segunda quinzena de abril

Por Márcia Gurgel

Para elaborar a terceira edição do Guia de Praias do Ceará, os jornalistas Flávio Paiva e Miguel Macedo voltaram a percorrer todo o litoral. A publicação deixa de ser bilíngüe (português-inglês). Em compensação, traz outras vantagens, como a ampliação das fotos e uma separação mais clara entre as impressões dos autores e como chegar ao destino desejado, explica Paiva. Campos dunares, falésias, manguezais se espraiam ao longo da costa. Da última viagem, há cerca de três anos, para o roteiro atual, os jornalistas observaram grandes mudanças, principalmente em infra-estrutura no litoral oeste, após a construção da via estruturante, mas não houve, na mesma proporção, ganhos para as populações.

Com a estrada do sol poente, como é também conhecida a estruturante, que nasce em Caucaia , no entroncamento da rodovia que leva às praias de Iparana, Pacheco, Icaraí e Tabuba, Paiva observou melhoras significativas no acesso e até mesmo em infra-estrutura hoteleira, como no município de Camocim, que inaugurou o Resort Boa Vista, mas o serviço de atendimento, em geral, é ainda precário. O litoral oeste se destaca pelos campos dunares e pelo manguezal enquanto, no leste, melhor estruturado, a paisagem é marcada pelo coqueiral mais denso e pelas falésias.

"O litoral oeste é mais desprovido de estrutura, mas desde a última viagem para o Guia já observamos melhora considerável com investimentos do Prodetur I, em estradas e saneamento. O acesso às praias está mais fácil. Há novas pousadas e até as antigas progrediram. Entre as pousadas de estrangeiros e de brasileiros e de sulistas e de nativos já se nota que houve melhora, como encontramos em Lagoinha, Guajiru, Flecheiras e Mundaú", confirma o jornalista Miguel Macedo. "De certa forma, esses equipamentos ainda não beneficiam as comunidades locais. Os nativos continuam como mão-de-obra desqualificada. Os empregos especializados são de gente de fora. Tomara que o Prodetur II invista na qualificação", completa.

Macedo lembra a importância do turismo "como algo não tão impactante para a natureza. O que agride são os grandes empreendimentos, as construções nas falésias e nas dunas, que estão loteadas, como no Iguape". A proliferação de fazendas de camarão em vastas áreas de mangues também o preocupa. "A especulação está levando á ocupação da beira de praia. Causam-nos estranheza como certos empreendimentos são atendidos. Existe uma estrada de 8km de asfalto que termina no acesso à uma fazenda de camarão, em uma área de mangue. Nativos estão perdendo seus espaços. Há comunidades já impedidas de ter acesso ao mar, aos pequenos portos de embarcações. Em Paracuru, existem 17 pousadas e 24 hotéis, vários deles em área de mangue, de restinga, perto da foz do rio", denuncia.

A conclusão de Macedo é que "as pessoas que trabalham com turismo no Ceará deveriam cuidar para que aqui não se repetissem os males causados a Cancún, Acapulco e Barcelona, por exemplo. As gerações futuras merecem a oportunidade de se envolver e se deslumbrar com o litoral cearense, todo ele muito bonito, heterogêneo, formado por mangues, dunas, rios que são verdadeiros colírios. A enseada do Mundaú é um exemplo". E adverte, com a experiência de quem percorreu toda a costa: "Se continuar essa política de atração de grandes empreendimentos sem levar em conta a tradição, a cultura local, a culinária, a ocupação da mão-de-obra, o Estado, definitivamente, não ganha com a indústria do turismo.

Esgotados números anteriores
O Guia de Praias em sua terceira edição deve ser lançado na segunda quinzena de abril, pela Fundação Demócrito Rocha. As duas primeiras, já esgotadas, saíram em 1997 e 1999, respectivamente. Terá 200 páginas, duas delas com fotos abertas e detalhes, o que era uma reivindicação dos usuários. Outra é a melhor distinção das impressões dos autores sobre os locais recomendados e como chegar à praia citada, que agora vem no rodapé do livro. "Há uma transformação total em relação às duas edições. Inventamos um guia com a nossa cara", diz Flávio Paiva, que assina o trabalho , ao lado de Miguel Macedo.

Entre as idas e vindas em 12 dias, quando rodavam do amanhecer ao pôr-do-sol, Paiva e Macedo não sabem quantos quilômetros percorreram no carro de tração nas quatro rodas, subindo em dunas, atravessando rios em balsas ou se aventurando no manguezal. Todos os 573km do litoral cearense, que vai do Piauí ao Rio Grande do Norte, foram revisitados. Na volta, os autores passaram mais cinco meses trabalhando textos e fotos. Os dois assinam também o projeto gráfico. A primeira tiragem será de 5 mil exemplares.

O novo Guia traz indicações de mais de 100 praias. Algumas das 220 localidades contidas nas versões anteriores serão substituídas.

"O percurso de Sobral, por exemplo, foi modificado. Trocamos Primavera pela via estruturante", explica Paiva. A edição traz descobertas como a praia do Boi Choco, entre Dois Coqueiros e Pacheco, no município metropolitano de Caucaia. Guajiru de Itarema, que era percurso principal, se tornou secundária da praia Mulheres de Areia, por causa de uma nova estrada construída no local.

Jornal O POVO, Turismo
Fortaleza, 11/01/2001

GUIA DE PRAIAS
O Guia de Praias do Ceará, das Edições Demócrito Rocha (EDR), contém o mapeamento completo dos 573 quilômetros da costa cearense. Nele, o leitor irá encontrar informações sobre as praias do litoral leste e oeste do Estado, que foi percorrido pelos autores, os jornalistas Flávio Paiva e Miguel Macedo, partindo sempre de Fortaleza. Em edição bilíngüe, com textos em português e inglês, trata-se de um excelente auxílio para quem quer desvendar a costa cearense de carro, pois acompanha um mapa e a descrição dos trajetos e distâncias para se chegar a cada local.

Você pode ter a sensação que o descritivo dos trajetos é maior do que as informações de cada praia propriamente dita. É verdade. Os autores cuidaram de colocar nos textos os trajetos detalhados, com nomes de ruas e pontos de referências que auxiliem o leitor. A publicação traz, ainda, uma relação de serviços como hotéis, pousadas, restaurantes, borracharias, bancos e postos de gasolina.

Os autores já fizeram boa parte das viagens de mapeamento necessárias à produção de um guia de serras e sertão do Ceará, mas este projeto ainda não tem data prevista para ficar pronto. “Nosso objetivo agora é consolidar cada vez mais o Guia de Praias do Ceará”, informa Miguel Macedo, acrescentando que durante este ano será lançada uma nova edição, revista e atualizada da publicação.

O guia cultural Quatro Vezes Fortaleza e o Guia de Praias do Ceará custam R$15,00 cada. O kit com os dois guias, uma toalha e uma sacola de praia custa R$30,00, estando à venda em diversas livrarias e bancas de revistas da cidade e na Livraria Edições Demócrito Rocha, cujo telefone é 255.6256. Também é possível adquiri-los pela internet, através da loja virtual disponível no site www.fdr.com.br . Em São Paulo, são encontrados nas livrarias La Selva dos aeroportos de Cumbica e Congonhas.

Jornal Leitura, Edições Demócrito Rocha – Ano 1, nº 1
Fortaleza, Agosto de 2000

PARA LER O CEARÁ
Um guia completo, em edição bilíngüe (português e inglês), com fotos e informações atualizadas sobre todas as praias cearenses. São 573 km de litoral e mais de 220 localidades. Flávio Paiva e Miguel Macedo são jornalistas, com passagens marcantes pelo jornal O POVO nos anos 80. Atualmente trabalham como assessores de imprensa. “A primeira providência resume-se ao fato de que você deve estar sempre acompanhado de seu Guia. Com ele, é possível chegar a qualquer praia cearense sem necessidade de sair pedindo informações estrada a fora.”

Jornal ANJ, Outubro de 1999

O POVO EDITA GUIA DE PRAIAS
A Fundação Demócrito Rocha, ligada a O Povo, de Fortaleza, acaba de lançar a nova edição do Guia de Praias do Ceará. São 256 páginas ilustradas, 128 em português, 128 em inglês, com alto padrão de impressão. Todas feitas no Brasil, dando pormenores atualizados do que se pode encontrar em cada área turística do litoral e de como chegar lá. No total o guia mostra 220 localidades.

Os autores são dois jornalistas conhecidos no Estado, Flávio Paiva e Miguel Macedo. Eles definiram como marco zero a estátua de Iracema, na avenida Beira Mar de Fortaleza, e a partir daí cobriram todos os 573 quilômetros da costa cearense. A primeira edição saiu em 1997. Deu certo. Agora, acaba de ser atualizada.

O novo guia, porém, não se limita a republicar o que estava na edição anterior e a mostrar o que mudou de lá para cá. Flávio e Miguel percorreram novamente o litoral e, além dos bugues utilizados da primeira vez, empregaram até um helicóptero. O resultado é muito mais informações e uma grande quantidade de fotos aéreas. O guia também traz agora um mapa destacável, em cores.

A orientação adotada pelos dois autores visou proporcionar aos leitores um guia diferente dos demais. O primeiro diferencial é o pormenor. É possível encontrar detalhes como “se o calor estiver forte, antes de fazer o giro para a praia, ande mais 100 metros pelo asfalto e esfrie a cabeça num banho de bica natural, com estacionamento ao ar livre para até seis carros”, referindo-se a uma praia próxima a Aquiraz.

Além disso, procuraram combinar as informações de serviço com dados culturais. Ao falar da Praia de Presídio, por exemplo, citam que é “historicamente lembrada como um dos lugares de concentração de prisioneiros holandeses, quando da retomada da Capitania do Ceará pelos portugueses, em 1654.

A encadernação, em espiral, é original: as páginas podem ser lidas de duas formas. As versões Português e Inglês estão dispostas uma após a outra, em sentido inverso e com capas próprias – ou seja, o livro tem duas capas distintas, uma em cada língua. Na prática, portanto, são dois guias, um para cada lado e de costas um para o outro. Cada um deles é seguido por uma seção completa de serviços, com endereços de hotéis, restaurantes, correios, hospitais, postos telefônicos, agências bancárias e até borracharias.

Jornal O POVO, Turismo
Fortaleza, quinta-feira, 02/09/1999

PESQUISA RESPALDA CRITÉRIOS DE ESCOLHA
Para elaborar a lista das indicações de hospedagem de Turismo, ouvimos as opiniões de cinco pessoas que conhecem bem as opções de hospedagem do litoral leste. Entrevistamos ainda hóspedes dos hotéis visitados. No final, a nossa lista teve respaldo do bacharel em turismo Djalma Guerra, pós-graduado em administração de hotelaria. Veja as dicas e opções dos entrevistados.

Para o jornalista Flávio Paiva, co-autor do “Guia de Praias do Ceará”, por exemplo, um dos critérios para julgar se uma hospedagem é boa é o fato de ela ter estacionamento coberto para os veículos. “Detesto entrar em um carro quente”, diz Flávio.

Flávio prefere fazer um “mix” do que gosta em cada uma das hospedagens do litoral Leste. “Fico hospedado no Village Barra Mar, na Caponga, que tem quartos muito bons e uma varandinha que pode servir d bar para os amigos. Almoço no Le Paradise, na praia de Águas Belas, que tem uma comida maravilhosa e, de preferência estaciono meu carro debaixo de uma árvore, porque no Barra Mar não há estacionamento coberto”, ensina.

Miguel Macedo, 42, co-autor do Guia de Praias do Ceará, considera o mais importante em uma hospedagem a limpeza dos quartos e banheiros. Miguel, que é pai de dois filhos, não dispensa também uma área de lazer para as crianças. Aprecia a hospedagem que ofereça uma boa culinária regional e um café-da-manhã bem farto com as delícias da cozinha cearense: tapioca, cuscuz, bolo de milho.

Um café-da-manhã farto e diversificado é muito importante também na opinião da empresária Selma Bitar, 43, que costuma viajar com o casal de filhos e o marido, Antônio José Bitar, 46. Eles conhecem boa parte das hospedagens do litoral leste. Segundo Selma, um dos critérios mais importantes para a escolha do hotel ou pousada é que fique na beira da praia.

O outro fator decisivo, para Selma, é o conforto dos quartos e banheiros. Ela prefere os chalés aos apartamentos e de preferências que o banheiro seja reversível, não fique no quarto do casal. O ar condicionado é indispensável na opinião de Antônio José.

Selma aponta duas opções de hospedagem: o Village Barra Mar, na Caponga, “que a garotada adora, mas tem o inconveniente de que as piscinas são abertas a não hóspedes, o que tira a privacidade”, e a Tranqüilândia, em Canoa Quebrada, que ela gosta por causa da comida e da área da piscina, “a melhor que eu conheço”.

O engenheiro Mansueto Bezerra, 55, conhece tudo no litoral Leste. Foi dele a dica do Hotel Don'Ana, recém-inaugurado na Praia do Presídio. Ele indicou também o Hotel Jangadeiro, na mesma praia. “Fica à beira mar, é bem amplo, tem piscinas com toboáguas, visual e restaurantes muito bons”. Outra indicação sua é o Recanto Jardim, um restaurante agradável com uma pousada muito simples à beira do rio Jaguaribe, na CE 040, próximo à localidade de Fortim.

Para a consultora de Turismo, Carminha Galdino, 72, a melhor opção do litoral Leste é o La France. “Não existe em Fortaleza um restaurante com a qualidade da comida que se tem por lá. Sempre tenho ido, é uma pousada muito agradável e espaçosa.

O POVO Press – Publicação da Diretoria de Marketing e Assessoria de Imprensa do O Povo
Fortaleza, Julho/99 – nº 5

Turismo em alta no O Povo – Mês de lançamentos da Fundação
Guia de Praias

A segunda edição do Guia de Praias do Ceará chega às bancas e livrarias de todo país este mês. O Guia funciona como um perfeito navegador. Traz dados tão completos que até evitam as paradas para informações. Na primeira edição, de dezembro de 97, os jornalistas Flávio Paiva e Miguel Macedo pegaram um bugue, definiram como ponto de partida a Estátua de Iracema, em Fortaleza, e saíram numa viagem pelos 573 quilômetros do litoral cearense.

Desta vez, os autores buscaram as praias cearenses por meio dos novos acessos para o litoral. O porto do Pecém e a via estruturante (Estrada do Sol Poente) foram desvendadas para dar segurança aos aventureiros de primeira viagem. Ao todo são 220 localidades, sendo 130 praias. Na viagem eles encontraram uma porção de curiosidades, como a casa de taipa de 12 cômodos na Praia das Moréias, no Litoral Oeste.

O trabalho de atualização começou em outubro de ano passado e foi concluído mês passado. Sobrevoando o litoral foi possível acrescentar fotos aéreas, uma das novidades da segunda edição. Um mapa destacável é outra inovação. Nele estão informações sobre todo o litoral. O formato do Guia será o mesmo, com as duas versões Português/Inglês, edição-luxo, em papel couché, fotos coloridas e seção completa de serviços. É só escolher a praia e confiar no Guia.

Diário do Nordeste, Suplementos
Fortaleza, 29/07/1999

GUIA MOSTRA COMO ANDAR EM FORTALEZA

Para facilitar a vida de quem precisa deslocar-se em Fortaleza, será lançado na próxima segunda-feira, dia 26, na Barraca Tropicália, na Praia do Futuro, o Guia Grande Fortaleza 99, da Editora Brasil Tropical.

O novo produto será apresentado por Peter Röhl, consultor de empresas responsável pelo projeto. Peter é especializado no mercado gráfico e editorial e durante 20 anos trabalhou na área de projetos do Grupo Abril, onde participou dos projetos das revistas Veja, Homem, Playboy e Placar.

O Guia Grande Fortaleza 99 constitui fonte segura de informação e orientação a executivos, turistas, motoristas, guias de turismo, profissionais liberais etc. O livro tem acabamento em costura, com colagem de alta resistência, no tamanho 16 x 23,5 centímetros, 417 páginas, capa plastificada e uma tiragem inicial de cinco mil exemplares. Através dele, os usuários terão acesso a aspectos históricos e sócio-econômicos do Estado do Ceará e pontos turísticos da capital e litoral.

Também estão disponíveis no Guia uma relação de agências de viagem e turismo receptivo, autolocadoras, bancas de jornais, livrarias, bancos, caixas eletrônicos, casas de show e boates, berçários, restaurantes, buffet’s, serviços 24 horas, cinemas, clubes, médicos, bairros, linhas e terminais de ônibus e toda informação escrita e ilustrada que os usuários necessitam para enfrentar o dia a dia de uma grande cidade sem perder tempo e dinheiro.

Inédito no Ceará, o Guia Grande Fortaleza 99 traz ainda cerca de 176 páginas de mapas e um encarte em forma de prancha dobrada que mostra, em um só mapa, toda a Região Metropolitana. Todos os mapas são sinalizados e detalhados, com nomes de ruas, bairros, linhas de ônibus e logradouros atualizados.

Os exemplares do Guia estarão nas principais bancas de revista, farmácias, livrarias e pontos de informação turística do Ceará ao preço de R$ 15,00. Também está prevista a distribuição nas livrarias dos aeroportos das principais capitais do País.

Jornal O POVO, Cidades
Fortaleza, 17/07/1999

GUIA DE PRAIAS COMEÇA A SER VENDIDO
Começa a ser vendida hoje a segunda edição do Guia de Praias do Ceará, nas bancas de revistas, ao preço de R$ 20.00. A segunda edição tem tudo para repetir o sucesso da primeira edição, que vendeu 10 mil exemplares. Escrita pelos jornalistas Flávio Paiva e Miguel Macedo, a publicação oferece informações sobre 220 localidades, com lista dos principais hotéis, pousadas, restaurantes, postos telefônicos, correios, hospitais e bancos. Para quem pretende se aventurar pelo litoral cearense, o guia é o equipamento essencial.

Jornal O POVO, Editorial
Fortaleza, 16/07/1999

CONSCIÊNCIA TURÍSTICA
Os lançamentos hoje pela Fundação Demócrito Rocha do curso Turismo: Educação e Cidadania, que terá fascículos encartados todas as quintas-feiras no O POVO; da nova edição do “Guia de Praias do Ceará”, dos jornalistas Flávio Paiva e Miguel Macedo, além da Cartilha “Embarque Nessa”, um manual do professor com os subtítulos ‘Turismo: Patrimônio e Cidadania/Projeto de Iniciação para o Turismo' (Embratur), podem ser considerados contribuições a mais para se desenvolver a consciência turística tanto no âmbito estadual quanto em termos nacionais.

Ao contrário de anos atrás, quando os pessimistas subestimaram as potencialidades do Estado e até do País, com relação aos que fazem temporadas em outras terras por motivos de lazer e/ou cultura, o turismo se qualifica cada vez mais no binômio infra-estrutura e profissionalização, para receber melhor esses viajantes. Para isso, são fundamentais em nível local os cursos de turismo da Universidade de Fortaleza (Unifor) e o Cefet. Já vai longe a época em que, quando se conduzia visitantes entre a capital cearense e a gruta de Ubajara, se chegava a estocar embalagens aluminizadas com alimentos nos bagageiros dos ônibus da excursão, tendo os passageiros de optar, horas depois, entre consumir ou não comida fermentada. Eram, afinal, tempos de amadorismo e precipitação que, tudo indica, já se acabaram.

Um dos aspectos inegáveis é as duas edições da Fundação Demócrito Rocha investiram nas possibilidades do Ceará como destino de viajantes, mesmo que o Estado enfrente, a exemplo de atualmente, instabilidades climáticas decorrentes da seca. Isso, aliás, de maneira alguma deveria ser argumento desestimulador. Quatro países do Oriente Médio, Líbano, Israel, Egito e Marrocos, contam com regiões desérticas e, ainda assim, atraem viajantes, embora por outros motivos. E, ao contrário do Ceará, viveram ou vivem sob tensão política constante e o perigo de atentados por parte de grupos extremistas.

Outro ponto a se destacar no turismo é que se tornou atividade tão politicamente ecumênica que transcende ideologias. Por exemplo, na década de 60, a Espanha, ainda sob o governo do generalíssimo Francisco Franco, uma derivação sobrevivente do nazi-fascismo, incentivou tanto produtores de cinema estrangeiros a rodar filmes em locações hispânicas quanto estimulou a visita de turistas. Era a época também de um surto de industrialização que acabou sendo reconhecido no estrangeiro como o milagre espanhol. As três atividades que intensificaram o intercâmbio e contatos entre nacionais e visitantes, acabaram contribuindo, direta e/ou indiretamente, para a reabertura democrática na Espanha, ocorrida depois que o rei Juan Carlos sucedeu Franco. A Rússia, igualmente, chegou a atrair muitos visitantes ocidentais sob o regime da União Soviética, apesar de toda a vigilância policial da época, assim como a República Popular da China sob as manifestações xenófobas da Revolução Cultural.

É fato ainda que o turismo vem sendo tratado no Ceará como prioridade, independente de partido que esteja no poder. Inclusive nas campanhas eleitorais, todos os candidatos manifestarem o consenso de que a atividade deve ser aprimorada, embora com visão diferente da chamada “indústria sem chaminé”, entre cada um, dentro do princípio de que é um setor decisivo para o Estado.

Neste contexto, o fundamental é que as publicações a se lançar hoje efeito de vinde ao Ceará, nem só na alta estação como também nos meses intermediários e que todos os visitantes sejam bem-recebidos. Esse é um esforço em que toda a infra-estrutura vinculada ao setor deve participar, como uma necessidade imprescindível, num Estado que sempre ofereceu ao visitante o seu melhor know-how na área, a hospitalidade.

Jornal O POVO
Fortaleza, 16/07/1999

PROJETOS ESTIMULAM TURISMO
A Fundação Demócrito Rocha lançou projetos de formação e incentivo ao turismo. A atividade turística também será tema do Programa Criatividade Solidária.

Uma visão do turismo não somente como uma atividade geradora de negócios e renda, mas como uma atividade ampla, que engloba aspectos como conservação do patrimônio cultural e a identidade de um povo, construção da cidadania e valorização das nossas riquezas e belezas. Com essa proposta, a Fundação Demócrito Rocha (FDR) lançou ontem à noite, no Othon Palace, o curso de educação à distância Turismo, Educação e Cidadania e a cartilha Embarque Nessa, editados em parceria com a EMBRATUR. Também foi lançado o Guia de Praias do Ceará, dos jornalistas Flávio Paiva e Miguel Macedo, em segunda edição revista e atualizada.

Na ocasião, o presidente do O POVO, jornalista Demócrito Dummar, anunciou que o turismo será o próximo setor de discussão do Programa Criatividade Solidária. O programa, desenvolvido pelo O POVO com apoio da Prática Empresarial, articula representantes de setores diversos da economia cearense para a busca de alternativas de desenvolvimento. Já se reuniram os setores imobiliários e automobilístico e a partir da próxima etapa, o trade turístico será convidado por meio de anúncios no O POVO para participar do programa.

A diretora-executiva da FDR , Albaniza Dummar, ressaltou o orgulho da Fundação de estar trabalhando com o turismo, considerando a atividade fundamental para o desenvolvimento do Ceará. Nessa perspectiva, o curso Turismo, Educação e Cidadania pretende “despertar as pessoas para uma visão mais ampla da atividade”, explica a coordenadora Iranita Sá. Encartado todas as quintas-feiras o O POVO a partir da próxima semana, o curso concede certificado aos participantes.

Demócrito Dummar afirmou que “esses projetos transcendem limites e são retratos de uma empresa que se comunica além da produção diária da notícia, preocupando com a formação e a transposição de paradigmas”.

GUIA
A segunda edição do Guia de Praias do Ceará tem tudo para repetir o sucesso da primeira, que vendeu 10 mil exemplares desde o lançamento em 1997. O livro foi escrito pelos jornalistas Flávio Paiva e Miguel Macedo, que percorreram toda a extensão do litoral cearense, visitando 220 localidades. A publicação oferece informações sobre cada uma delas, com a lista dos principais hotéis, pousadas, restaurantes, postos telefônicos, correios, hospitais e bancos. A publicação é bilíngüe (português-inglês) e estará disponível, a partir de amanhã, nas bancas de revistas, ao preço de R$ 20,00. Pedidos também podem ser feitos diretamente à Fundação Demócrito Rocha, telefone (85) 255.6670.

Jornal O POVO, Turismo
Fortaleza, 15/07/1999

Guia de Praias do Ceará
Os jornalistas Flávio Paiva e Miguel Macedo percorreram quilômetro a quilômetro, toda a extensão do litoral cearense. O resultado dessa aventura é o Guia de Praias do Ceará, lançado em 1997 e que chega agora à sua segunda edição, completamente atualizado.

Em edição bilíngüe, (português/inglês), o Guia de Praias é dividido em duas partes: a primeira inclui textos descritivos sobre cada umas das 220 localidades visitadas pelos autores, orientando os leitores sobre o melhor caminho a seguir, o que ver em cada lugar, além de oferecer informações histórico-culturais e curiosidades sobre as praias.

A segunda parte – as “páginas azuis” – trazem, em ordem alfabética, o serviço completo das localidades citadas na primeira parte do guia. É ali que o leitor se informa sobre a infra-estrutura disponível em cada destino, como por exemplo a lista dos principais hotéis, pousadas, restaurantes, postos telefônicos, correios, hospitais, bancos, etc.

A partir do lançamento, o Guia de Praias do Ceará estará à venda nas principais bancas de revistas de Fortaleza. Pedidos podem ser feitos também diretamente à FDR, pelo fone 255.6670.

Jornal O POVO, Cidades
Fortaleza, 14/07/1999

NOVO GUIA DAS PRAIAS AMPLIA VISÃO SOBRE O LITORAL DO CEARÁ
Edição atualizada do Guia das Praias é um dos produtos editoriais que a Fundação Demócrito Rocha lança na próxima quinta-feira. O livro desvenda os mistérios de 130 praias cearenses.

A Fundação Demócrito Rocha lança amanhã a segunda edição do Guia das Praias, de autoria dos jornalistas Flávio Paiva e Miguel Macedo, que vendeu mais de 10 mil exemplares no ano passado. Na ocasião, serão lançados também o curso Turismo: Educação e Cidadania e a cartilha Embarque Nessa. A edição revisada e atualizada do Guia chega às livrarias e bancas do país com 254 páginas, divididas entre as versões Português-Inglês, 146 a mais que a anterior. O lançamento será às 20 horas, no Othon Palace (avenida Beira Mar).

Assim como a primeira edição, o Guia de Praias é o resultado de uma verdadeira aventura somada à pesquisa jornalística dos autores, numa viagem que percorreu 220 localidades, abrangendo 130 praias, tendo como marco zero a Estátua de Iracema, em Fortaleza. Só que desta vez, além de buscar novos acessos de buggy às praias, os jornalistas sobrevoaram, de helicóptero, trechos onde não podiam chegar de carro, ressaltando ainda mais os aspectos históricos e culturais de cada localidade. A segunda edição do livro contém mais fotos, curiosidades e informações detalhadas sobre as condições de acesso no litoral cearense. “O caráter autoral é a grande marca do trabalho, que o diferencia dos outros guias”, explica Flávio Paiva.

A intenção era verificar tudo que havia por trás de cada duna ou região de mata fechada para informar aos viajantes sobre cada ponto onde ele pode parar para apreciar algo curioso, como, por exemplo, uma mansão construída com taipa escondida pelas dunas da praia das Moréias. As fotos aéreas, um mapa destacável, dicas de acesso (ida e volta) da Beira Mar ao novo aeroporto e praias com cobertura celular TIM e BCP são as grandes novidades do livro. O novo Guia de Praias mantém o mesmo formato da edição anterior em papel couchê, com seção de serviços, fotos coloridas e nas versões Português-Inglês.

Jornal O POVO - Turismo
Fortaleza-Ce, quinta-feira, 08/07/1999

FUNDAÇÃO TEM NOVOS PRODUTOS
Triplo lançamento editorial na área do turismo: A Fundação Demócrito Rocha lança cartilha, curso de educação à distância e a segunda edição do Guia das Praias.

O turismo chega à sala de aula. A Fundação Demócrito Rocha (FDR), em convênio com a EMBRATUR, lança na próxima quinta-feira, dia 15, a cartilha Embarque Nessa, destinada a estudantes da 6ª série das escolas públicas e privadas do Ensino Fundamental.

No mesmo dia, a Fundação Demócrito Rocha lança também o curso Turismo: Educação e Cidadania, projeto de educação à distância da Universidade Aberta do Nordeste, além da edição revista e atualizada do Guia de Praias, sucesso editorial que, no ano passado, vendeu mais de 10 mil exemplares.

A cartilha Embarque Nessa pretende conscientizar os estudantes da importância sócio-econômica do turismo, enfatizando os benefícios trazidos para a comunidade, sensibilizando também os alunos para a proteção do patrimônio natural e cultural brasileiro.

A diretora-executiva da Fundação Demócrito Rocha, Albaniza Lúcia Dummar Pontes, destaca o fato de a cartilha tratar-se de um produto de circulação nacional, que será adotada em todo o Brasil, mas produzida inteiramente no Ceará.

Já o curso Turismo Educação e Cidadania será composto de 10 fascículos, encartados nas edições de quinta-feira do O POVO, a partir do próximo dia 15. Os textos foram escritos por cerca de 30 especialistas de reconhecida competência na área. Esse será o 38º curso oferecido pela Universidade Aberta do Nordeste, que desde 1983 já ofereceu 70 mil certificados, nas mais variadas áreas do conhecimento.

O Guia das Praias, assinado pelos jornalistas Flávio Paiva e Miguel Macedo, chega à sua versão 1999 devidamente atualizado, novamente em edição bilíngüe (português-inglês). O lançamento dos três produtos será no Othon Palace, e contará com a presença do presidente da Embratur, Caio Luís de Carvalho.

Livros, companheiros de viagem
Atualizado no dia 30/12/1997

O mercado editorial dispõe de guias para todos os gostos, dos tradicionais aos roteiros mais espertos

Ler sobre o lugar a ser visitado é uma das melhores providências que o turista deve tomar antes de fazer as malas. Este ano foram lançados títulos sugestivos, além dos tradicionais e indispensáveis guias.

(...) Guia de Praias do Ceará: o livro editado pela Fundação Demócrito Rocha pode ser encontrado nos principais pontos turísticos de Fortaleza e em todos os aeroportos do país,ao preço de R$ 15,00. A edição bilíngüe traz informações sobre os 573 quilômetros do litoral cearense. Os autores são os jornalistas Flávio Paiva e Miguel Macedo. De buggy eles percorreram 220 localidades. O resultado foi apresentado em fotos coloridas, mapas e infografias. Quem for para o Ceará nestas férias, poderá contar com as dicas da publicação: hotéis, restaurantes e diversão. O leitor também terá à disposição um roteiro das casas de veraneio de gente famosa (Renato Aragão e Florinda Bolkan). Bastante informal, claro! Preço: R$ 19,00.

http://www.dpnet.com.br/anteriores/1998/01/04/viagem5_0.html

Diário do Nordeste, Caderno 3 - Coluna "É...", por Neno Cavalcante
12 de dezembro de 1997

Sobremesa
(...)
Recebi com atraso convite para o lançamento de "Ceará - Guia de Praias", edição da Fundação Demócrito Rocha. A autoria é dos jornalistas Flávio Paiva e Miguel Macedo".

JC Online - Editoria Turismo

Guia desvenda litoral do Ceará
Considerado um dos cenários mais bonitos e atraentes do País, o litoral cearense agora pode ser desbravado com maior facilidade pelo turista que tiver em mãos a segunda edição revista e atualizada do Guia de Praias do Ceará 1999. Dirigido principalmente ao turista motorizado, com informações básicas e serviços, o guia se propõe a valorizar referências histórico-culturais para retratar todas as praias do estado com riqueza de detalhes.

Partindo da estátua de Iracema, escolhida para ser o marco sero por conta de seu valor simbólico para o povo cearense, são percorridos 573 quilômetros por praias, dunas, coqueirais e povoados, todos descritos através da impressão de Miguel Macedo e Flávio Paiva, dois respeitados jornalistas locais, que imprimem um caráter autoral ao guia, com um texto leve e descontraído.

A idéia de produzir o guia foi dos próprios autores, que arcaram com todos os custos das viagens a cada um dos lugares mostrados, o que garantiu a precisão das informações e a independência dos comentários, sem que tenha havido interferência de qualquer tipo de cortesia. Assim, outro diferencial do guia é que ele tenta democratizar o litoral, fazendo com que o turista conheça outras opções, além das praias mais badaladas, como Jericoacara, Cumbuco ou Canoa Quebrada. "Não privilegiamos as mais bonitas nem as mais famosas", garante Miguel Macedo. "Tentamos contribuir para o desenvolvimento do turismo por igual, com um olhar diferente dos modismos", acrescenta Flávio Paiva.

Funcionando como um companheiro de viagem, o guia permite, mesmo a quem não conhece a costa cearense, chegar a qualquer praia sem necessiadade de pedir informações pelo caminho, já que é elaborado de forma fácil e exata. Os autores parecem conversar com o turista, descrevendo as estradas de acesso às praias, sugerindo dicas dos pontos que vale a pena visitar.

SEMPRE ATUALIZADO - Além do roteiro descritivo, o guia conta com um mapa esquemático e um roteiro de serviços com toda a infra-estrutura que cada local dispõe, a exemplo de hotéis, restaurantes, bares, feira de artesanato, bancos ou postos telefônicos e de saúde. "Tivemos o cuidado e a atenção de checar todos os dados", afirma Macedo.

Os autores pretendem atualizar o guia todos os anos, com novas rotas, fotos e serviços, registrando a evolução do desenvolvimento turístico no Ceará. O Guia de Praias do Ceará 1999 pode ser adquirido em qualquer banca de revista de Fortaleza ou nos aeroportos do País ao preço de R$ 15,00.

http://www2.uol.com.br/JC/_1999/2110/tu2110m.htm

 
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  Você pode adquirir esta obra no site da Fundação Demócrito Rocha.
http://www.fdr.com.br
 
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