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Os
5 elementos. A essência da gestão compartinhada no pacto de cooperação do Ceará. Qualitymark Editora, 2001. |
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"O livro Os 5 Elementos atrai o leitor pela novidade que está sendo chamada de Gestão Compartilhada. Ao invés de gerenciar interesses, projetos ou iniciativas específicas, o Pacto se propõe atuar na gestão do que é comum, ou seja, no espaço das tangências" (Tânia Bacelar de Araújo) "Pelo fio condutor da Gestão Compartilhada, os autores vão nos conduzindo, primeiro, a uma visão panorâmica do Pacto; depois, a um sobrevôo sobre os cinco elementos considerados definidores da essência do movimento: Cooperação, Pluralidade, Informalidade, Virtualidade e Catálise" (Cláudio Ferreira Lima) |
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| Lançamento
do livro Os 5 Elementos - Manhã de autógrafos no Hotel Plaza
Praia (Fortaleza - 00.00.2001). Clique para visualizar as fotos ampliadas |
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A essência do Pacto por cinco elementos
Constituidores da essência da Gestão Compartilhada, “Os 5 Elementos” configuram um todo dinâmico, de permanente interação. Combinado-se em duplas, tríades, quadras ou em sua totalidade, eles adquirem e produzem novas propriedades e geram outros elementos e atributos. Resultados desta dinâmica são, por exemplo, os fluxos de convergência originados do trabalho elaborado da conjunção Cooperação-Pluralidade; o aumento na velocidade de processos resultante do amálgama entre Catálise e Informalidade; o estímulo à criação intuitiva gestado pela confluência da Virtualidade com a Informalidade; a ampliação do alcance das ações de cada agente produzida pela tríade Pluralidade-Cooperação-Catálise; e os gérmens de uma nova cultura que brotam da dança caleidoscópica de todos os 5 Elementos. O livro “Os 5 Elementos” tem como propósito apresentar uma análise sobre as exemplaridades, na expectativa de ser útil na avaliação do rumo do próprio movimento aqui no estado e também servir como referência para o debate a respeito de movimentos semelhantes. De autoria do jornalista Flávio Paiva e do empresário João de Paula Monteiro, o pré-lançamento do livro aconteceu no último dia 20 de novembro, durante uma reunião do Pacto de Cooperação. O livro pode ser adquirido através do telefone (85) 261.2940 ou e-mail: personal@secrel.com.br
Na véspera de completar uma década de processo inovador, na articulação de liderança através da Gestão Compartilhada, o Pacto de Cooperação do Ceará apresenta à sociedade sua história de vida e sucesso transcrita nas 120 páginas do livro “Os 5 Elementos – A Essência da Gestão Compartilhada no Pacto de Cooperação do Ceará”. (...)
& MAIS Está com lançamento marcado para várias caps o livro "Os Cinco Elementos", de Flávio Paiva e João de Paula Monteiro, relatando a história do Pacto de Cooperação.
No livro "Os 5 Elementos", Flávio Paiva e João de Paula Monteiro identificam e revelam a essência nutridora do Pacto de Cooperação do Ceará.
Enquanto o individualismo tenta se firmar como postura dominante, mundo afora, os que aderiram ao PACTO tentam colocar suas energias na descoberta de CAUSAS COMUNS em torno das quais possam se unir e se mobilizar. Tentam estabelecer objetivos que possam PARTILHAR. Uma premissa explicitada pelos que aqui apresentam esta instigante experiência parece ser a base desse já longo período de ecistência (nove anos) do PACTO: o respeito pelo outro, por suas opiniões, sugestões e iniciativas. Uma boa seiva. O livro revela, corajosamente, algumas insuficiências da experiência que analisa. Talvez a mais importante delas, pelos propósitos mesmo do PACTO é a modesta participação de trabalhadores. Sem eles, corre-se sempre o risco de construir um pacto de elites - muito usual no Brasil - só que com outra forma de atuar. Entendem João de Paula e Flávio Paiva que a origem provável dessa dificuldade é seu "pecado capital": o PACTO nasceu de uma tentativa de interação mais evidente entre representantes do Governo e do empresariado local, tanto que chega a ser visto apenas como "Pacto de Cooperação Governo/Iniciativa Privada". Os representantes da "sociedade civil" vêm depois. Mas o livro atrai o leitor por outra novidade: o que está sendo chamado de GESTÃO COMPARTILHADA. Ao invés de gerenciar interesses, projetos ou iniciativas específicas, o PACTO se propõe atuar na gestão do que é comum, ou seja, no espaço das "TANGÊNCIAS", como chamam João de Paula e Flávio Paiva. E isso é um foco nada usual. Há aí o que aprender com a experiência cearense. Por fim, destaco que, num país herdeiro e praticante de uma cultura política onde se destacam o patriarcalismo, o autoritarismo, e o clientelismo e onde a promiscuidade impõe a hegemonia do interesse privado nos espaços públicos, o livro aponta para uma tentativa de criar outros padrões de comportamento. Por isso ao terminar a leitura somos levados a desejar: tomara que o PACTO se amplie e se consolide, contribuindo para firmar um novo padrão de relação entre os governos, os representantes do setor privado e os representantes da sociedade civil, no Ceará. Que ajude a desprivatizar a esfera pública. Há outras tentativas em curso no país. A base do êxito em todas elas é a construção da consciência cidadã. É desta que emergirá um novo padrão de atuação na esfera pública no Brasil.
Pacto incentiva gestão compartilhada A reunião do Pacto de Cooperação do Ceará de ontem foi dedicada ao lançamento do livro sobre o movimento de autoria de Flávio Paiva e João de Paula Monteiro. Discursos e depoimentos comemoram o lançamento traçando um panorama do Pacto. Cadeiras empilhadas, cada um pega a sua e a posiciona onde melhor lhe parecer. Um discreto chamamento da coordenadora geral do Pacto de Cooperação do Ceará, Kelly Whitehurst, e vai começar mais um café-da-manhã do Pacto. O motivo da reunião de ontem: o lançamento do livro de Flávio Paiva e João de Paula Monteiro sobre a dinâmica das iniciativas e de suas reuniões: “Os cinco elementos. A essência da gestão compartilhada do Pacto de Cooperação do Ceará.” Cooperação, pluralidade, informalidade, virtualidade e catálise – os elementos – são evocados pelos autores para explicar o que faz do Pacto um movimento duradouro e exportador da experiência das cadeiras empilhadas e do fazer sentar numa roda informal de discussão representantes do empresariado, do governo e da sociedade. Embora os autores do livro e os coordenadores gostem de frisar que os resultados do Pacto de Cooperação são difíceis de mensurar (citando a máxima de que o Pacto não faz, mas catalisa), o lançamento do livro foi o mote para discursos de empresários, coordenadores do movimento, representantes de entidades da cidade sobre a experiência do Pacto e de seus frutos. Um dos resultados ressaltados de multiplicação da filosofia de gestão compartilhada do pacto foi a existência do Plano Estratégico da Região Metropolitana de Fortaleza (Planefor). Ao ser concluído, o Plano foi entregue em solenidade pública a todos os candidatos a Prefeito de Fortaleza. Segundo um dos participantes a iniciativa não pode ficar restrita a uma simples carta de intenções. Ao acolherem a proposta os candidatos se comprometeram a cumprir as propostas. Melhorar a difusão das idéias do Pacto, em seus elementos principais foi uma das motivações dos autores. A interiorização do pacto também foi assunto dos discursos de ontem. Os autores Flávio Paiva e João de Paula falaram obre o livro ressaltando que o Pacto de Cooperação é um gesto dos cidadãos que buscam superar as restrições culturais produzidas pelas heranças coloniais e escravagistas encravadas na formação do povo brasileiro. Sendo um esforço de autonomia onde a condição necessária passa pela cooperação com o Estado e o Município, ambos percebidos como insuficientes na promoção de um desenvolvimento includente, integrado e auto-sustentável. OPINIÃO “Acompanho as reuniões desde o início e agora estou no Pato pela Quarta Idade, que vai completar três anos. A iniciativa é muito boa. O Pacto trabalha com três palavras: consciência, cidadania e ética.” (Antero Coelho Neto, coordenador do Pacto pela Quarta Idade) “O Pacto traz uma mudança de mentalidade. Só surge onde a sociedade está preparada ou quando existe uma grande necessidade, como aconteceu com o Pacto do Cariri. O importante é que tenha lideranças.” (Cícero Pereira, coordenador do Pacto do Cariri) “O Pacto está descobrindo para a sociedade que o espaço público não está restrito à burocracia oficial. O Pacto é a liberdade cidadã do pensar, do propor e do opor para construir o novo.” (Demócrito Dummar, presidente do O POVO) “A experiência do Pacto é excelente. Só acho que a idéia deve ser mais divulgada. A reunião deve ter mais jovens. Os debates deveriam acontecer também nas escolas, é preciso preparar a juventude.” (Dimas Mateus, presidente da Associação dos Cantadores do Nordeste)
O livro das essências Somente a valorização do que temos de mais especial no nosso jeito imperfeito de descobrir saídas para o futuro pode quebrar a cultura da destruição que predomina na nossa busca cega pela sobrevivência. Toda vez que lanço um trabalho passo por um processo de depuração autoral sentimentalmente engraçado. Sinto uma necessidade enorme desse flerte do desapego. O processo d elaboração é tão envolvente e tão revelador do nosso ser que, independente da área abordada e da natureza da obra, publicar é reproduzir milhares de vezes para o desconhecido parte da nossa intimidade e do jeito de observar e sentir o mundo. A multiplicação nesse caso contribui para tornar única a obra para a qual o autor dá o máximo de si. A despeito das circunstâncias e do grau de amadurecimento do olhar de quem se expõe, a liturgia da publicação deve ser seguida de um Hoc est corpus meum. Uma obra parece mais verdadeira quando o autor pode dizer “isso é o meu corpo”. Sempre gostei de apreciar o mundo reformulando as informações que me chegam a todo instante. Faço isso com naturalidade. Nas oportunidades que me aparecem ou que crio para ter o prazer de retribuir esse aprendizado em forma de disco, livro, vídeo, histórias em quadrinhos, palestras e nas mais variadas publicações que tenho participado, procuro estar presente com inteireza, como forma de valorização do esforço, respeito ao outro e, só assim, poder sentir que vale a pena transbordar. Uma das coisas que mais me intrigam, com toda a evolução da humanidade, é o quanto ainda permanecemos com a atração de procurar por defeitos tendendo a ser mais exaltada do que o prazer de encontrar soluções. Esse senso tem promovido a treva e concedido poderes imensuráveis aos que turvam a existência. Talvez a inversão dessa ordem que privilegia a destruição seja a mais estimulante das tarefas que precisamos assumir no século XXI. Faço essa reflexão no momento em que aprecio, com o típico olhar apaixonado de despedida, a capa do livro que estou lançando em parceria com João de Paula Monteiro, Os 5 elementos – a Essência da Gestão Compartilhada no Pacto de Cooperação do Ceará. Tento ler o título como se eu fosse um desconhecido. A capa elaborada pelo professor Jesuíno, com o jogo rupestre e futurista que ele fez com as ilustrações do Mário Sanders, é encantadora. Bate forte a emoção incontrolável de cearensidade. A mesma pulsão que nos levou a praticamente exigir da editora Qualitymark que esse livro tivesse a cara do Ceará. E tem. Nos quase dez anos de existência do Pacto de Cooperação, João e eu acompanhamos de perto os altos e baixos do espírito quase biológico desse movimento. Embora discordando um do outro com relação a muitos aspectos, conseguimos fazer um recorte daquilo que consideramos comum para nós, enquanto valor disponibilizável dessa ação de cidadania, que é a sua essência de Gestão Compartilhada. Pareciam intermináveis as nossas discussões na busca do que poderia caracterizar o Pacto como uma expressão genuína de esforço cidadão, que tanta curiosidade vem causando a lideranças de tantos outros lugares. O caráter orgânico, responsável pela sobrevivência desse fenômeno dava muitas pistas mas era como se a gente quisesse saber dos cinco sentidos tendo como objeto de estudo a sensação térmica, o pressentimento e a lembrança prazeirosa, dentre outros estímulos abstratos. Foi divagando por esse campo, de fonte primária, que conseguimos, enfim, chegar aos elementos da Cooperação, Pluralidade, Informalidade, Virtualidade e Catálise, como síntese do espírito de uma experiência incipiente de mobilização, que se desenvolve nas interfaces dos agentes da sociedade civil, do estado e do mercado para a construção de convergências. Como mecanismo de inclusão pelo diálogo e pelo consentimento, os 5 Elementos sugerem que estamos com um bem de gestão compartilhada em nossas mãos. O que vamos fazer desse achado, só o futuro dirá.
Pacto lança livro e autores explicam essência do movimento Época de globalização, dizem que mercado e indivíduo tendem a se especializar ao máximo e explorar cada vez mais a competição individual em lugar de um crescimento coletivo. Nesse contexto mundial, surge o Pacto de Cooperação do Ceará, acreditando ser uma alternativa àquela realidade. Depois de nove anos de existência, é indiscutível o impacto de seus valores no quadro social de nosso estado. Valores que precisam ser fomentados, perpetuados, semeados. Este é o principal objetivo do segundo livro sobre o Pacto de Cooperação, que teve pré-lançamento no café-da-manhã desta segunda-feira, dia 20/11, às 7h30, no hotel Plaza Praia Suítes. O livro chama-se “Os 5 Elementos: A Essência da Gestão Compartilhada no Pacto de Cooperação do Ceará” (QualityMark, 120 páginas). O empresário João de Paula Monteiro e o jornalista Flávio Paiva, autores do livro, falaram sobre a importância do resgate daqueles valores essenciais. Flávio Paiva acompanhou a criação do movimento desde o início e destacou como grandes momentos assumir a coordenação do Fórum da Música Plural Brasileira – criado em março deste ano – e poder dividir com o João de Paula a realização do livro. O mais interessante para ele é a busca, no Pacto, de um “ponto de interseção”, mesmo quando há diferentes opiniões: “Uma das coisas que mais me atraiu foi discordar sem ser considerado um inimigo pessoal”. O sucesso do Pacto, para João de Paula, depende da “escolha de fazer uma vida cidadã”. As características essenciais durante estes nove anos são includência, integração e sustentabilidade. João de Paula explicou cada um dos cinco elementos destacados no livro como formadores da essência do Pacto de Cooperação: a pluralidade, a virtualidade, a informalidade, a catálise e a cooperação. Ele acredita que a adoção desta fórmula para o exercício da cidadania tem dado frutos. Os participantes manifestaram suas considerações sobre o caráter integrador do Pacto, elogiando principalmente a criação do Planefor – Planejamento Estratégico da Região Metropolitana de Fortaleza, que constituiu-se num movimento inverso do que ocorre na maioria das cidades, ou seja, uma iniciativa da sociedade para o governo, que reuniu os setores mais carentes – através de seminários nas periferias -, as universidades e os governos estadual e municipal. Outra iniciativa do Pacto lembrada na reunião foi a criação do Pacto pelas Pessoas Portadoras de Deficiência, que permitiu uma articulação entre cidadãos com diferentes deficiências físicas – cadeirantes, cegos, surdos etc. – que sofrem do mesmo mal: o preconceito e o descaso social.
PACTO & PAPO No ato de lançamento do livro Os Cinco Elementos, ontem, no Plaza Suíte Praia, que trata sobre o Pacto de Cooperação, o Planefor (Planejamento Estratégico da região Metropolitana) foi destacado como um dos melhores frutos de um Pacto que nasceu da sociedade civil. O problema é saber se algum prefeito eleito ou reeleito levará em conta o Planefor.
UMA PÉROLA Está no livro “Os 5 Elementos” do jornalista Flávio Paiva e do consultor João de Paula Monteiro que um secretário de Estado não entendeu até hoje a essência dos encontros que há nove anos reúne representantes da sociedade e saiu-se com esta: O Pacto de Cooperação deveria se chamar “Papo” de Cooperação.
Os 5 Elementos – A Essência Compartilhada no Pacto de Cooperação do Ceará O livro de Flávio Paiva e João de Paula Monteiro registra as conseqüências do Pacto de Cooperação do Ceará. O movimento de cidadania, que há 9 anos promove debates sobre temas sociais, políticos e econômicos, é analisado por dois de seus primeiros integrantes. O pré-lançamento da obra acontece, hoje, às 7h30, no Hotel Plaza Praia Suítes, durante a reunião do Pacto. Editora Qualitymark – 120 páginas
Agenda A – O jornalista Flávio Paiva e o empresário João de Paula Monteiro fazem o pré-lançamento de seu livro “Os 5 Elementos – A Essência da Gestão Compartilhada no Pacto de Cooperação do Ceará”, às 7h30min desta segunda-feira, no Hotel Plaza Praia.
História do Pacto através de livro Às vésperas de completar uma década na articulação de lideranças através da Gestão Compartilhada, o Pacto de Cooperação do Ceará apresenta à sociedade sua história de vida e sucesso, transcrita através das 120 páginas do livro Os 5 Elementos – A Essência da Gestão Compartilhada no Pacto de Cooperação do Ceará. Constituidores da essência da Gestão Compartilhada, "Os 5 Elementos" configuram um todo dinâmico, de permanente interação. O Pacto reúne cidadãos das mais diversas áreas para explanar e debater os mais variados assuntos. Ali já estiveram em pauta, por exemplo, a Música Cearense, o Carnaval de Rua de Fortaleza e o Turismo Cultural, entre outros. O objetivo do livro a ser lançado na reunião do Pacto na manhã desta segunda é apresentar uma análise sobre as exemplaridades, na expectativa de serem úteis na avaliação do rumo do próprio movimento aqui no Estado e também servir como referência para o debate a respeito de movimentos semelhantes. De autoria do jornalista Flávio Paiva e do empresário João de Paula Monteiro, o lançamento está marcado para as 7:30h desta segunda no Hotel Plaza Praia Suítes e é aberto ao público. Mais informações: 458.1794.
Livro analisa o trabalho do Pacto de Cooperação CHAMADA Os 5 elementos é o título de capa do livro de autoria de Flávio Paiva e João de Paula Monteiro, que será lançado hoje, durante reunião do Pacto de Cooperação, às 7:30h, no Hotel Plaza Praia Suítes. A conexão entre agentes autônomos complementares que cooperam para atingir objetivos convergentes é o conceito da essência da Gestão Compartilhada no Pacto de Cooperação de que trata a obra, que também será lançada, no dia 27 desse mês, na Federação do Comércio do Distrito Federal, em Brasília. A Gestão Compartilhada se fundamenta no tripé Sociedade, Governo e Mercado, explica Flávio Paiva. Na visão de João de Paula, a ação para produzir qualidade de vida para todos os cidadão tem que ser “includente, integrada, sustentada e autônoma”. Os 5 elementos do livro são: Cooperação; Pluralidade; Informalidade; Virtualidade e Catálise. “Combinados, os cinco elementos propiciam a formação de nova cultura. Quando se cruzam, são geradores de outros elementos”, explica Flávio Paiva. A obra é o resultado de 9 anos de vivência dos autores no Pacto de Cooperação, criado a partir de outubro de 1991. Os autores esclarecem que a intenção da obra não é historiar a evolução do Pacto. “Evitamos deliberadamente a análise do contexto sócio-econômico do qual o Pacto atua, como forma de preservar o foco que escolhemos. Nosso propósito é tão somente apresentar análises sobre o que consideramos exemplaridades, na esperança de que elas possam ser úteis na avaliação do nosso próprio rumo e como referencias para o debate a respeito de movimentos semelhantes”. MODELO DE GESTÃO – O Pacto de Cooperação fruto da ação cotidiana de muitos líderes que têm sido fundamentais para o seu sucesso. Hoje, o Pacto de Cooperação ou instrumentos semelhantes existe na maioria dos Estados brasileiros. O Pacto ganhou notoriedade nacional e referências internacionais como instrumento original de articulação de lideranças da sociedade, dos poderes públicos e do mercado, buscando a co-responsabilidade pelo desenvolvimento includente, integrado e sustentável do Estado, destacam os autores do livro. A Gestão Compartilhada tem como objeto o trato de assuntos do interesse convergentes dos que cooperam. Ela se exerce através da articulação entre eles. “É, portanto, um modelo de gestão que se aplica às interface dos cooperantes. Sob variadas formas, faz conexões entre diferentes tipos de gestão, criando novos canais de interação entre pessoas, grupos, movimentos e organizações, tecendo assim uma teia que promove a cooperação do todo e preserva a identidade das partes”, diz João de Paula. OS ELEMENTOS – O elemento Pluralidade agrega a sabedoria da mistura étnica, política, ideológica, de gênero, cultural e religiosa. Sua diversidade legitima a comunhão de vontades. Ela vacina contra o grupismo e o corporativismo; inclui as partes no todo; aproxima os que não deviam estar separados e os ajuda no pensar sistêmico. A Virtualidade compõe a teia do equilíbrio dinâmico do movimento. É o chamado espírito do Pacto. Com sua clareza, abstração, facilidade de transposição de fronteiras e interligação. Segundo os autores, a Informalidade, caracterizada pela ausência de razão social, estatuto, sede, corpo dirigentes e funcional, possibilita a ocupação de espaços e o uso de recursos em conformidade com as demandas de cada ação, maximizando a expansão da rede de cidadania. Com a Cooperação, dá-se o aproveitamento das riquezas acumuladas pela variedade das experiências coletivas e individuais.
Pacto Texto Flávio Paiva acompanhou a criação do movimento desde o início e destacou como grandes momentos assumir a coordenação do Fórum da Música Plural Brasileira – criado em março deste ano – e poder dividir com o João de Paula a realização do livro. O mais interessante para ele é a busca, no Pacto, de um “ponto de interseção”, mesmo quando há diferentes opiniões: “Uma das coisas que mais me atraiu foi discordar sem ser considerado um inimigo pessoal”. Flávio Paiva teve importante participação na disseminação e assimilação do Pacto para os jornalistas, durante os quatro primeiros anos de existência do movimento. O sucesso do Pacto, para João de Paula, depende da “escolha de fazer uma vida cidadã”. As características essenciais durante estes nove anos são includência, integração e sustentabilidade. João de Paula explicou cada um dos cinco elementos destacados no livro como formadores da essência do Pacto de Cooperação: a pluralidade, a virtualidade, a informalidade, a catálise e a cooperação. Ele acredita que a adoção desta fórmula para o exercício da cidadania tem dado frutos: “Está brotando no solo cearense uma infinidade de modelos de gestão compartilhada”. Os participantes manifestaram suas considerações sobre o caráter integrador do Pacto, elogiando principalmente a criação do Planefor – Planejamento Estratégico da Região Metropolitana de Fortaleza, que constituiu-se num movimento inverso do que ocorre na maioria das cidades, ou seja, uma iniciativa da sociedade para o governo, que reuniu os setores mais carentes – através de seminários nas periferias -, as universidades e os governos estadual e municipal. Outra iniciativa do Pacto lembrada na reunião foi a criação do Pacto pelas Pessoas Portadoras de Deficiência, que permitiu uma articulação entre cidadãos com diferentes deficiências físicas – cadeirantes, cegos, surdos etc. – que sofrem do mesmo mal: o preconceito e o descaso social. O livro “Os 5 Elementos: A Essência da Gestão Compartilhada no Pacto de Cooperação do Ceará” custa R$ 18,00, e pode ser adquirido na Personal Consultoria (Av. Sen. Virgílio Távora, 1701, sala 308, fone: 261-2940, e-mail: personal@secrel.com.br). Em outros estados, o livro pode ser adquirido através dos telefones (21) 3860-8422, (21) 3860-8424, 0800-263311 ou pelo e-mail: compras@qualitymark.com.br. http://www.pacto.com.br/reunioes_consultar.php3?codigo=88
PACTO DE COOPERAÇÃO O olhar sobre a nossa gente, o nosso estado e as nossas cidades, pelo menos quando procuramos localizar as ações dos nossos gestores públicos e das nossas representações institucionais, nem sempre são as mais gratificantes. Mas há uma grandeza nossa toda especial, um jeito particular de decifrar o mundo e buscar para o nosso cotidiano a estética delicada das nossas bordadeiras, linhas e rendas. No final do século XIX, de certa forma antecipando o que aconteceria em 1922 com o movimento modernista brasileiro, surgiu no Ceará a famosa Padaria Espiritual, há nove anos, praticamente na última década do século XX, foi criado no Ceará o Pacto de Cooperação. São inspirações distintas, é verdade. O século XIX tinha um apreço todo especial pela estética literária. Valores que começam a se fragilizar no mundo ocidental como um todo, e no Brasil de uma maneira bem particular, depois da Segunda Guerra Mundial. Neste final de século, buscamos uma forma mais adequada de gerir o mundo, a produção e distribuição de bens materiais e simbólicas. Tornar compatíveis emprego, renda, bens, lazer, felicidade e natureza. Daí a idéia do Pacto de Cooperação, que certamente não teve uma matriz ideológica para reger e orientar o seu surgimento. Mas antes uma bela e deliciosa intuição. Essa intuição bem particular que brota da nossa urgência e necessidade. “O povo cearense sempre apresenta iniciativas interessantes e soluções inovadoras para questões desafiantes. O Pacto de Cooperação do Ceará é uma delas. Pelo que explicam, no presente livro, seus autores, num mundo onde a palavra de ordem é COMPETIÇÃO, o PACTO vai na contra mão e propõe vivenciar a COOPERAÇÃO. Numa sociedade como a brasileira, marcada por profundas desigualdades sociais, o PACTO busca aproximar pessoas. E ao invés de aprofundar divergências, tenta criar espaços para que cidadão de diversas visões de mundo e com inserção distinta na vida social possam descobrir as possibilidades de construir CONVERGÊNCIAS”, disse Tânia Bacelar, economista com doutorado em Políticas Públicas pela Universidade de Paris, ao apresentar o livro “OS 5 ELEMENTOS – A essência da Gestão Compartilhada no Pacto de Cooperação do Ceará”, do jornalista Flávio Paiva e do consultor João de Paula Monteiro, que será lançada amanhã no Hotel Plaza Praia Suítes. O livro não conta a história do Pacto, mas sistematiza essa rica e preciosa experiência genuinamente cearense.
PACTO Pré-lançamento do livro – Os 5 Elementos – A Essência da Gestão Compartilhada no Pacto de Cooperação no sde Cooperação, será feito amanhã em reunião semanal do Pacto de Cooperação, às 7h30minutos, no Suítes Plaza Hotel.
Livro conta a história do Pacto de Cooperação do Ceará “Os 5 elementos” representam a essência da Gestão Compartilhada Na véspera de completar uma década de processo inovador, na articulação de lideranças através da Gestão Compartilhada, o Pacto de Cooperação do Ceará apresenta à sociedade sua história de vida e sucesso transcrita nas 120 páginas do livro “Os 5 Elementos – A Essência da Gestão Compartilhada no Pacto de Cooperação do Ceará”.
Livro lista principais argumentos do Pacto de Cooperação A essência do Pacto de Cooperação do Ceará é assunto do livro do jornalista Flávio Paiva e do consultor João de Paula Monteiro. O livro será lançado segunda-feira. A intenção é divulgar os cinco principais elementos de funcionamento da iniciativa. “Os Cinco Elementos. A essência da Gestão Compartilhada no Pacto de Cooperação”. O livro é uma reflexão dos autores sobre a dinâmica da iniciativa, em que identificaram a existência de cinco elementos principais – Cooperação, Pluralidade, Informalidade, Virtualidade e Catálise – que juntos e interpenetrados, formam a essência organizacional do Pacto. Paiva e Monteiro, envolvidos com o Pacto desde a fundação em 1991, defendem que a experiência é única e dizem que a intenção do livro é levar para outros locais interessados em gestão compartilhada. “Esses elementos colocados em prática, criam um instrumento para produzir um tipo de desenvolvimento includente, integrado e sustentável” diz João de Paula Monteiro. Para que a alquimia desses elementos não resulte em ouro de tolo, eles devem fomentar a cultura da participação cidadã. “A mudança da cultura de participação é a principal contribuição do Pacto”, diz Flávio Paiva. Quem for ao livro procurando um texto mais técnico sobre gestão vai se decepcionar. Casado com um projeto gráfico leve, o texto é repleto de imagens e metáforas para discutir conceitualmente as práticas e vantagens de uma gestão cooperativa (com a participação autônoma de representantes), plural (com o envolvimento de setores diversos), informal (um espaço para uma discussão franca e desburocratizada), virtual (abrindo espaços para mudanças e potencialidades) e com força catalisadora. Não cabe na proposta do livro, segundo os autores, falar da eficiência do Pacto nem de suas ações práticas. “O Pacto não faz, o Pacto catalisa”, descrevem os autores no livro, e portanto, não seria fácil medir seus resultados. No entanto, no último capítulo do livro, Rede de Cidadania, o estilo volta a ser o mais corrente, com a citação de exemplos e resultados da ação do Pacto em nove anos. Para Paiva e Monteiro, isso não é uma dissonância com a proposta inicial de não medir produtos ou resultados, o recurso foi utilizado pensando em tornar a discussão mais paupável. “Queríamos descrever o processo, a ação dos cinco elementos em um exemplo prático”, explica Paiva. João Monteiro, acredita que o Pacto de Cooperação não é mais só um pacto de elite, como no início da década, quando nasceu da ligação entre o governo estadual e o setor empresarial. “Hoje temos o Pacto como um mosaico maior de participação das elites, dos mais variados setores”, diz.
LIVRO DO PACTO Por Egídio Serpa Na próxima segunda, às 7h30min, no Hotel Plaza Praia Suítes, Flávio Paiva e João de Paula Monteiro fazem o pré-lançamento do livro “Os 5 Elementos – A Essência da Gestão Compartilhada do Pacto de Cooperação do Ceará”. O evento é a pauta do Pacto de Cooperação do Ceará.
GESTÃO COMPARTILHADA Será segunda-feira, Hotel Plaza Praia Suítes, no Café da Manhã do Pacto de Cooperação, o lançamento do livro “Os 5 Elementos: A Essência da Gestão Compartilhada no Pacto de Cooperação do Ceará”, de Flávio Paiva e João de Paula Monteiro.
GESTÃO COMPARTILHADA O pré-lançamento do livro “Os 5 Elementos – A essência da Gestão Compartilhada no Pacto de Cooperação do Ceará”, ocorrerá nesta segunda-feira, no seu café da manhã.
TEORIA DO PACTO O livro Os Cinco Elementos, será lançado dia 20 próximo, às 7h30min, durante café da manhã do Pacto de Cooperação, no Plaza Suíte Praia. Elaborado por Flávio Paiva e João de Paula Monteiro, fala sobre a essência da gestão compartilhada no Pacto do Ceará. Responde pela edição a Qualitymark, do Rio. |
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| Você pode adquirir
esta obra através do site da Qualitymark Editora. http://www.qualitymark.com.br |
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