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Pão
e Poesia Olga Ribeiro |
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| Repertório | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pão e Poesia Todo amor que houver nessa vida Comunhão Pão Doce É pão ou não é
| Conversa de Botiquim Pelo vinho e pelo pão Drão O cio da terra Artigo 26 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Imagens | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| Alcance | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Olguinha está de volta Depois de uma longa temporada morando em Brasília, a cantora Olga Ribeiro volta à Fortaleza e faz show hoje no bar Maria Bonita. Uma das vozes reveladas na safra musical cearense doas anos 80, ela apresenta canções do seu último CD “Pão e Poesia”, elem de relembrar seu primeiro trabalho solo, “Ámerica”. Pouco antes de partir, ela costumava citar Caetano Veloso: “Eu não estou indo embora, só estou preparando a hora de voltar”. Dito e feito. Olga Ribeiro, a Olguinha, está de volta à cena artística de Fortaleza e faz hoje apresentação no bar Maria Bonita. O show é uma espécie de anúncio de chegada depois de longa temporada em Brasília e antecipa a comemoração do Dia Internacional da Mulher programada pelo bar. Olguinha faz show acústico acompanhada de Tarcísio Sardinha (violão), Márcio Resende (sax e flauta) e Oto Jr. (percussão) e promete cardápio musical variado com canções do mais recente trabalho, o CD Pão e Poesia, ainda inédito por aqui, do LP América (1992), seu primeiro disco solo e outras do seu repertório, como “Nina” (Chico Pio/Luciano Cléver). A apresentação de hoje tem um significado especial, mesmo que ainda não seja o show de lançamento do Pão e Poesia. “Estou de volta e essa é a maneira de dizer que estava com saudades da cidade, ao mesmo tempo que serve para dividir com os amigos o bom momento que estou vivendo”, conta. Em Brasília, ela atuava como produtora cultural no Conjunto Cultural da Caixa Econômica, o que rendeu, à ela e à equipe, o prêmio Candango de Cultura. “Sempre apostei no trabalho coletivo e atuar como produtora cultural satisfaz essa minha necessidade e ajuda no meu trabalho como cantora”, avalia. Mesmo recém-chegada, ela já tem vários projetos em andamento. Foi convidada para fazer a produção de um filme e começa a gravar ainda esse mês o CD “Samba Lê-Lê”, com músicas infantis de autoria do jornalista Flávio Paiva. “Não dá para ser uma ostra, quando tem esse mar imenso”, aposta confiante Olga Ribeiro.
Ouça: Pão musical na hora do almoço Na Salinha Funarte (Auditório do MinC/MMA – Térreo) recomeçam as atividades musicais do projeto Show do Meio-Dia, às 12h30, com o espetáculo musical Pão e Poesia da cantora Olga Ribeiro (foto). São onze músicas que assinalam a importância milenar do pão e trigo na nossa cultura e mostram que o pão do espírito é a música. Olga será acompanhada por Eugênio Matos no teclado, Jorge Macarrão – percussão e Fabianao Medeiros tocando clarineta e sax que asseguram uma demonstração alegre, com surpresas auditivas, visuais e gustativas. É de graça.
Roteiro ENTRADA FRANCA – Músicas que fazem referências ao pão e trigo estão no repertório que a cantora Olga Ribeiro mostra hoje, às 12h30, na Salinha Funarte (auditório) do MinC). O show Pão e Poesia, também título do CD da cantora, faz parte do projeto Cultura ao Meio Dia realizado pela Funarte. Olga será acompanhada por Eugênio Matos (teclado), Jorge Macarrão (percussão) e Fabiano Medeiros (clarineta/sax)
ROTEIRO FESTA DO PÃO - Dez músicas que fazem referências ao pão e o trigo estão reunidas no CD Pão e Poesia, que a cantora Olga Ribeiro (foto) lança hoje, às 22h, no Le Bistrot Café (Metropolitan Flat). No show, que dá início ao projeto Todos os Tons , a cantora estará acompanhada pelos músicos Eugênio Matos, Jorge Macarrão e Ocello Mendonça. Entre outras músicas, o disco tem O Cio da Terra , Drão , e a faixa título, de autoria de Moraes Moreira e Fausto Nilo.
Todos os Tons da música popular Depois do Verão Musical, o Le Bistrot Café lança mais um projeto que promete movimentar as noites da cidade com shows de qualidade Após o sucesso do Verão Musical, projeto que, aproveitando o curso de verão da Escola de Música de Brasília, trouxe para o Le Bistrot Café músicos eruditos e populares de alto nível, começa a partir de hoje, uma nova temporada de shows, denominada Todos os Tons. Será mantido o mesmo ecletismo do projeto anterior, com os mais variados gêneros musicais. Estão agendados nomes como o do guitarrista Kadú Lambach, da Brasília Blues Band, a viola caipira de Marcos Mesquita, o grupo Antiqua de música barroca, chorinho com o Sopro e Cordas e muito mais. Além das expressões locais, gente de fora como Tadeu Franco, Daniel Soares, Zé Luiz Mazziotti, Renato Andrade, Raul Mascarenhas e Claudete Soares, também se apresentarão, ajudando a compor um espaço importante para a expressão de músicos já consagrados e outros, não tão conhecidos. O projeto Todos os Tons será iniciado por uma voz nascida no Ceará, residente daqui. A partir das 22h, a cantora Olga Ribeiro estará lançando o CD Pão e Poesia, acompanhada por Eugênio Matos (teclados), Ocello Mendonça (violoncelo) e Jorge Macarrão (percussão). O disco, segundo de Olga Ribeiro (que em 1993 lançou América , centrado nos 500 anos de colonização), tem uma característica interessante: todas as músicas trazem, em algum trecho, a palavra pão. São dez faixas, bem selecionadas, onde a cantora interpreta Conversa de Botequim (Noel Rosa/Vadico), O Cio da Terra (Milton/Chico), É Pão ou Não É (Ary Barroso), a que dá nome ao disco, Pão e Poesia (Moraes Moreira/Fausto Nilo), Todo o Amor Que Houver Nessa Vida (Frejat/Cazuza), entre outras. O CD, bem gravado e arranjado, é uma produção da Plural de Cultura, com coordernação artística de Flávio Paiva e direção musical de André Magalhães. As músicas são interpretadas com personalidade e compõem, devido à variedade do repertório, um disco caracteristicamente brasileiro. Olga Ribeiro foi revelação nos festivais estudantis em Fortaleza dos anos 70, integrante da Banda Pré-Histórica das Moças Donzelas e fez turnê nos EUA com o Quart'ETON; além de ter cantado ao lado de Zezé Motta e Joyce e participado do Projeto Pixinguinha. Amanhã, Frank & Company tocam músicas internacionais e, na sexta, Reinaldo de Holinda e Banda apresentam show onde a música caipira dará o tom. Ambas as apresentações acontecem às 22h. O Le Bistrot Café fica no setor Hoteleiro Norte (Metropolitan Flat); reservas pelo 327-1794
Mingau Pop -
Ouça Pão e Poesia - Olga Ribeiro - Interessante compilação de standarts da música brasileira que marca este trabalho da cantora Olga Ribeiro. Com "padrinhos" do naipe de Flávio Paiva e Mona Gadelha, a cantora dá conta do recado interpretando coisas tão díspares quanto "Pão e Poesia" de Moraes Moreira e Fausto Nilo que ganha uma leitura esperta com o trombone de Bocato, e "Conversa de Botequim" de Noel Rosa e Vadico.
Pão e poesia Passados cinco anos do lançamento do elepê América, com foco musical nos 500 anos de colonização, a intérprete Olga Ribeiro volta com novo disco temático, cantando o pão e seus significados no universo da MPB. Ela tem voz inconfundível, clareza de interpretação e muita história para contar. Foi revelação nos festivais estudantis na Fortaleza dos anos 70 e, na década seguinte, ganhou reconhecimento por sua atuação em shows individuais, com a Banda Pré-Histórica das Moças Donzelas e em turnê nos EUA como integrante do Quart'ETON. Cantou ao lado de Zezé Motta e Joyce, participou do Projeto Pixinguinha e gravou faixas em alguns discos de artistas cearenses da sua geração. Em 92, lançou o LP solo América, tecendo uma leitura musical muito peculiar do Continente em seus cinco séculos de colonização. Determinada a voltar ao cenário da MPB com mais arrojo, Olga Ribeiro pretendia, até o final de 97, remasterizar e lançar em CD os fonogramas do América, ao mesmo tempo em que desenvolvia pesquisa para um novo disco provisoriamente intitulado Bamba – trabalho centrado na sonoridade, simplicidade e sutileza da mulher brasileira. Mas todo esse conjunto de planos teve um reforço seguido de inversão de prioridades quando Olga Ribeiro foi surpreendida com uma sugestão que considerou, literalmente uma proposta para meter a mão na massa. “O contato imediato aconteceu no dia primeiro de agosto, após minha apresentação no projeto Brahma Cultural 6ª com Arte, no Sindicato dos Jornalistas, em Fortaleza”, lembra Olga. “No final do show o empresário Amarílio Macedo perguntou se eu não gostaria de fazer um trabalho tendo como fio condutor a importância do pão em nossa cultura. Foi sincronicidade total”, revela. Rapidamente o projeto foi apresentado à Comissão de Avaliação de Projetos da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará e, aprovado, recebeu o patrocínio integral da J. Macedo Alimentos. Soprano – Composto de dez faixas, o novo disco de Olga Ribeiro, com lançamento previsto para o primeiro semestre de 98, retrata diversos focos da presença do pão em nossa poética musical, a exemplo da fantasia sócio-amorosa de Pão e Poesia (Moraes Moreira/Fausto Nilo), que dá título ao trabalho; do jogo metafórico que remete à atmosfera da Padaria Espiritual, em Artigo 26 (Ednardo); dos impulsos de paixão incandescente em Pelo vinho pelo pão (Zé Ramalho) ou o canto de fertilidade expresso na música Cio da Terra (Chico Buarque/Milton Nascimento). Movida por uma inspirada segurança, Olga Ribeiro faz com que seu canto seja sentido e entendido com a profundidade que a grandeza do repertório sugere. A liberdade rebelde e sonhadora da juventude aparece em Todo o amor que houver nessa vida (Cazuza/Frejat) e o sentimento fraternal surge em Comunhão (Milton/Brant); assim como flashes da vida nos bares estão em Conversa de Botequim (Noel/Vadico). Não [e preciso demorar muito para perceber a diversidade e a riqueza dos valores que essenciais que compõem a obra. Tudo está bem costurado pela sutileza artística de Olga Ribeiro, essa soprano que tão bem exercita o grave, mantendo densos agudos na outra ponta da extensão. O disco reúne momentos humanos de melancolia, como a trama da separação em Drão (Gil), de sátira dramática, na bela Pão Doce (Carlos Sandroni) e no duplo sentido sadio da graciosa marchinha É pão ou não é (Ary Barroso), sucesso há exatos 50 anos (carnaval de 1947) na voz de Aracy de Almeida. Embalagem – Com coordenação artística do jornalista Flávio Paiva e produção executiva da cantora Mona Gadelha, Pão e Poesia agrega ainda toda a experiência, envolvimento e brasilidade do grupo Aquilo Del Nisso, capitaneado pelo produtor musical André Magalhães. Outros temperos na medida contribuíram sensivelmente para a qualidade final do trabalho, como o trombone do Bocato e o piano de Lincoln Antônio que, somados à suavidade afinada da intérprete deram a consistência desse disco essencialmente acústico, bem brasileiro e universal. Para embalar esse estojo de música e poesia, a artista gráfica Vânia Vieira harmonizou estampas com base na textura do pão francês, ciabata, integral e na casquinha do pão doce e pão de hambúrguer com gergelim. O efeito final oferece um jogo estético sóbrio que agrada pela limpeza visual, equilíbrio e identificação temática. No rótulo do CD, a imagem do miolo do pão integral estourada dá uma sensação de superfície lunar. E, com certeza, não haveria um melhor lugar para esse encontro entre o pão e a poesia. O Cd nosso de cada dia Dois discos especiais
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