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Parece que foi amanhã |
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| Sobre o livro | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
"Mais importante do que eu digo é o que você entende." "Me diga agora o que você entendeu do que eu lhe disse."
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| Alcance | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O homem que chegou ao futuro A história de vida do empresário José Dias Macedo e a trajetória do Grupo J. Macêdo, contadas por ele mesmo. É o que retrata o livro “Parece que foi amanhã – As Ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão” organizado, a partir de depoimentos do próprio José Macêdo, por João de Paula Monteiro e Flávio Paiva, e traz o selo da Omni Editora. Lançado no dia 22 de fevereiro, na Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi, o livro é um marco comemorativo aos 90 anos de José Dias Macêdo e aos 70 anos de atividade do seu grupo empresarial. SERVIÇO
Fazer diferente
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FAC-SÍMILE |
consultor João de Paula Monteiro, constitui "Parece que foi Amanhã - as ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo", livro de memórias em primeira pessoa que será lançado hoje à noite, na livraria Saraiva do Shopping Iguatemi. O autor será apresentado por um de seus filhos, o empresário Roberto Macêdo. Trazendo considerações de diferentes aspectos de sua trajetória, a obra ressalta a visão empreendedora e social do industrial cearense.
Mais do que um compêndio de sua extensa e diversificada trajetória empresarial, já descrita em detalhes pelo jornalista Glauco Carneiro em "J. Macêdo - uma saga empresarial brasileira" (Edicom, 1989), este novo título prima pela informalidade que permite reunir depoimentos autobiográficos do empresário em torno de vários momentos de sua vida, não apenas profissional. Recorrendo exclusivamente a entrevistas publicadas em veículos locais e nacionais, inclusive com referências aos textos de apresentação que as antecedem, a obra se vale ainda de um rico acervo de imagens, além de um projeto gráfico moderno, que possibilita destacar alguns de seus pontos de vista.
Claro que os comentários sobre as atividades comerciais estão também ressaltados aqui, algo mais do que natural para quem desde muito jovem aprendeu a reconhecer a importância do trabalho para a formação do caráter e da família. Isto ainda em Camocim, onde José Macêdo nasceu, em 1919. Ao mudar-se com os pais para Fortaleza, com 12 anos, houve não apenas a continuidade dos estudos, mas também a da vocação comercial. Com as influências do pai, o comerciante piauiense Manoel Macêdo, no Hotel Moreira; do irmão mais velho e "segundo pai, na parte cultural", Antônio Macêdo, e ainda do tio padrinho José Torquato, que lhe estimulou ainda mais o tino comercial, José Macêdo uniu-se em sociedade ao cunhado Carlindo Cruz para dar início à formação de um dos maiores conglomerados industriais do País.
Dinamismo
"A minha vocação de empreendedor vem desde menino. Uma parte eu atribuo à minha natureza e a outra, entendo que tenha sido fruto do jeito como o meu pai me educou", declarou certa vez. Ao unir-se a Carlindo, José Macêdo logo estaria trazendo para Fortaleza, após uma viagem aos Estados Unidos, uma representação da Willys Overland, que trouxe para a capital cearense o Jeep, mundialmente conhecido após a Segunda Guerra. "A importação de Jeep foi o primeiro grande negócio da J. Macêdo, foi como ganhamos o primeiro milhão de dólares e tivemos fôlego para podermos entrar no negócio do trigo, que até então inexistia no Ceará", conta.
A diversificação dos negócios foi sempre uma marca da atuação do empresário, atualmente presidente do Conselho da J. Macêdo, que segue gerenciada pelos filhos Amarílio e Roberto Macêdo. "Naquele tempo a diversificação era a forma que achávamos mais adequada para promover o crescimento dos negócios. A necessidade de focar em algumas poucas áreas veio bem depois. Se não tivéssemos sido audaciosos, não teríamos saído do lugar. A lição é que vale a pena ousar", ensina.
O dinamismo se estende a outros aspectos empresariais, como o uso da motivação ética entre os funcionários. Em muitos casos, a partir de seus recorrentes "ditos", provenientes da visão de mundo do próprio José Macêdo. "Numa empresa, todos são vendedores. E nada é mais importante para um vendedor do que honrar o que prometeu ao cliente", costuma dizer. E ainda: "Mais importante do que eu digo é o que você entende", ou ainda, "me diga agora o que você entendeu do que eu lhe disse".
"Parece que foi amanhã" traz ainda capítulos em que José Macêdo apresenta seus valores morais, éticos, sua visão de mundo em relação ao futuro; sua relação com a família (desde o casamento com Dona Maria, de 1942 a 2006, quando de seu falecimento, ao convívio com seus 25 bisnetos), sua admiração por "pessoas modestas como a escritora Rachel de Queiroz" e ainda sua passagem pela política (chegou a ser deputado federal e senador) e sua visão sobre o tema. No último capítulo, há comentários sobre seus hábitos cotidianos, inclusive em sua fazenda em Quixeramobim. Hábitos como os exercícios físicos e uma maior assiduidade aos livros, antes não permitida por uma trajetória reconhecida por comendas como o Troféu Sereia de Ouro e títulos como o de Empresário do Ano, pela Confederação Nacional da Indústria. Além da obra, a história do empresário poderá ser melhor conhecida, em breve, com a inauguração do Centro de Memória Dinâmica Monteiro Lobato.
Memórias
Parece que foi amanhã José Macêdo
Omni Editora
2010
144 páginas
Lançamento às 19 horas, na Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi. Apresentação do empresário Roberto Macêdo
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Os 90 anos de trajetória do fundador do grupo J.Macêdo são o tema do livro Parece que foi amanhã & As ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo, que será lançado hoje, às 19 horas
Naara Vale
naara@opovo.com.br
É como se fosse uma autobiografia, mas não é. Seria se o biografado tivesse escrito a sua própria história, mas quem a colocou no papel foram jornalistas de diversos veículos, em diferentes momentos, através de várias entrevistas. José Dias de Macêdo, o J.Macêdo, apenas abriu sua vida para os gravadores de curiosos profissionais que tentavam revelar um pouco do homem que construiu um império empresarial em pleno Ceará. Essas revelações estão no livro Parece que foi amanhã & As ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo (Ed. Omini), que tem lançamento hoje, às 19 horas, na Livraria Saraiva Megastore (Shopping Center Iguatemi).
Espécie de biografia escrita a muitas mãos, o livro diferencia-se por contar a história de vida do empresário através de relatos dados pelo próprio personagem em conversas com jornalistas locais, estudantes de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará e funcionários do Grupo Macêdo. Narradas em primeira pessoa, as histórias vão se entrelaçando e, aos poucos, vão revelando quem é J.Macedo.
As entrevistas são de datas que chegam a 20 anos de diferença. A mais antiga delas, publicada pelo O POVO, foi dada ao professor e jornalista Agostinho Gósson em 1988. Já a mais recente data de 2008 e foi concedida ao jornalista Flávio Paiva. Em seu capítulo de apresentação, a obra traz ainda os textos de abertura dessas entrevistas e introduzem o leitor no mundo do empresário sob o olhar dos entrevistadores. Cada texto leva uma cor, o que a ajuda o leitor a diferenciar a qual entrevista pertenceram os depoimentos mesclados ao longo do livro.
Como o próprio título da introdução diz, para além do detalhamento da trajetória de J.Macêdo, Parece que foi amanhã pretende ser ``uma biografia do pensamento`` de J.Macêdo. ``Este livro é, portanto, um tributo às ideias de alguém que chegou ao futuro. Alguém que nos seus 90 anos conquistou o que se propusera alcançar como empresário, patriarca e cidadão``, justificam Flávio Paiva e João de Paula Monteiro, organizadores da obra.
A tentativa de focar em uma das principais características do biografado, que era de ``condensar pensamentos marcantes sobre a vida, os negócios, a família, valores e crenças, em frases e histórias``, fica clara com os destaques dados às frases fortes ditas por J.Macêdo. Elas permeiam todo o livro e, em alguns momentos, chegam a ocupar mais de uma página.
Como toda boa biografia, Parece que foi amanhã reúne ainda um extenso acervo fotográfico da vida do empresário, resgatando também momentos históricos da trajetória pessoal, profissional e política do senador - como José Macêdo é tratado nos círculos mais íntimos. As fotos casam com a diversidade de conteúdo, que aborda desde a vivência empresarial, a relação com a família, a passagem pela política, até o estilo de vida cultivado pelo empresário.
SERVIÇO
Parece que foi amanhã & As ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo
(Ed. OMINI, 144p.). Lançamento hoje , às 19h, na Livraria Saraiva Megastore (Shopping Iguatemi). Preço: R$ 38
EMAIS
- José Dias de Macêdo nasceu em 8 de agosto de 1919, na cidade de Camocim, Ceará. Em 1939 começou a trabalhar em um escritório de representações que deu origem à J.Macêdo. Desde então, se aventurou no comércio dos mais diferentes produtos, embora a fortuna do empresário tenha sido construída com a venda de Jeep, farinha de trigo e cerveja.
- Foi eleito deputado federal por três vezes e suplente de senador, com dois mandatos, tendo assumido a cadeira de titular em uma delas.
- Foi casado por 64 anos com Dona Maria Proença de Macêdo, com quem teve oito filhos.
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Jocélio Leal

Em terceira pessoa: Desde menino, José Dias Macêdo gosta de vender. Sempre apreciou estar perto das pessoas interessadas em comprar algo. Ainda guri, já era curioso por saber o que faz com que elas se interessem por um determinado produto. Quando descobria o que despertava o interesse das pessoas, o pequeno José, mesmo que não tivesse, dava um jeito de conseguir e atender vontade do freguês (em marketês, atendia desejos e necessidades do consumidor). Conta que ficava alegre quando as pessoas buscavam nele uma forma de chegar ao que queriam. Como todo vendedor, José tinha como objetivo maior o lucro, e não há nada de feio nisso. Mas, para quem como ele era vocacionado para o ramo, a satisfação de quem vende e de quem compra era mesmo impagável.
Em primeira pessoa: Eu comecei minha vida empresarial em setembro e 1939, precisamente. Quero citar essa data, como sendo meu início, porque foi quando eu recebi uma carta de eu cunhado Carlindo Cruz, me admitindo como sócio interessado na firma dele, com uma participação de capital. Vender Jeep foi uma aventura. Viajei para os Estados Unidos sem falar inglês, sem dinheiro nem patrimônio para enfrentar aquilo. Não tínhamos experiência nenhuma. Se fosse exigido abrir carta de crédito eu não tinha lastro para isso. Quando mais tarde um inspetor da fábrica (Willys) veio a Fortaleza, o máximo que eu tinha conseguido fazer era um galpão para a montagem dos veículos. Vinha tudo desmontado em caixotes de madeira. Mas consegui convencê-lo de que embora modesta, a firma podia dar conta do desafio. Deu certo.
Terceira pessoa & A importação de Jeep foi o primeiro grande negócio de J. Macêdo. Graças aos carros rústicos da 2ª Grande Guerra conseguiu ganhar o primeiro milhão de dólares. Dali veio o fôlego para entrar de cabeça numa novidade por aqui: o trigo. Até então, o moinho mais próximo do mercado cearense ficava em Pernambuco. Era o da Bunge, em Recife.
Primeira pessoa: No começo, eu admiti na empresa, praticamente, todos os meus irmãos como sócios. Os dois mais novos, Benedito e Fernando, como os principais sócios depois do fundador. Benedito foi um grande sócio que eu tive. Era um homem de uma cabeça muito boa e me ajudou muitíssimo. Na parte do moinho de trigo, por exemplo, ele teve uma participação muito grande. Foi um herói na compra e do traslado para Fortaleza do moinho Itália (Moinho Stucky, em Veneza). A gente ia se completando.
Terceira pessoa: José Macêdo prova que a preocupação social da empresa é anterior à propagação do termo responsabilidade social. Em 1959, criou a fundação Antônio Dias Macêdo. A Fundação passou a ter escolas, com cerca de duas mil crianças. Quando o País anunciou a criação do 13º Salário (1962), J. Macêdo já pagava dois anos antes. O sucesso empresarial do grupo vem de uma receita básica, válida para micro, pequenos, médios, grandes e gigantes: manter o equilíbrio. Ele diz que sempre procuraram gastar pouco, sempre poupando. Segundo ele, mesmo depois de capitalizados, continuaram levando vida de classe média com recursos. Nunca tiveram preocupação de comprar iate, por exemplo. Até hoje, José Macêdo afirma ter como principal hobby trabalhar. É a coisa que ele mais gosta.
As histórias de José Macêdo, que acabam se confundindo com as do Grupo que leva seu nome, estão bem contadas em primeira e terceira pessoas na biografia ``Parece que foi amanhã & as ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo``, OMNI Editora, 144 páginas. O lançamento é hoje, às 19 horas, na Livraria Saraiva, no Shopping Iguatemi. A apresentação será feita pelo filho dele, Roberto Macêdo.
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Será lançado nesta segunda-feira, a partir das 19 horas, na Livraria Saraiva (Shopping Iguatemi), o livro “Parece Que Foi Amanhã – As ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo”.
Com apresentação de Roberto Macêdo, vice-presidente do Grupo J.Macêdo e presidente da Federação das Indústrias do Ceará (FIEC), o livro, editado pela Omni, foi organizado pelo jornalista Flávio Paiva e pelo consultor João de Paula Monteiro.
A publicação, com frases fartas e fotos históricas, expõe um pouco de conteúdos sobre a vivência empresarial, a relação com a família, a passagem pela política e o estilo de vida cultivado por José Macêdo.
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BIOGRAFIA (I)
O Povo – coluna Sonia Pinheiro, 22/02/2010
Com o selo da Omni e a organização do jornalista Flávio Paiva e do consultor João de Paula Monteiro, o livro Parece que Foi Amanhã -As ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo será lança do na Livraria Saraiva (Shopping Iguatemi), esta noite (às 7). O quesito apresentação caberá ao filho Roberto Macêdo, vice-presidente do Grupo J. Macêdo e presidente da Fiec.
BIOGRAFIA (II)
O Povo – coluna Sonia Pinheiro, 22/02/2010
O livro (144 páginas) prima pela leveza, ressaltada por um projeto gráfico dinâmico, com bastantes frases e fotos históricas, narrando a vivência empresarial de José Macêdo, sua relação com a família, a passagem pela política e o estilo de vida do personagem que já estreou nos 90- e virou ícone de sua geração. Parece que Foi Amanhã... interessará também aos que buscam histórias de capacidade realizadora e reflexiva.
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Um conjunto de depoimentos, organizado pelo jornalista Flávio Paiva e pelo consultor João de Paula Monteiro, constitui "Parece que foi Amanhã - as ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo", livro de memórias em primeira pessoa que será lançado hoje à noite, às 19:00h, na livraria Saraiva do Shopping Iguatemi, em Fortaleza. Os comentários sobre as atividades comerciais estão também ressaltados, algo mais do que natural para quem desde muito jovem aprendeu a reconhecer a importância do trabalho para a formação do caráter e da família. Isto ainda em Camocim, onde José Macêdo nasceu, em 1919. Ao mudar-se com os pais para Fortaleza, com 12 anos, houve não apenas a continuidade dos estudos, mas também a da vocação comercial. Com as influências do pai, o comerciante piauiense Manoel Macêdo, no Hotel Moreira; do irmão mais velho e "segundo pai, na parte cultural", Antônio Macêdo, e ainda do tio padrinho José Torquato, que lhe estimulou ainda mais o tino comercial, José Macêdo uniu-se em sociedade ao cunhado Carlindo Cruz para dar início à formação de um dos maiores conglomerados industriais do País.
Postado por Tadeu Nogueira às 07:18h
Com informações do DN
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A Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi, lança hoje, às 19 horas, o livro “Parece Que Foi Amanhã – As ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo”, um industrial que se tornou um dos ícones de sua geração. Com apresentação de Roberto Macêdo, Vice-Presidente do Grupo J.Macêdo e Presidente da Federação das Indústrias do Ceará, FIEC, o livro, editado pela Omni, foi organizado pelo jornalista Flávio Paiva e pelo consultor João de Paula Monteiro.
O livro destaca-se pela leveza proporcionada por um projeto gráfico dinâmico, com frases fartas e fotos históricas, que torna ainda mais agradável a leitura de conteúdos sobre a vivência empresarial, a relação com a família, a passagem pela política e o estilo de vida cultivado por José Macêdo.
Ao longo das páginas de “Parece que foi amanhã”, o leitor é levado a acompanhar a trajetória do Senador, como José Macêdo é tratado nos círculos mais íntimos, guiado por pensamentos e histórias desse empresário que chega aos 90 anos com uma experiência de vida exemplar.
O rico e variado legado de referências éticas e os exemplos do poder realizador de quem saiu do interior do Ceará para criar uma das grandes empresas brasileiras constituem um leque de informações e percepções atraentes para leitores dos mais diversos gostos e interesses. A biografia do pensamento de José Macêdo não se restringe, portanto, ao público empresarial; ela é cativante também para os que buscam histórias de capacidade realizadora e reflexiva.
A trajetória árdua, de muito trabalho e arrojo de José Macêdo é retratada por suas próprias palavras. No livro, ele recorda diversos aspectos dos últimos 20 anos de sua vida, através de respostas dadas a jornalistas, estudantes de comunicação social e funcionários da empresa que fundou. Um charme especial de editoração é que cada entrevista aparece em uma cor diferente, facilitando ao leitor a identificação de quem fez e em que época foi feita cada parte, cujo todo aparece misturado na trama da narrativa.
LANÇAMENTO
Livro: “Parece que foi amanhã – As ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo” – OMNI Editora, 144 páginas
Data: 22 de fevereiro de 2010 (segunda-feira)
Hora: 19 horas
Local: Livraria Saraiva (Iguatemi Expansão) – Fortaleza.
Apresentação: Roberto Macêdo
Informações adicionais: 3247-6101
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Será lançado na próxima segunda-feira, a partir das 19 horas, na livraria Saraiva (Shopping Iguatemi), o livro “Parece Que Foi Amanhã – As ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo”. Com apresentação de Roberto Macêdo, vice-presidente do Grupo J.Macêdo e presidente da Federação das Indústrias do Ceará (FIEC), o livro, editado pela Omni, foi organizado pelo jornalista Flávio Paiva e pelo consultor João de Paula Monteiro.
A publicação, que já devorei, destaca-se pela leveza proporcionada por um projeto gráfico dinâmico, com frases fartas e fotos históricas, que torna ainda mais agradável a leitura de conteúdos sobre a vivência empresarial, a relação com a família, a passagem pela política e o estilo de vida cultivado por José Macêdo.
Fiquei maravilhado com o gosto pelos negócios de José Macedo, mas principalmente com a abertura que esse empresário, hoje um garoto de 90 anos, sempre mostrou para o avanço tecnológico e para o valor da educação.
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Por Emílio Moreno
A livraria Saraiva do shopping Iguatemi, lança no próximo dia 22 de fevereiro, às 19 horas, o livro “Parece Que Foi Amanhã – As ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo”, um industrial que se tornou um dos ícones de sua geração.
Ao longo das páginas, o leitor é levado a acompanhar a trajetória do Senador, como José Macêdo é tratado nos círculos mais íntimos, guiado por pensamentos e histórias desse empresário que chega aos 90 anos com uma experiência de vida exemplar.
Com apresentação de Roberto Macêdo, Vice-Presidente do Grupo J.Macêdo e Presidente da Federação das Indústrias do Ceará, FIEC, o livro, editado pela Omni, foi organizado pelo jornalista Flávio Paiva e pelo consultor João de Paula Monteiro.
A trajetória árdua, de muito trabalho e arrojo de José Macêdo é retratada por suas próprias palavras. No livro, ele recorda diversos aspectos dos últimos 20 anos de sua vida, através de respostas dadas a jornalistas, estudantes de comunicação social e funcionários da empresa que fundou.
O livro da OMNI Editora destaca-se pela leveza proporcionada por um projeto gráfico dinâmico, com frases fartas e fotos históricas, que torna ainda mais agradável a leitura de conteúdos sobre a vivência empresarial, a relação com a família, a passagem pela política e o estilo de vida cultivado por José Macêdo.
LANÇAMENTO
Livro: “Parece que foi amanhã – As ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo” – OMNI Editora, 144p.
Data: 22 de fevereiro de 2010 (segunda-feira)
Hora: 19 horas
Local: Livraria Saraiva (Iguatemi Expansão) – Fortaleza
Apresentação: Roberto Macêdo
Informações adicionais: 3247-6101
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Com o subtítulo "As ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo", o livro apresenta a vivência empresarial, a relação com a família, a passagem pela política e o estilo de vida cultivado pelo empresário cearense José Macêdo, industrial que se tornou um dos ícones de sua geração. Organizado pelo jornalista Flávio Paiva e pelo consultor João de Paula Monteiro, a obra revela o "rico e variado legado de referências éticas e os exemplos do poder realizador de quem saiu do interior do Ceará para criar uma das grandes empresas brasileiras". O lançamento será nesta segunda-feira (22), às 19h, na Livraria Saraiva, no Shopping Iguatemi, em Fortaleza.
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Versão em PDF |
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José Macêdo:
Uma vida dedicada ao trabalho
Revista Fale! - Ano VI - Nº 64, 2009
A trajetória árdua, de muito trabalho e arrojo
de José Macêdo é retratada
por suas próprias palavras no livro “Parece que foi amanhã”,
uma exaltação ao
empreendedorismo e à
visão de futuro
Para celebrar os 90 anos do empreendedor José Dias Macêdo foi lançado o livro “Parece que foi amanhã — As ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo”, organizado por Flávio Paiva e João de Paula Monteiro, a partir de depoimentos do empresário a jornalistas e colaboradores. Com seu talento para os negócios, José Macêdo ajudou a construir as bases industriais do Brasil nos primeiros anos do século XX, com a criação do grupo J. Macêdo. A publicação, com o selo da Omni Editora, foi lançada no Espaço Casa Cor durante as celebrações dos 70 anos de atividade do Grupo J. Macêdo. Em sua 11ª edição, a Casa Cor 2009 está sediada em imóvel pertencente ao grupo, com 10 mil m² de área.
O livro recorda diversos aspectos dos últimos 20 anos na vida do empresário, através de respostas suas dadas a jornalistas, estudantes e funcionários de sua empresa, em meios impressos. Trata-se de um belo conjunto de pensamentos marcantes sobre a vida, os negócios, a família, valores e crenças, em imagens e em histórias de um industrial pioneiro que se tornou um dos ícones de sua geração.
A história de vida de José Macêdo, impressiona: iniciou nos negócios aos 12 anos, acompanhando o pai comerciante, seu Manoel. Já aos 20 anos se tornou comerciante, vendendo quase tudo e deu início à construção do que seria um futuro conglomerado de empresas e um dos pilares do desenvolvimento do Ceará. Conquistou seu patrimônio apostando nos mais diversos seguimentos (Jeep americano, farinha de trigo, cerveja, pneus, tintas, só para citar alguns) e enfrentou momentos dos mais turbulentos da História do Brasil.
Hoje, o Grupo J.Macêdo, com as marcas Dona Benta, Sol, Petybon e Brandini, é o primeiro do Brasil em farinha de trigo doméstica e em mistura para bolo e o segundo em massas alimentícias. No setor de tintas, com a marca Hidracor, é o primeiro do País em tintas hidrossolúveis e o primeiro do Norte e Nordeste em texturas, e o terceiro em tintas líquidas. Em transformação de energia é a maior empresa de transformadores do Norte e Nordeste e o maior fornecedor de transformadores para os parques eólicos do Brasil.
Uma biografia do pensamento
No manuseio dos materiais relativos à preparação das comemorações dos 70 anos do Grupo J.Macêdo, observou-se uma característica de seu fundador, que é a capacidade de condensar pensamentos marcantes sobre a vida, os negócios, a família, valores e crenças, em frases e em histórias.
Ao longo dos anos, os ditos de José Dias de Macêdo têm balizado as atividades das empresas do Grupo nos diferentes momentos de sua evolução. É famosa a resposta dada ao cartunista Mino, quando este perguntou-lhe, décadas atrás, a que ele atribuía o seu sucesso empresarial:
“Sempre que alguém me pergunta qual a fórmula que usei para comandar a evolução permanente de J. Macêdo, do Ceará para todo o Brasil, costumo dizer que, além da obstinação pelo trabalho, procurei em toda a minha vida de atividade empresarial cercar-me de profissionais melhores do que eu.”
No texto de apresentação do Código de Ética e de Conduta da J.Macêdo S/A, lançado em 2008, a fala do fundador organiza alguns preceitos essenciais para orientar as relações internas e externas da empresa, em sentenças curtas e claras, como na seguinte formulação:
“A maior riqueza da nossa organização é que ela, mesmo sendo um empreendimento privado, nunca agiu apenas como uma realizadora de negócios. Embora cultivando todas as características indispensáveis a uma empresa competitiva, a J. Macêdo sempre se considerou uma instituição a serviço do desenvolvimento.”
Igual manifestação desse gosto de fazer reflexões sobre o que constrói, José Macêdo declara em depoimento publicado no livro História Empresarial Vivida - Depoimentos dos Empresários Brasileiros Bem Sucedidos - Vol. IV. Cléber Aquino (Org.), Editora Gazeta Mercantil, São Paulo, 1988, que:
“O empresário tem que estar atento à função social da empresa, não só como contribuinte fiscal e pelas oportunidades de emprego que oferece, mas, especialmente, pela responsabilidade em termos de desenvolvimento econômico e de elevação do nível de bem-estar social.”
Conceituando sobre a atividade empresarial, ele sempre procurou compartilhar seu aprendizado com os funcionários, como neste pensamento difundido internamente pelo Boletim Informativo, da J.Macêdo CAP, em agosto de 1979:
“É necessário correr riscos suportáveis, procurando compatibilizá-los com nossa capacidade de suportar fracassos. Mas devemos distinguir o ousado do temerário.”
O mesmo órgão de informação interna, edição de setembro/outubro de 1979, repercute a fala de José Macêdo, por ocasião do recebimento da Medalha do Mérito Industrial, da Federação das Indústrias do Ceará, Fiec, em 11/10/1979, na qual destaca-se um comentário sobre sua visão a respeito do delicado momento político que vivia o Brasil, no final do regime militar:
“Em que pese seus riscos, o processo de abertura política apresenta expectativas promissoras. Seja pela emergência de novas lideranças, seja pela devolução do poder de crítica aos meios de comunicação, seja pela possibilidade de alívio das tensões sociais, seja pelo restabelecimento do estado de direito.”
Em vários momentos da sua vida, José Macêdo expressou, em frases variadas, sentimentos motivados pela sua índole de pessoa simples, condescendente, comedida nos gastos e apaixonada pela natureza. Uma dessas expressões foi registrada pela jornalista Wânia Cysne, na Revista Fame, que circulou na edição de 22 de março de 1980, encartada no jornal O Povo, em uma entrevista tipo pingue-pongue:
“Eu me entedio com o papo dos gabolas. Eu protesto contra o hábito dos brasileiros de todos os níveis querendo viver como se o País fosse uma grande sociedade de consumo. Eu reivindico mais justiça social. Eu susto providências em nossas indústrias que possam prejudicar o meio ambiente.”
Das suas frases que não foram publicadas, mas que circulam pelos corredores das empresas do Grupo J.Macêdo, uma traduz com grande propriedade o seu cuidado com a clareza da comunicação:
“Mais importante do que eu digo é o que você entende.”
E isso não é apenas uma forma de dizer, pois é muito frequente José Macêdo terminar uma conversa solicitando:
“Me diga agora o que você entendeu do que eu lhe disse.”
A constatação do seu estilo de procurar explicar sua prática por meio das palavras, hábito manifestado muitas vezes em reuniões que ele convocava apenas para compartilhar pontos de vista com funcionários, suscitou a curiosidade de reunir o que pudesse haver registrado sobre suas ideias.
Seu jeito de transmitir conhecimentos, próprio dos contadores de histórias, está preservado em inúmeros documentos da família e da empresa. Entretanto, optou-se neste momento por uma compilação de respostas dadas em entrevistas, publicadas em jornais e revistas, nas duas últimas décadas.
O exame dessas entrevistas revela um José Macêdo sempre atencioso em responder a indagações de interlocutores dos mais diversos ambientes e sobre os mais variados temas.
Este livro é apenas um recorte temporal, focado em meios impressos e circunscrito às respostas dadas em diferentes momentos. A bem da compreensão e do propósito de mostrar um pensamento integrado, tomou-se a liberdade de selecionar trechos, de aproximar, espacialmente, ideias afins e de editar algumas expressões para ajustá-las aos variados contextos, sempre com o cuidado de preservar a essência das formulações. Ainda com a intenção de situar melhor o leitor, foram feitas algumas atualizações de dados e complementações de informações, usando-se o recurso convencionado de colocá-las entre colchetes.
No processo de organização do texto, percebeu-se que as frases e as histórias de José Macêdo requeriam um espaço especial de contemplação que possibilitasse ao leitor sentir a dimensão humana das suas revelações. Considerando isso, optou-se neste livro por um formato gráfico que possibilitasse a visualização dos conteúdos com leveza.
Para a apresentação, recorreu-se, com a devida licença de estilo, a trechos das aberturas das entrevistas pesquisadas, como forma de expor o tipo de sentimento que o entrevistado despertou nos entrevistadores. A identificação dos entrevistadores e a época em que foi feita cada entrevista, estão realçadas por meio de legenda de cores, com as seguintes distinções:
Agostinho Gósson, 1988, Demitri Túlio e Cláudio Ribeiro, 2004, Érico Firmo, 2004, Flávio Paiva, 2008, Estudantes do Curso de Comunicação da UFC, 1993 e Funcionários do Grupo J.Macêdo, de 2005 a 2007.
É importante esclarecer que esta publicação não pretende historiar a trajetória da empresa, que está devidamente narrada no livro “J.Macêdo - uma Saga Empresarial Brasileira”, do jornalista Glauco Carneiro (Edicom, 1989, São Paulo), cobrindo os primeiros 50 anos da J.Macêdo.
A memória do Grupo J.Macêdo está sendo sistematizada e será disponibilizada ao público por meio do Centro de Memória Dinâmica Monteiro Lobato, CMDML, que homenageia o grande escritor brasileiro e empreendedor da brasilidade, e que servirá de espaço para expor a vida e obra do Fundador José Macêdo, a evolução do modo J.Macêdo de empresariar e a atuação das empresas nos seus respectivos mercados.
Este livro é, portanto, um tributo às ideias de alguém que chegou ao futuro. Alguém que nos seus 90 anos conquistou o que se propusera alcançar como empresário, patriarca e cidadão.
José Macêdo, com seu espírito pioneiro e a partir do Nordeste, tornou-se um dos ícones de uma geração empresarial que pensou e se atreveu a construir as bases industriais de um País que, nos primeiros anos do século XXI começa a ocupar lugar de destaque em um mundo que vai se reconfigurando em relações de multipolaridade.