PROCURANDO pela origem do nome do lugar onde nasci, dei com grandes e envolventes fatos e feitos da história do Brasil, protagonizados por nativos, negros e caboclos cearenses, piauienses e maranhenses unidos por aspirações de liberdade.

PESQUISA DE CAMPO. Misto de ficção e de micro-história, o meu NOVO livro resulta de um prazeroso trabalho de pesquisa bibliográfica, expedição a lugares-chave e reflexões a respeito do que existe de novo em algo que pode parecer antigo. Na foto em Parnaíba, Augusto Rocha, Lucas Paiva e eu durante a Expedição Alecrim.

PARCEIROS. No meu NOVO livro, conto com dois velhos parceiros, artistas que admiro e que agregam emoção e sentimento ao meu trabalho. Valber Benevides ilustrou antes os infantis Fortaleza – de dunas andantes a cidade banhada de sol (2005) e Titico achou um anzol (2007), e Edvaldo Santana esteve comigo em composições e interpretações no álbum Terra do Nunca (1997) e no livro juvenil A Casa do Meu Melhor Amigo (2010). O resultado dessa história de parcerias, que também inclui a participação de outras tantas pessoas talentosas, é mais uma obra apurada que me enche de satisfação em poder compartilhar.

OITICICA. A árvore que escolhi para ser o símbolo do meu NOVO livro é nativa tanto nas regiões secas do Nordeste, quanto no Meio Norte e nas matas de cocais. É um monumento verde, uma escultura gigante, com uma copa enorme, sustentada por um pequeno tronco muito forte. Na sua sombra acontece o encontro do protagonista com todos os pesquisadores, historiadores e pensadores citados no livro, que se tornam personagens atemporais da busca do que poderia estar à frente do nome de Independência.

DE PELO SINAL A INDEPENDÊNCIA. No dia 4 de dezembro, o município de Independência comemora o aniversário da sua emancipação em 1933. No livro “Toque de Avançar”, você vai ver que não foi moleza chegar a essa condição. Foram mais de três décadas (de 1823 a 1857) para que os guerreiros sobreviventes das lutas contra o exército colonial português conseguissem que o povoado de Pelo Sinal recebesse o nome de Independência. Não foi fácil, pois à frente desse nome salta um conceito de liberdade que não era do interesse do poder que continuava nas mãos de poucos donos. Por perseguição política, o município perdeu várias vezes a sua autonomia administrativa, estabilizando-se como cidade emancipada somente a partir de 4/12/1933. Conto tudo isso com leveza, num híbrido de ficção e documentário.

Confira o bate-papo de lançamento do livro Toque de Avançar, com as participações de Valber Benevides (ilustrador), Edvaldo Santana (músico), Albanisa Dummar (editora) e Flávio Paiva (Autor), mediado pela jornalista e gestora cultural Rossane Nascimento:

 

ILUSTRAÇÕES DE VALBER BENEVIDES


Onde Encontrar

Você pode adquirir seu exemplar no site do ARMAZÉM DA CULTURA