Flavio Paiva

Deu vontade de colocar a pedra-de-peixe no aquário. Curiosidade ornamental. Fotografei. Da imagem do fóssil caririense foram surgindo representações zodiacais e divinais pelos vestígios arquetípicos do meu infinito interior, como um sýmbolon religando sensibilidades ubíquas e atemporais: um mesmo peixe dividido em duas bandas passíveis de se complementarem exatamente. Assim, de um lado vivendo e de outro gerindo a vida, vou me reconhecendo entre o que penso e o que faço, entre o que sou e o que compartilho nesse incitante processo não-linear e sem finalização que é a vida. Eis a minha senha. Pode entrar.

 
 
 
Flávio Paiva

"O cidadão orgânico é de um lugar, não de uma classe, e não precisa ser um intelectual, nem ter atuação partidária; age porque o todo lhe interessa, porque se sente parte do todo. É universal porque associa o futuro do planeta ao seu futuro e vice-versa (...) Aquele que tem uma experiência autêntica, para com ela existir de forma integrada à natureza, independente de ser viajado ou não"  

(Flávio Paiva, Revista Fale!, p.30, mar/2009).


                                                     

 

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